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30 de Julho de 2010

Diversão Rio

BARES RIO DE JANEIRO

Bares - dicas da semana

Bar Luiz

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Bares dicas da semana

Bares Rio de Janeiro

Bar Luiz - Boêmia e Tradição

A Trajetória de um Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro

Quando foi fundado, em 3 de Janeiro de 1887, Dom Pedro II era o Imperador do Brasil. A cidade do Rio de Janeiro era capital do Império e tinha a pretensão de ser uma Corte moderna, à imagem e semelhança das principais capitais européias. Paris era referência mundial de cultura e civilização e os cariocas incorporavam os hábitos e costumes da capital francesa, dentre eles a prática de se consumir bebida em mesas dispostas pela calçada.

O Rio de Janeiro, assim como toda cidade, tem suas tradições. O patrimônio da Cidade Maravilhosa inclui, além de suas belezas naturais, alguns redutos históricos, consagrados como pontos de referência na memória e no cotidiano do carioca.

O núcleo fundador onde a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro começou a crescer é o bairro conhecido como Centro da Cidade. Sua centralidade não é geográfica, mas puramente cultural. Deste centro, na verdade litoral da Baía de Guanabara, a cidade principiou a se expandir, a delimitar territórios e fronteiras, a ser loteada e povoada.

Esta região é parcamente explorada pelos turistas que aqui desembarcam, ocupados em desfrutar os dias de sol nas belas praias que ofertamos. Contudo, alguns dos referenciais mais importantes da cultura carioca se localizam nesta área, acessíveis a pessoas com os mais diversos interesses. Centro financeiro e econômico da cidade, seu comércio abarca os mais variados artigos de consumo. A infra-estrutura cultural da região dispõe de museus, centros-culturais, cinemas e teatros, além de espaços para o lazer a céu aberto, como praças e passeios públicos. Disponível também aos olhares mais atentos está a paisagem de suas ruas, que engloba desde casarões e edifícios do período colonial até prédios e monumentos pós-modernos. Este cenário é um perfeito reflexo da pluralidade do corpo social e urbano do Rio de Janeiro.

Todavia, é através do mosaico social de seus transeuntes que o bairro expressa toda sua vitalidade. Diariamente, milhões de pessoas circulam pelos seus caminhos, vivenciando costumes e histórias. Se estas ruas falassem por si, teriam muito que contar. Contudo estas experiências estão registradas na memória de quem trabalha na região e nas paredes de seus estabelecimentos e casas comerciais. Conhecer uma cidade é desvendar o seu epicentro, o local onde se concentra uma amostra de todos os bairros.

Inseridas neste mosaico de experiências e histórias, encontramos algumas das casas mais antigas do comércio carioca, dentre as quais o Bar Luiz, instituição que completa 120 anos de existência em 2007. Conhecido pela qualidade do seu chope - um dos melhores da cidade - e de sua típica gastronomia alemã, o Bar Luiz tem sido testemunha ocular dos eventos ocorridos nos últimos séculos no Rio de Janeiro. Patrimônio histórico-cultural da cidade, além de aglutinador de personagens das mais diversas condições sociais pelo próprio perfil do estabelecimento, este bar espelha um pouco da peculiar cultura do Centro e da cidade do Rio de Janeiro.

Rua da Carioca, 39, Centro
Telefone 2262-6900/ 2517-0458 (140 lugares). 11h/23h30 (seg. a sáb.).

Jobi

Agito do Baixo Leblon

A localização ajuda. Fica no quarteirão do agito no Baixo Leblon. Mas é em dois aspectos fundamentais, o ambiente e a cozinha, que esse bar do Leblon merece os aplausos mais intensos. Fundado em 1956, o Jobi se transformou num animado ponto de encontro da turma pós-praia ou de boêmios madrugada afora. Tem varanda e salão interno acanhados. Construída em 1994, a varanda leva a assinatura do arquiteto Chicô Gouvêa, freguês da casa, assim como o apresentador Miele e o músico Davi Moraes. O bate-papo é prolongado com chope Brahma (R$ 2,20). A carne-seca desfiada com cebola, salsa e farofa (R$ 17,00) e a carne-de-sol com aipim (R$ 17,00) são dois emblemas do bar. O Jobi fechou para reforma no dia 15 e reabre no fim de outubro.

