Teatro São Paulo

TEATRO SÃO PAULO

A CURANDEIRA

Adriana Fortes

Foto: Adriana Fortes

Centro Cultural São Paulo - Até dia 14.

“A Curandeira”, da Cia. Confraria das Três Águas,

Grupo baseou-se nos estudos simbólicos da sabedoria sufi, cabala, hinduísmo e candomblé para refletir sobre como poderia o ser humano se religar a natureza

O espetáculo “A Curandeira”, da Cia. Confraria das Três Águas, reestréia dia 6 de setembro, no Teatro Denoy de Oliveira, Rua Rui Barbosa, 323, Bela Vista. A peça tem dramaturgia de Reinaldo Maia, direção de Melani Halpern e atuação de Adriana Fortes.

Em “A Curandeira”, Reinaldo Maia conduziu o processo de dramaturgização do texto que foi criado por Adriana Fortes, dentro e fora da sala de ensaio. A narrativa inclui duas histórias tradicionais e faz breve citação do texto dos upanishades e do Mahabarata, um dos maiores clássicos épicos da Índia. Na pesquisa feita, o grupo baseou-se nos estudos simbólicos da sabedoria sufi, cabala, hinduísmo e candomblé para refletir sobre como poderia o ser humano se religar à natureza.

Sinopse – A Curandeira

Uma curandeira busca, entre histórias e poemas, extinguir os males da alma, do pensamento, dos sentimentos que não imaginamos que possam ser curados. Um caminho de recordações, compartilhado e vivenciado com o público.

Confraria das Três Águas

Composta por Adriana Fortes e Melani Halpern, o grupo possui uma poética calcada na valorização do ator em cena e desenvolve uma linguagem teatral que surge do encontro do popular com o erudito; do sagrado com o profano; de fontes da tradição oral e da literatura; do ator e do contador de histórias; da utilização do gestual livre, espontâneo com o gesto lapidado coreograficamente.

Centro Cultural São Paulo – Sala Paulo Emílio Salles Gomes (110 lugares).
Rua Vergueiro, 1000, Paraíso, 3397- 4002, Metrô Vergueiro. Terça a quinta, 21h. R$ 12,00.
A bilheteria abre duas horas antes. Até dia 14.