

Por Márcia Marques
Com direção cênica de Marcelo Lazzaratto, o musical Kátia e Paulo – uma alegoria paulistana. Texto e música são assinados por Álvaro Cueva e a direção musical e regência são feitas por Eduardo Fernandes. No palco, 45 cantores do coral da Unifesp, percorrendo 15 músicas inéditas com arranjos dos cariocas André Protásio, Zeca Rodrigues e Edu Lakschevitz e dos paulistas Mônica Thiele, Daniel Reginato, Walter Jr., Ricardo Barison e Edu Fernandes. Os cenários foram feitos pelo artista plástico Eduardo Schamó.
A peça se passa entre o carnaval de 1937 e o carnaval de nossos dias e conta a história do personagem Jamil (Arthur Perissinotto), Kátia Blue (Clara Rocha), Kátia Remelexo (Luciene Jacinto), o motoboy Paulinho (Ricardo Barison) e o jornaleiro Dito Anexins (Álvaro Cueva). No trem, no metrô ou nos ônibus da cidade de São Paulo, esses personagens se cruzam, evidenciando o grande caldeirão cultural que é a cidade de São Paulo. Como fio condutor, os diversos ritmos e estilos musicais a pontuar a história.
Diz o diretor Marcelo Lazzaratto: “(os cantores, os músicos e o maestro) juntos, fazem um trabalho tão marcante, bonito e contundente na cena da música coral do Estado de São Paulo”.
Texto e Música: Álvaro Cueva | Direção Musical e Regência: Eduardo Fernandes Fotografia: Mariana SerzedelloLocal: Teatro Marcos Lindenberg (350 lugares)
Endereço: Rua Botucatú, 862 (próximo ao metrô Santa Cruz) Fone: 11 3582 1361
Temporada: 6 a 28 de março de 2010, sábados às 20h e domingos, às 19h.
Ingresso R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia)
Duração: 80 minutos
Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Por Márcia Marques | www.canalaberto.com.br
Por Lígia Azevedo / Arteplural Comunicação
A Time for Fun traz para o Brasil CATS, musical que foi um marco e transformou a história da Broadway.
A superprodução ganha letras em português feitas por Toquinho e traz no elenco a cantora Paula Lima, interpretando a célebre Memory, além de Saulo Vasconcelos (O Fantasma da Ópera, A Bela e a Fera, Les Misérables) e Sara Sarres (O Fantasma da Ópera, Les Misérables)
Depois de O Fantasma da Ópera, Les Misérables, Miss Saigon, Chicago e A Bela e a Fera, a Time For Fun apresenta o segundo musical mais visto na história da Broadway: Cats, de Andrew Lloyd Webber. Com todo o seu glamour, figurinos e cenário com efeitos especiais e visual exuberante, o musical estreia para público dia 4 de março, quinta-feira, às 21 horas no Teatro Abril. (No dia 3, quarta, haverá uma pré-estreia para convidados.) O espetáculo conta com patrocínio master da Bradesco Seguros e Previdência e co-patrocínio da Whiskas.
Com o mesmo design cênico da Broadway e desenvolvido especificamente para o Teatro Abril, a montagem original adaptada para os palcos brasileiros traz no elenco 38 artistas, que se revezam em mais de 10 números musicais. Paula Lima viverá a gata Grizabella e vai interpretar a célebre canção Memory (com mais de 150 versões gravadas por cantores como Barbra Streisand, Barry Manilow, José Carreras e Sarah Brightman). O compositor Toquinho foi convidado para verter as letras para o português.
O musical estreou no West-End, em Londres, em 1981. Seu sucesso foi tamanho que, antes mesmo de ter estreado na Broadway, já tinha se tornado uma febre, era o espetáculo mais falado ali. Um ano após a estreia na Inglaterra, abriram produções nos Estados Unidos, no famoso teatro Winter Garden, em Tóquio, Budapeste e Viena. Desde então, Cats já se apresentou em mais de 20 países e 300 cidades, incluindo todos os Estados Unidos, Canadá e México, além de cidades como Buenos Aires, Seul, Helsinque e Cingapura.
O musical já foi traduzido para 10 línguas (entre elas japonês, húngaro, norueguês, sueco, holandês e finlandês, entre outras) e recebeu mais de 30 prêmios. A produção suíça exigiu um cast bilíngue que se apresentou na Alemanha e na Inglaterra em noites alternadas. Entre os mais importantes estão sete Tony Awards, incluindo melhor musical, um Laurence Olivier por musical do ano e um Evening Standard. A imprensa estrangeira também não deixou os felinos de fora em suas premiações e agraciou o espetáculo com um prêmio Molière, na França, sete Dora Mavor no Canadá e seis estatuetas no Japão. Leia mais CATS
Espetáculo terá transmissão em tempo real pela internet
Com o diferencial de ter sido o único grupo a ganhar o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz/2008 no Estado do Paraná, e após uma temporada de sucesso em Curitiba, a peça teatral multimidiática ”BURLESCAS”, uma releitura da história do Burlesco através dos tempos, chega pela primeira vez em São Paulo para duas apresentações nos dias 5 e 12 de março de 2010 a partir das 23 horas, no Bar Kitsch Club.