Avenida Ataulfo de Paiva, 1166, loja B, Leblon,
Telefone 2274-0547 (60 lugares). 9h/4h (dom. a qui.) e 9h/5h (sex. e sáb.).

Pizzaria Guanabara

Dsde a década de 1960 recebendo notívagos

Abrigo seguro para todo tipo de notívago, eventual ou de fé, a casa só fecha na hora do café-da-manhã. Inaugurada em 1964, virou point nos anos 80, no auge do Baixo Leblon, quando a esquina em frente abrigava o badalado Real Astória. O atendimento pode ser feito no salão interno, refrigerado, nas mesas próximas ao balcão ou na varanda. Hoje, continua recebendo muita gente do meio artístico – Giulia Gam e Alceu Valença, por exemplo, são clientes fiéis. Os sabores mais tradicionais de pizza podem ser servidos em fatias. A de calabresa sai por R$ 3,30. As carnes também têm boa saída. O medalhão de filé com arroz à piemontesa custa R$ 33,00. A pizzaria serve chope Brahma, claro ou escuro, por R$ R$ 1,70 (garoto), R$ 2,20 (tulipa) e R$ 2,70 (caldeireta).

Avenida Ataulfo de Paiva, 1228, Leblon,
Telefone 2294-0797 (200 lugares). 10h/5h (seg. a qui. e dom.) e 10h/6h (sex. e sáb.).

Braseiro da Gávea

No coração do Baixo Gávea

Durante um bom tempo, foi conhecido como "aquele restaurante em frente ao Hipódromo", este, sim, sempre cheio. Aos poucos, a situação mudou. A ponto de o Braseiro ser escolhido o melhor bar para paquerar e, apesar de não ter música ao vivo, a melhor happy hour. Localizado na esquina mais movimentada do Baixo Gávea, a casa manteve as características de ambiente simples e comida honesta. As filas para conseguir mesa – no salão ou na varanda, esta mais concorrida – são cada vez mais comuns. Por causa da Feira Hype, no vizinho Jockey Club, os domingos tornaram-se dias disputados, além da segunda-feira, tradicionalmente uma noite concorrida no Baixo Gávea. O galeto é a pedida. Ele pode ser servido com arroz de brócolis, farofa de banana e batata frita (R$ 20,00, para dois). A picanha fatiada (R$ 27,00) e as lingüicinhas servidas na entrada (R$ 1,50 cada uma) também caíram no gosto da freguesia. Tulipa de chope Brahma a R$ 2,30.

Praça Santos Dumont, 116, Gávea,
Telefone 2239-7494 (100 lugares). 11h/1h (seg. a qui. e dom.) e 11h/3h (sex. e sáb.).

Melt

Pop rock sucessos

É o fim do reinado do jazz. Vencedor da categoria música ao vivo em 2002, o Mistura Fina perdeu o posto na eleição deste ano para o Melt. No cardápio musical do novo campeão, o forte são os shows de pop rock. No palco do 2º andar da casa, Frejat, Fernanda Porto e os grupos Zero e Picassos Falsos foram atrações neste ano, sempre com ótima presença de público. No 1º andar ficam o bar e o restaurante, com velas acesas compondo o ambiente à meia-luz. O cardápio oferece opções de aperitivos, sanduíches, saladinhas, carpaccios, pratos quentes e sushi-bar. A casa tem ainda carta de vinhos e cervejas importadas. O drinque cosmopolitan é preparado com suco de framboesa, vodca e cointreau (R$ 10,00). O Melt também oferece happy hour, das 18h às 21h, de segunda a sexta.

Rua Rita Ludolf, 47, Leblon,
Telefone 249-9309 (380 lugares). 18h/4h (seg. a dom.).

Bar D'Hôtel

Em frente à Praia do Leblon

A maravilhosa vista da Praia do Leblon inspirou também a decoração da casa. Cadeiras coloridas e mesas de fórmica compõem o ambiente moderninho, com sereias em tons prateados desenhadas nas paredes. O cardápio, que será alterado em outubro, reforça a sensação de bem-estar oferecida pelo cenário. Alguns itens que caíram nas graças da freguesia permanecerão em cena, como a caipi rouge, feita com vodca, frutas vermelhas e açúcar (R$ 9,50), e o ruella, com vodca, Cointreau, suco de romã, gengibre e limão (R$ 8,50). O hambúrguer de picanha (200 gramas de carne com queijo cheddar e cebolas grelhadas, maionese de pesto, salada ao molho mostarda e batata frita) sai por R$ 25,50.

