São Paulo

21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

O arquiteto Gustavo Partezani Rodrigues lança o livro VIAS PÚBLICAS Tipo e Construção em São Paulo (1898-1945)

Por Cris Fusco

Sábado, dia 21 de agosto, no Estande Imprensa Oficial (entre as ruas F e G) na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no Pavilhão de Exposição do Anhembi.

A Apresentação do Livro é do Secretário da Cultura Andrea Matarazzo e o Prefácio é da Professora Professora Doutora Maria Cristina Leme (FAUUSP).

VIAS PÚBLICAS O arquiteto Gustavo Partezani relata neste lançamento a construção das vias públicas, entre 1898 e 1945, que ainda são, de certa forma a grande imagem da cidade modernizada que perdura até hoje. O livro investiga e reflete sobre a técnica de construção empregada e seu planejamento, o que significa resgatar a qualidade de existência e desenho dos espaços, renovando, portanto, a forma contemporânea. Como se faziam cidades até então.

Gustavo Partezani é Arquiteto e Urbanista formado pela Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo e Mestre em Arquitetura pela FAAUUSP. Atua na área de desenvolvimento de projetos e desenho urbano, na requalificação de centros e vias públicas, como o caso recente da Avenida Paulista. Como consultor técnico de projetos e legislação sobre vias públicas, desenvolve estudos e projetos voltados a atender a mobilidade urbana e a acessibilidade nas cidades.

Seria desejável que as ruas de São Paulo fossem elementos positivos e valorizadores do espaço público e, nesse sentido, é pertinente assimilar o repertório das gerações precedentes de urbanistas, sobre os critérios tradicionais e modernos de se construir a cidade. A construção das vias públicas, entre 1898 e 1945, ainda é de certa forma a grande imagem da cidade modernizada que perdura até hoje. Investigar e refletir sobre a técnica de construção empregada e seu planejamento significa resgatar a qualidade de existência e desenho dos espaços, renovando, portanto, a forma contemporânea. Como se faziam cidades até então.

Na primeira metade do século XX diversos projetos de ruas e avenidas definiram a imagem territorial da cidade de São Paulo. Construíram sua forma, seus processos de deslocamento e materializou a infraestrutura para o desenvolvimento paulistano. A evolução dos meios de transporte, principalmente os de caráter coletivo, originou novos modos de compreensão e produção do espaço urbano, interrompendo um processo empírico de construção e traçado das cidades. Através das técnicas de engenharia urbana, estes caminhos foram incrementados, iniciando a modernização e a conseqüente evolução urbana. Em contrapartida, com a intensa expansão, novos caminhos se tornaram necessários e os fundos de vale, por onde corriam os rios, córregos e ribeirões paulistanos, foram o território eleito para esta construção.

O estudo de tipos de vias públicas não está vinculado apenas a sua morfologia, sua estética ou materiais, mas, fundamentalmente, as suas origens, usos e atributos. As vias não são apenas formas acabadas sobre o território, mas, sim, canais naturais para a instalação de infraestrutura urbana – abastecimento de água, de luz, de telecomunicações e, sobretudo, de circulação. A intenção do estudo é, neste sentido, de apontar os muitos méritos do papel das vias na concepção da forma da cidade. Méritos freqüentemente considerados obsoletos e deixados de lado ao se decidir, hoje em dia, os critérios de renovação urbana, expansão e implantação de novos equipamentos. Trata da história da formação das ruas nesta primeira metade do século XX, antes do advento da metropolização de São Paulo, com o intuito de perpetuar a memória de estruturação e organização de nossa cidade.

Seria desejável que as ruas de São Paulo fossem elementos positivos e valorizadores do espaço público e, nesse sentido, é pertinente assimilar o repertório das gerações precedentes de urbanistas, sobre os critérios tradicionais e modernos de se construir a cidade. A construção das vias públicas, entre 1898 e 1945, ainda é de certa forma a grande imagem da cidade modernizada que perdura até hoje. Investigar e refletir sobre a técnica de construção empregada e seu planejamento significa resgatar a qualidade de existência e desenho dos espaços, renovando, portanto, a forma contemporânea. Como se faziam cidades até então.