A Companhia Silenciosa é formada pelos atores e diretores Giorgia Conceição, Henrique Saidel e Léo Glück e preparou uma montagem instigante, composta por performances, danças sensuais, música eletrônica ao vivo, discotecagens inusitadas, esquetes teatrais, projeções de vídeo e webtransmissão em tempo real, pelo site da companhia.
Vale lembrar que a peça dura até quando a última pessoa deixar o local. Dias : 5 e 12 de março de 2010. Horário: 23h. Duração: até a última pessoa deixar o local. Aproximadamente 6 horas
Kitsch Club - R. Vergueiro, 2676, São Paulo – SP. R$ 20 e R$ 10 (meia).
Na Internet (ao vivo) www.companhiasilenciosa.com
No próximo domingo, 14 de março, o Maestro Rodrigo de Carvalho apresenta com a Orquestra Sinfônica Municipal o programa “Americanos em Paris”, com obras de compositores americanos que, por um determinado tempo de suas vidas moraram em Paris, onde estudaram e divulgaram a música de seus respectivos países.
Quando serão interpretadas as obras; Villa-Lobos: "O Trenzinho do Caipira" (Toccata da Bachianas Brasileirs No. 2), Astor Piazzolla: "As 4 Estações Portenhas", Gershwin: "Um Americano em Paris" e Ravel: Bolero
Regência: Rodrigo de Carvalho. Orquestra Sinfônica Municipal. Violino: Betina Steigamann. Sesc Pinheiros - Teatro Paulo Autran. Rua Paes Leme, 195 Pinheiros - SP Tel.: 11- 3095-9400. Domingo, 14 de Março de 2010 às 11h. Ingressos: R$ 10,00 (inteira). R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante) R$ 2,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes)
Por Márcia Marques
Em março de 2010, o TD - TEATRO DE DANÇA (Instituição vinculada à Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo, gerenciada pela Associação Paulista de Amigos da Arte - APAA) Privilegia em sua programação o Intercâmbio de Companhias e espetáculos. Para tanto, um inaugura novo projeto: o Corredor de Dança.
O Corredor de Dança É uma rede de curadores, surgida a partir I Plataforma Estado da Dança, evento realizado em agosto de 2009, nenhum TD, e que faz e reúne diversas cidades em circular do país dos festivais Espetáculos Dança de Londrina-PR, Paralelo 16 ª Mostra Internacional de Dança / GO, Diagnóstico da Dança / GO, Festival de Artes Cênicas de Goiânia / GO, Projeto Cena Movimento / PE / PI / CE / PB, Fórum de Dança de São José do Rio Preto / SP, entre outros. Leia mais + O TEATRO DE DANÇA inaugura Corredor de Dança
Por Cristina Aguilera
“A população do Bom Retiro, Centro e do Brás correram para o interior e para a Vila Mariana que foi poupada de tiros. Em Santo Amaro, me disseram anteontem, mais de 500 homens se refugiaram, todas as igrejas, cinemas e escolas estão lotados e é muito triste ver os homens pobres, principalmente do Brás, andando com malas e crianças descalças sem saber para onde ir”. Esse é um trecho de uma das cartas da Exposição “Cartas a Ema”, na Fundação Ema Klabin, no Jardim Europa, que inicia sua programação de 2010 no próximo dia 6 de março (sábado), após ter passado por reforma e melhorias de suas instalações. A extensa carta, escrita ao longo de toda a Revolução de 1924 pelo pai de Ema, Hessel Klabin, conta o dia-a-dia da população da cidade de São Paulo durante o conflito e é um dos documentos da mostra que fica até o dia 26 de junho.
A exposição reúne ainda raridades como cartas de Juscelino Kubitschek (ao final de seu mandato na Presidência), Yolanda Penteado (sugerindo aquisições para a coleção), Mimi Lafer (sobre o mandato de seu marido Horácio Lafer como Ministro) e até de Albert Sabin, entre outros. “As cartas foram selecionadas do arquivo pessoal de Ema Klabin e retratam um pouco do cenário político, cultural e social de São Paulo, além de revelarem alguns detalhes interessantes de sua trajetória pessoal e familiar”, explica o curador do museu, Paulo Costa.
Além da exposição, o público pode realizar uma visita monitorada a casa-museu e conhecer seu valioso acervo de 1.545 obras, entre pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, talhas do mineiro Mestre Valentim, mobiliário, peças arqueológicas e decorativas. E conferir na biblioteca da Fundação um acervo de 3 mil volumes, entre eles, livros raros que englobam desde manuscritos iluminados até os primeiros exemplares do livro impresso, bem como relatos de viajantes europeus pelo Brasil, datados do século XVI ao XIX. Leia mais: Fundacao Cultural Ema Gordon Klabin