Hotel Marina All Suites, Avenida Delfim Moreira, 696, Leblon,
Telefone 2540-4990 (70 lugares). 7h/1h (dom. a qua.) e 7h/2h (qui. a sáb.).

00

Música eletrônica e black

O DJ era um elemento coadjuvante na programação do 00. Hoje, ele conquistou posição de destaque. A pista ferve de terça a domingo, ao som de música eletrônica e black music, principalmente. Na maioria das vezes, o equipamento de som ocupa os fundos do salão, onde há espaço para dançar. Checho González, ex-chef do Zazá Bistrô Tropical, assina novo cardápio de aperitivos. Uma dica são os espetinhos: cafta à moda com chutney de tomate (R$ 12,60), satay de frango marinado com leite de coco e shoyu (R$ 11,30), camarõezinhos crocantes com chutney (R$ 12,90) e corações de frango com shoyu e salsa verde (R$ 10,70). O cardápio traz também sanduíches, saladas e pratos quentes. O drinque da casa é preparado com vodca Absolut, licor de melão e melancia e pedaços de melão cantalupo (R$ 11,20). A cerveja é a Devassa.

Avenida Padre Leonel Franca, 240, Gávea,
Telefone 2540-8042 (240 lugares). 20h/3h (seg. a sáb.) e 19h/1h (dom.).

Seu Martin

Música suave

O ambiente aconchegante e a música suave ao fundo ajudam a compor a atmosfera romântica do Seu Martin. A arrumação das mesas reforça o clima. Durante o dia, elas são decoradas com flores. Velas iluminam o salão à noite. O bar e restaurante inaugurado em 2000 tem cardápio amplo e sortido. São belisquetes, crepes, omeletes, sanduíches, como o cachorro-quente servido na baguete com cobertura de queijo emmental (R$ 12,00), e comidinhas leves, como a salada Rio 20º, mistura de folhas verdes, queijos brie, emmental e gorgonzola, pêra, uva, nozes e damasco (R$ 16,70). O cardápio, aliás, levou a casa a receber votos também entre as de melhores saladas e aquelas com os melhores sanduíches. Para quem prefere beliscar, os rolinhos da Erli (R$ 11,60, porção de oito unidades) são recheados com presunto e requeijão, empanados no parmesão e fritos no óleo. O mojito (rum, soda e hortelã) é um drinque bastante procurado pelos clientes (R$ 7,00). O bar também serve chá à tarde (R$ 21,00), de terça a domingo, até as 18h.

Avenida General San Martin, 1196, Leblon,
Telefone 2274-0800 (60 lugares). 19h/1h (seg.), 13h/1h (ter., qua. e dom.) e 13h/2h (qui. a sáb.).

ARCO-ÍRIS, Avenida Mem de Sá, 72, Lapa, 2253-8908. 7h/2h (sex. e sáb. até 4h). Cc.: D, M e V. Cd.: todos. Cr.: todos. T.: todos; Rua do Lavradio, 202, Lapa, 2222-7278. 7h/2h (fecha dom.). Cc.: D, M e V. Cd.: todos. Cr.: todos. T.: todos. Antigo pé-sujo, não perdeu a identidade com a pequena reforma concluída há um ano. Lotado nas noites de sexta e de sábado, vende cerveja em garrafa, por R$ 3,50 (Brahma, Skol e Antarctica) e R$ 4,00 (Antarctica Original e Bohemia e Brahma Extra). Se preferir, peça sem medo a caipirinha de limão, por R$ 4,50. A porção de batata frita com calabresa, cebola e alho (R$ 12,00) pode ganhar cobertura de queijo derretido (R$ 14,80). Em fevereiro foi aberta a filial na Rua do Lavradio.