Por Betânia Lins / Printec Comunicação - Em 12/08/2010

A convite da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEILIJ), Luis Eduardo Matta participará de um bate-papo sobre literatura infantil e juvenil, na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Ao lado da escritora Ana Cristina Melo, Matta receberá jovens leitores neste no domingo (15/8), a partir das 11 horas, no estande Coletivo da CBL (ruas N 42 e O 43). Autor da Primavera Editorial, Luis Eduardo Matta – um dos expoentes brasileiros do romance de suspense não policial – é signatário do “Manifesto Silvestre” em favor da literatura brasileira de entretenimento; um alicerce para a defesa da criação de uma literatura acessível, menos elitizada.

Uma das vozes mais criativas da nova literatura nacional, o escritor carioca Luis Eduardo Matta estará em São Paulo até o dia 20 de agosto para uma série de eventos durante a 21ª Bienal Internacional do Livro. Neste domingo (15/8), a partir das 11 horas, Matta participará de um bate-papo descontraído sobre “literatura infantil e juvenil”, no estande Coletivo da CBL (ruas N 42 e O 43). O encontro com jovens leitores integra a programação da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEILIJ) que conta, ainda, com a presença da escritora Ana Cristina Melo. No período da tarde, Luis Eduardo Matta – autor de “Morte no colégio”; “Roubo no paço imperial”; e “O rubi do planalto central” – encontra os fãs da Coleção Vaga-Lume no estande da Editora Ática (ruas J 10 e K 11). A Bienal do Livro de São Paulo acontece de 12 a 22 de agosto, no Pavilhão de Exposições do Anhembi (Av. Olavo Fontoura, 1.209), das 10 horas às 22 horas.

Um dos signatários de um manifesto em defesa da narrativa, do entretenimento e da popularização da literatura – Manifesto do Grupo Silvestre – Luis Eduardo Matta acredita que a leitura é uma atividade extremamente  prazerosa, mas os jovens não são estimulados a encará-la dessa forma. “A  leitura, a partir da pré-adolescência, é ensinada como uma obrigação chata, maçante, tediosa; não como uma forma de lazer que pode ser tão ou mais estimulante do que um jogo de videogame ou uma ida ao cinema. É  preciso que se fortaleça a ideia de que a leitura somente se incorpora aos nossos cotidianos e passa a fazer parte indissociável das nossas vidas  quando é vista como uma atividade lúdica, simples, agradável, estimulante”, afirma o autor de livros infantojuvenis e de thrillers como “O véu”, lançado pela Primavera Editorial.

Com a mesma versatilidade com a qual transita no universo infantojuvenil, Luis Eduardo Matta é um dos expoentes brasileiros do romance de suspense não policial. Em “O véu”, os bastidores do rico mercado de arte se cruzam com as sórdidas entranhas da turbulenta política do Irã. Do Rio de Janeiro a Teerã, passando por Genebra, “O véu” possui uma narrativa eletrizante, na qual o ponto de partida é o leilão, no Brasil, de uma misteriosa tela a óleo, chamada “O Véu”. Condenado por lideranças muçulmanas por retratar uma mulher seminua usando o véu islâmico, o quadro tem uma trajetória marcada por sucesso, polêmica, intriga e tragédia. Diversas pessoas tiveram a morte associada à obra – inclusive o pintor, Lourenço Monte Mor. Resultado de minuciosa pesquisa sobre o Irã, “O véu” é uma obra atual, que transpôs para a ficção a história recente de um país marcado pela polêmica.  A obra, sétimo livro do autor, marca a estreia de Luis Eduardo Matta na Primavera Editorial, após ter livros publicados por editoras como Ática e Planeta.

