Teatro São Paulo

TEATRO - SÃO PAULO

"ACORDA ZÉ! A Comadre tá de pé!"

Foto: divulgação

Teatro Cacilda Becker

Por Mônica Riani

"ACORDA ZÉ!
A Comadre tá de pé!"
Grupo Moitará

07 de maio a 13 de junho de 2010

Sucesso de crítica e público no Rio de Janeiro, onde se apresentou de março a abril, a peça "Acorda Zé! A comadre tá de pé!", com o Grupo Moitará, estreia dia 7 de maio, às 21h, no Teatro Cacilda Becker, em São Paulo. A montagem, que marca os 22 anos de trajetória da trupe carioca, conta com o patrocínio da Eletrobrás. Utilizando máscaras criadas pelo consagrado mestre italiano Donato Sartori, a encenação é dirigida por Venício Fonseca, também autor do texto, contando no elenco com os atores Erika Rettl, Fabiano Manhães, André Marcos, Mariana Bernardes Baltar e Diogo Borges.

Diversão garantida, o espetáculo "Acorda Zé! A comadre tá de!" foi criado a partir de cinco contos populares brasileiros (O Vaqueiro que não mentia, A história de João Grilo, As Aventuras de Pedro Malazarte, O Preguiçoso, A Comadre Morte) e da relação que os personagens destes contos possuem com os tipos da Commedia Dell’Arte. A encenação revela as dualidades entre o humano e o fantástico, o real e o imaginário, quando os personagens se veem cara a cara com A Morte.

A peça conta a epopeia de um personagem malazarteano – Zé-di-Riba, um cordelista e “contador de causos” que não quer saber de trabalho forçado, “emprego”. Na aurora de mais um dia, Maria, mulher de Zé-di-Riba, escuta na rádio a notícia de um eclipse. Assustada, corre para contar o fato ao marido. Preguiçoso, Zé ainda enrola o tempo na rede, diz ele, para contar as últimas estrelas antes do sol aparecer. Maria ralha com o marido para que arrume um emprego, mas Zé, como todo bom “contador de causo”, inventa uma estória fabulosa para se livrar das suas responsabilidades, enquanto o eclipse engole o dia. Então, Zé-di-Riba é premiado com mais uma noite, adormecendo em sua rede e sonhando que vai procurar emprego na casa de um fazendeiro, o “Coroné” Leitão. Só que o destino aparece fazendo uma grande trapalhada.

Para contar a história, aliaram-se ao Moitará artistas do primeiro time das artes cênicas, entre outros, o iluminador Djalma Amaral, o cenógrafo e figurinista Carlos Alberto Nunes, o bonequeiro Márcio Newlands, o diretor musical Mauro Menezes e a caracterizadora Mona Magalhães. A trilha é executada em cena pelos atores, com direito a rabeca, sanfona, caixa do divino, pandeiro, triângulo, violão e viola.

Texto e Direção: Venício Fonseca.
Com Erika Rettl, Fabiano Manhães, André Marcos, Mariana Bernardes Baltar e Diogo Borges.

Teatro Cacilda Becker (198 lugares) - Rua Tito, 295. Praça Alfredo Weiszflog, Vila Romana.
Sexta e Sábado às 21h e domingo às 19h. Ingressos: R$ 10. Duração: 55 minutos. Info: 11 3864-4513
Duração: 55 minutos | Classificação etária: 10 anos.
Temporada: 07 de maio a 13 de junho de 2010

Assessoria de Imprensa: Mônica Riani

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