BAR LUIZ, Rua da Carioca, 39, Centro, 2262-6900, a Carioca. 11h/23h30 (fecha dom.). Cc.: todos. T.: todos. Cr.: todos. www.barluiz. com.br. Nos anos 40, quando o lugar atendia por Bar Adolph, quase foi destruído por estudantes do Colégio Pedro II. A turma mais exaltada pensou que o nome fazia referência ao líder nazista Adolph Hitler. Salvo do pior pelo compositor Ary Barroso, o bar, que teve esse nome por causa de um dono alemão, atravessou os tempos e tornou-se patrimônio da cidade. Especializado na culinária alemã, também fez fama com seu chope Brahma bem tirado, que custa R$ 4,00 (400 mililitros) e R$ 2,00 (200 mililitros). Um dos destaques do cardápio, o tradicional kassler pode vir com salada de batatas (R$ 35,00). Para beliscar, uma lusitana porção de bolinhos de bacalhau (R$ 25,00, dez unidades).

BARDOT, Rua Dias Ferreira, 247, loja A, 2274-5590. 20h30/2h (sex. e sáb. 22h30/4h; fecha dom., seg. e ter.). Cc.: V. Cd.: V. R$ 20,00 a R$ 30,00. Bar com pista de dança e lounge, completa sete anos no mês que vem. No passado, atraía homens e mulheres na faixa dos 30 e 40, mas hoje a faixa etária do público caiu. No térreo ficam o balcão de mosaico e a pequena pista de dança animada por DJs que tocam estilos musicais diversos. Ocupado por mesas e cadeiras, o mezanino é o lugar indicado para bater papo ou petiscar. A caipivodca (limão, uva ou tangerina) é o drinque favorito da clientela: custa R$ 14,00 (com vodca nacional) ou R$ 15,00 (vodca importada). Para comer, hambúrguer de picanha com tomate, cheddar, cebola grelhada, salada verde e batata frita, por R$ 22,00. Às vezes, a casa abriga eventos fechados nas noites de quarta e quinta. Nesses dias, é bom telefonar antes de sair.

BELGIAN BEER CAFÉ, Avenida das Américas, 500, bloco 9, loja 119 (Downtown), Barra, 3153-7675. 12h/23h30 (seg. a partir das 16h; sex. e sáb. até 2h; dom. a partir das 16h). Cc.: A, M e V. Cd.: M, R e V. www.belgianbeercafe.com.br. Há dez anos no Brasil, o belga Xavier Depuydt abriu um misto de loja, bar e restaurante com mais de 150 rótulos de cerveja – a maior parte importada de sua terra natal. Decorado com quadros e propagandas antigas da bebida, o espaço conta com um balcão em forma de L, todo de madeira, com 8 metros de extensão. No cardápio, destaque para a belga Tripel Karmeliet, feita com cevada, trigo e aveia (R$ 21,90, 300 mililitros), de sabor encorpado. Ou a inatingível Deus (R$ 199,00, 150 mililitros), produzida pelo método champenoise. Entre os chopes, Depuydt indica o Piraat, com respeitáveis 10,5% de teor alcoólico, por R$ 15,90 (250 mililitros). Para acompanhar, pastéis de mexilhão (R$ 15,00, porção de seis unidades) ou baby beef aperitivo com molho de cerveja (R$ 33,00).

BELMONTE, Rua Domingos Ferreira, 242, Copacabana, 2255-9696. 9h/3h (sex. e sáb. até 5h). Cd.: R e V. Cr.: V. T.: T e V. Est. c/manobr. (R$ 5,00, 25 vagas) ; Rua Jardim Botânico, 617, Jardim Botânico, 2239-1649. 9h/3h (sex. e sáb. até 5h). Cd.: R e V. Cr.: V. T.: T e V. Mais quatro endereços. Sopas e caldos aquecem as noites frias do inverno que acabou de começar. As filiais de Copacabana e do Jardim Botânico estão servindo a sopa de aipim com carne-seca (R$ 10,90) e o creme de brócolis com salmão defumado (R$ 12,90). No cardápio de todas as lojas da rede, canja (R$ 5,90), caldinho de feijão (R$ 5,90) e creme de camarão com gengibre (R$ 16,50). Além da tradicional tulipa de 300 mililitros, o chope (R$ 3,00) chega à mesa em copo gordo de 600 mililitros (R$ 6,40).