Luis Eduardo Matta

Luis Eduardo Matta nasceu no Rio de Janeiro, em 1974, cidade onde atualmente reside. Descendente de libaneses pelo lado paterno, o autor iniciou a carreira literária em 1993, aos 18 anos, com a publicação do livro Conexão Beirute-Teeran (Editora Chamaeleon), um thriller com nuances policiais, ambientado no pós-guerra do Líbano. A decisão de assumir por ofício a escrita pelo viés ficcional resultou na publicação das obras Ira implacável: indícios de uma conspiração” (Razão Cultural Editora); “120 horas” (Editora Planeta); “Morte no colégio” (Editora Ática); “Roubo no paço imperial” (Editora Ática); “O rubi do planalto central” (Editora Ática); e “O véu” (Primavera Editorial). Com abordagem contemporânea e estilo ágil, sutil e refinado, Matta confere ao thriller uma fisionomia brasileira sem despojá-lo das características fundamentais do gênero universal. www.lematta.com

Temas para entrevista

  • Mercado editorial brasileiro para thrillers.
  • Literatura de entretenimento e o Grupo Silvestre.
  • LPB (Literatura Popular Brasileira) – formatada aos moldes da Música Popular Brasileira (MPB) que, a despeito da declarada não erudição, se firmou como paradigma de qualidade e excelência.
  • Hábitos e costumes do Oriente Médio. Luis Eduardo Matta, carioca de origem libanesa, estuda desde 1990 a política do Oriente Médio.

Agendamento de entrevistas

Betania Lins betania.lins@printeccomunicacao.com.br

Fone: (11) 5182 1806 // 7338 3879

Blog do autor www.oveu.wordpress.com

Primavera Editorial

Criada em 2008, a Primavera Editorial – editora brasileira alinhada ao conceito de “butique de livros” –  estimula no cidadão brasileiro o hábito da leitura com conteúdos prazerosos, inteligentes e instrutivos. Investir em novos autores nacionais e estrangeiros, especialmente os estreantes e com obras que não foram publicadas no Brasil, tem sido uma das estratégias adotadas pela Primavera Editorial. Com diferentes linhas editoriais como romances históricos, sociais e de memória; ficção brasileira e estrangeira; policiais e thrillers, entre outras, as obras da Primavera Editorial são associadas à inovação e ao pioneirismo dos conteúdos, além da qualidade da produção gráfica. Os livros de ficção apresentados pela editora oferecem a possibilidade de “viver emoções” que não fazem parte do “enredo” cotidiano dos leitores.

Em 2009, a Primavera Editorial ampliou a atuação no mercado editorial brasileiro com a criação dos selos BIZ – destinado à publicação de livros que fomentam uma cultura corporativa positiva – e EDU, uma alusão à palavra inglesa education, associada à educação continuada. O selo PSI, criado em 2010, é voltado à publicações técnicas focadas em psicologia, psicanálise e estudos associados. A unidade de negócio responsável pelos selos gere o investimento da editora no segmento de não ficção, publicando obras que oferecem possibilidades de reflexão, aprendizado continuado e aplicação de conceitos. www.primaveraeditorial.com.br

Por Fernanda Callefo

Abril Educação participa da 21ª Bienal Internacional do Livro com diversas atrações

Espaços para todos os públicos, tarde de autógrafos e muitas promoções são algumas das atrações das editoras Ática e Scipione no evento

A Abril Educação, que congrega as editoras Ática e Scipione, é presença confirmada na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Em seu estande, haverá espaços específicos para os diferentes públicos presentes: crianças, jovens, pais, alunos e professores, com muitas promoções e descontos que chegam até 40%, além de uma vasta programação cultural. Um dos convidados especiais será Maurício de Sousa, que receberá os visitantes em uma tarde de autógrafos. A Bienal acontece entre os dias 12 e 22 de agosto de 2010, no pavilhão de exposições do Anhembi,
em São Paulo. 

Os professores e alunos terão uma atenção especial neste ano. No “Espaço Escola”, os educadores, além de encontrar livros para trabalhar em sala de aula, também receberão os catálogos das editoras Ática e Scipione. Além disso, eles poderão conhecer o Festival Literatura em Vídeo, concurso cultural de vídeos direcionado a professores e alunos de Ensino Fundamental II e Ensino Médio. Outra novidade da empresa para a Bienal 2010 é o ‘Espaço Tecnologia’, que apresentará tendências e inovações para a área da educação.