BOTECO OLEGÁRIO, Avenida Olegário Maciel, 130, loja C, Barra da Tijuca, 2491-3656. 17h/1h (sáb. e dom. a partir das 14h). Cc.: M e V. Cd.: R e V; Avenida das Américas, 500, bloco 8, loja 106 (Downtown), Barra, 2494-9048. 12h/ 0h (sáb. a partir das 16h; seg. até 16h; fecha dom.). Cc.: M e V. Cr.: todos. T.: T e V. www.botecoolegario.com.br. Aberta na orla da Barra há menos de dois anos, a matriz oferece música ao vivo e cardápio com muitos petiscos e opções de bebida. Os shows de MPB com a cantora Márcia Guedes acontecem sempre às quintas-feiras, a partir das 21h30, sem cobrança de couvert. Para acompanhar o chope Brahma, por R$ 2,60 (220 mililitros), R$ 3,00 (300 mililitros) e R$ 3,50 (350 mililitros), porção de carne-seca com aipim (R$ 22,90). Os pastéis de camarão são servidos em porções de três (R$ 9,50) ou de seis unidades (R$ 13,50).

CASA VILLARINO, Avenida Calógeras, 6-B, Centro, 2240-9634. 12h/22h (fecha sáb. e dom.). Cc.: todos. Cd.: todos. Cr.: T e V. www.villarino.com.br. Inaugurada no dia 1º de junho de 1953, teve entre seus freqüentadores figuras ilustres, como Vinicius de Moraes e Tom Jobim, que selaram em uma das mesas de tampo de mármore a primeria parceria – a ópera Orfeu da Conceição. Para beliscar, porções de filé mignon aperitivo ou picanha (ambas a R$ 19,50). Outras sugestões são a porção de minissalgadinhos sortidos (R$ 10,00, doze unidades) e o queijo brie, acompanhado com cestinha de pão francês fatiado (R$ 21,00). Para beber, cerveja long neck das marcas Cerpa (R$ 4,70) e Bohemia (R$ 4,20).

CHAMPANHARIA THE LINE, Travessa do Comércio, 20, Centro (Arco do Teles), 2224-6438. 17h/0h (fecha sáb. e dom.). Cc.: todos. Cd.: R e V. Cr.: SP e V. www.theline.com.br. Mais nova aquisição do circuito de happy hour no Arco do Teles, a champanharia The Line destoa dos botecos e casas noturnas com DJs da vizinhança. A sommelière Deise Novakoski assina a caprichada carta de espumantes, proseccos, champanhes e drinques borbulhantes que traz informações detalhadas sobre os métodos de preparo das bebidas. Uma boa sugestão é o espumante nacional Do Lugar Brut, com uvas chardonnay e pinot noir (R$ 38,00, a garrafa), da vinícola Monte Lemos. Entre as opções de acompanhamento, o destaque é o mix de patê, musses e pães (focaccia, árabe, ciabatta, brioche de milho, brioche preto com gergelim e torradinhas), por R$ 16,80. A porção de mini-hambúrgueres, com quatro unidades, sai por R$ 9,80. Instalada num bonito casarão do século XIX, a casa tem dois mezaninos, paredes texturizadas e é decorada com peças adquiridas em Tiradentes, Minas Gerais.

COISAS DO INTERIOR, Rua Voluntários da Pátria, 46, loja B, Botafogo, 2537-2857. 9h/1h (sex. e sáb. até 2h; dom. 16h/1h). Cc.: D, M e V. Cd.: todos. Cr.: todos. T.: todos. Pioneiro do pequeno circuito boêmio instalado nas proximidades dos salas Estação Botafogo e Espaço de Cinema, a casa é um misto de bar e lanchonete que vende quitutes caseiros. Há cerca de seis meses, passou a servir o chope Mistura Clássica, produzido em Volta Redonda, por R$ 3,20 (300 mililitros) e R$ 2,60 (200 mililitros). Quem preferir pode escolher entre as cervejas em lata (R$ 2,50, a Skol) e long neck (R$ 4,00 a Bohemia). As pizzas feitas com massa de aipim têm seu charme. Duas opções são as de tomate seco com rúcula (R$ 31,00 a grande) ou marguerita (R$ 23,00 a grande). Outra dica é o pão com lingüiça (R$ 6,50).

HERR BRAUER, Rua Barão do Flamengo, 35, loja O, Flamengo, 2225-4359. 18h/1h (de qui. a sáb. até 2h; fecha seg.). Cc.: D, M e V. Cd.: R e V. www.herrbrauer.com.br. O polpudo cardápio reúne mais de sessenta rótulos de cervejas produzidas em sete países. Aberto no início de março, o Herr Brauer (senhor cervejeiro em alemão) é um pequeno espaço no Flamengo onde é possível degustar uma Eisenbahn Lust, única cerveja nacional produzida pelo método champenoise (R$ 69,00, 750 mililitros), ou a alemã Erdinger Pikantus (R$ 9,90, 500 mililitros), bock e com teor alcoólico considerável (7,3%). Há outras boas opções, como a belga Duvel (R$ 22,00, 330 mililitros) e a alemã Paulaner Salvator (R$ 9,20, 355 mililitros). Os tira-gostos e as refeições harmonizam perfeitamente com o arsenal de cervejas. Entre os mais pedidos está a porção com filezinhos empanados de pescada e chutney de tomate, servida por R$ 20,60. Uma dica: como o salão e o mezanino comportam apenas 45 pessoas, é bom conhecer a casa em noites menos concorridas.

JOBI, Avenida Ataulfo de Paiva, 1166, loja B, Leblon, 2274-0547. 9h/4h (sex. e sáb. até 5h). Cc: A e D. Cr.: T. T: T e V. Encravado no coração do Baixo Leblon, o boteco aberto em 1956 pelos irmãos Narciso e Manuel Rocha é uma boa opção para o pós-praia ou para o fim de noite, já que fica lotado nos horários convencionais. Área mais concorrida do bar, a varanda foi construída em 1994 e leva a assinatura do arquiteto Chicô Gouvêa, cliente fiel. As estrelas do cardápio são os bolinhos de bacalhau (R$ 2,20 cada um), a porção de carne-seca com cebola, salsa e farofa (R$ 28,00) e a de carne-de-sol com aipim (R$ 28,00), que caem bem com o chope Brahma (R$ 3,30, a tulipa de 300 mililitros) ou a caipirinha (R$ 8,00). Aproveitando o inverno, a casa voltou a servir cozido aos domingos (R$ 45,00, para duas pessoas).

PONTO DA BOSSA NOVA, Rua Domingos Ferreira, 215, lojas B e C, Copacabana, 2549-7597. 11h/3h (seg. até 1h; fecha dom.). Cc.: M e V. Cd.: R e V. Cr.: V (só no almoço). Primeiro de uma nova geração de bares do chamado Baixo Copacabana, no entorno das Ruas Bolívar e Domingos Ferreira, virou point nos fins de semana. Petiscos como batata frita com cobertura de queijo e bacon (R$ 11,50) e porções de bolinho de bacalhau (R$ 17,00, dez unidades) acompanham o chope da Brahma, vendido por R$ 2,90 (300 mililitros) e R$ 2,40 (200 mililitros). Outra boa dica é a caipivodca de limão (R$ 7,00). Para além da boemia, há almoço executivo por R$ 8,99.

SUEN ASIAN BAR, Rua Teixeira de Melo, 30, loja A, Ipanema, 2521-7241. 19h30/1h (fecha dom.). Cc.: todos. Cd.: todos. Charmosíssimo, o bar e restaurante asiático contemporâneo está com os dias contados: vai fechar as portas em meados de julho. Portanto, o jeito é correr para experimentar deliciosos drinques e comidinhas criados pela cantonesa Chan Suen Chin, dona do espaço e ex-mulher do sushiman Yasuto Tanaka. As receitas do Suen misturam temperos e iguarias de países como China, Tailândia, Indonésia, Vietnã e Japão. As delícias do cardápio são preparadas com capricho. Experimente as trouxinhas vietnamitas (papel-arroz vietnamita recheado com camarão, castanha-d'água e nirá, por R$ 19,50) ou a porção de anéis de lula empanados com pó de cinco especiarias (R$ 23,50). Entre as variadas opções de drinque, destaque para o Mahal, feito com saquê, suco de uva e suco de maçã verde, por R$ 11,50. Para quem não chegar a tempo, um aviso: o Opium, nova encarnação do Suen, deve abrir as portas em agosto no Ipanema Plaza Hotel.

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