Para as crianças, a Abril Educação disponibilizará uma réplica de um ‘ônibus espacial’ com diversas atividades. Com isso, os pais poderão visitar o espaço das editoras tranquilamente enquanto seus filhos se divertem e aprendem.

Promoções

Entre as promoções previstas pela Abril Educação, algumas prometem chamar a atenção do público presente, como a ‘hora maluca’, com descontos de 35% em todos os livros. A ação acontecerá em horas aleatórias, durante todos os dias do evento. Além disso, na compra de dois livros, o visitante receberá gratuitamente uma revista Recreio. Outra oferta imperdível: quanto maior a quantidade de livros adquiridos, maior o percentual de desconto, que pode chegar a 30%. E para tornar a leitura ainda mais acessível, haverá livros por apenas R$ 5.

Outras atrações

Uma das atrações da Abril Educação na Bienal é a presença de Maurício de Sousa. O autor receberá o público e autografará o livro ‘A reforma ortográfica em versinhos’, no dia 13 de agosto, das 14h às 15h. As cem primeiras crianças que chegarem ao estande das editoras Ática e Scipione, a partir das 14h, ganharão o livro.

Além do criador da Turma da Mônica, o estande contará com a presença de diversos autores, como Gilles Eduar, Regina Drummond, Andréia Viera, Ricardo Girotto e Laurent Cardon, que farão uma série de atividades com o público. A programação ainda conta com teatro, oficinas, histórias e a comemoração dos 30 anos da personagem ‘Serafina’, da escritora Cristina Porto, com direito a parabéns e bolo.

Autores marcam presença no estande das editoras Ática e Scipione

Convidados especiais receberão o público para uma série de atividades interativas

São Paulo, 10 de agosto de 2010 – A Abril Educação, que congrega as editoras Ática e Scipione, terá convidados especiais para receber o público na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece entre os dias 12 e 22 de agosto de 2010, no pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo. O criador da Turma da Mônica, Maurício de Sousa, e autores como Regina Drummond, Cristina Porto, Gilles Eduar, Andréia Viera, Ricardo Girotto e Laurent Cardon, são presenças confirmadas no estande do grupo, e realizarão uma série de atividades interativas.

A programação com os convidados especiais começa na sexta-feira, 13. A partir das 14h, Maurício de Sousa estará no estande das editoras Ática e Scipione para receber o público e autografar o livro ‘A reforma ortográfica em versinhos’. Aproveitando o ‘clima’ da data, Regina Drummond receberá os visitantes para um momento de conversas e histórias de vampiros, das 15h às 16h. O encontro se repete no dia 21, entre 18h e 19h.

 No dia 14 (sábado), das 17h30 às 18h30, haverá uma festa de aniversário. A personagem Serafina, criada por Cristina Porto, completará 30 anos. O ‘parabéns’, com direito a bolo, contará com a presença da autora, e todo o público está convidado para comemorar.

 No domingo, 15, das 11h às 12h, Andréia Vieira conta a história de Duda Bocuda, uma menina com o péssimo hábito de fazer fofoca. A autora volta ao estande no dia 17 (terça-feira), das 15h às 16h. Ainda no domingo, 15, das 17h às 18h, e no dia 18 (quarta-feira) das 11h às 12h, o autor Gilles Eduar realizará uma oficina de desenho.

Já no dia 20, das 14h às 15h, o autor Ricardo Girotto diverte e ensina a criançada com a oficina ‘Brincando de fazer brinquedo’. Das 15h às 16h, haverá uma sessão de autógrafos com Laurent Cardon, autor do livro infantil Calma, Camaleão.

A programação não pára por aí. A Abril Educação preparou para os visitantes muitas promoções; e uma série de outras atividades, com teatro, música, oficinas, histórias e uma réplica de um ônibus espacial. Também haverá o Espaço Escola, especialmente voltado para professores e alunos, e o Espaço Tecnologia, com tendências e inovações para a área da educação.

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