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TEATRO - SÃO PAULO

Cala Boca Já Morreu

Cala Boca Já Morreu

Fotos: Sergio Massa

Roteiro de teatro - São Paulo

Por Márcia Marques / Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Cia. Das Artes estreia “Cala Boca já Morreu” de Luís Alberto de Abreu Texto retrata a realidade da migração em SP

13 de outubro a 25 de novembro de 2011

João é um jovem interiorano e chegou recentemente a São Paulo. Atílio, mais velho e experiente, está há um bom tempo por aqui. Juntos, vivenciam as histórias de migrantes que chegam a São Paulo com as malas cheias de sonhos e ilusões, mas logo descobrem que a realidade é bem outra. Estreia no dia 13 de outubro de 2011, no Teatro Commune (Rua da Consolação, 1218 – São Paulo/SP), “CALA BOCA JÁ MORREU”, texto de Luís Alberto de Abreu e direção de Antonio Netto, da Cia das Artes.

Apesar de ser comédia em dois atos, “Cala boca já morreu” faz humor a partir de um tema sério: brasileiros migrantes que chegam a São Paulo. Por intermédio da trajetória dos personagens João e Atílio, o espectador depara-se com diversas situações que ilustram o quanto esses migrantes se tornam presas fáceis para a exploração, desemprego, desrespeito, violência e miséria.

Viaduto do Chá, bairro do Bexiga, Cracolância, as ruas do centro velho da cidade. A essência e a verve destes lugares são os cenários por onde caminham os personagens criados por Luís Alberto de Abreu - especialista em teatro popular - e que pontuam este texto escrito por ele durante os anos de repressão política no Brasil. Artistas das casas noturnas, prostitutas, travestis, malandros, homens e mulheres de bem, porém, assolados pela falta de condição, pela moradia precária, pela falta de grana.

Os personagens

Atílio (Jair Aguiar), personagem de 56 anos, nasceu em São Paulo, vive no bairro do Bexiga e conhece a cidade como a palma de sua mão. É um grande reivindicador, tem grande experiência e vivência na época da ditadura, período em que o texto foi escrito. Após e conhecer João (Rafael Dib), inicia uma forte amizade com o recém chegado à cidade e passa a apresentar vários lugares da metrópole.

No decorrer da trama, João acaba influenciando-se fortemente pelas ideias políticas de Atílio. “Os dois personagens costuram toda a história dramatúrgica do texto”, pontua Antonio Netto, que, a partir de um tema que aborda um grande problema social, conseguiu montar um espetáculo recheado com o bom humor tipicamente brasileiro.

“Apesar da situação difícil em que os personagens se encontram, fizemos uma montagem em ritmo de comédia. Daquelas comédias que encaram nossos problemas com muito bom humor. Rir da própria miséria é uma das melhores soluções”, pondera o diretor Antonio Netto. No elenco, Jair Aguiar como Atílio Rocheto, além dos atores convidados Will Damas, Camilla Flores, Rafael Dib e Michelle Gabriel.

CALA BOCA JÁ MORREU
Temporada: 13 de outubro a 25 de novembro de 2011
Horários: quintas e sextas feiras às 21h.
Local: Teatro Commune - Rua da Consolação 1218 (11) 3807-0792
Lotação: 85 lugares
Duração: 70 minutos
Recomendação: 16 anos
Ingressos: R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia entrada)
A bilheteria será aberta uma hora antes do espetáculo.

Por Márcia Marques / Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Cia. Das Artes estreia “Cala Boca já Morreu” de Luís Alberto de Abreu Texto retrata a realidade da migração em SP

13 de outubro a 25 de novembro de 2011

Cala Boca Já Morreu

Foto: Athenas

Sinopse

O mundo é pequeno demais e algumas coincidências nada agradáveis, mas muito engraçadas, acontecem. Um descontraído encontro entre seis amigos se transforma numa grande confusão ao descobrirem que estão todos envolvidos na armadilha da mentira, traição e falsidade.

Sobre o espetáculo

Com muita propriedade, sem dispensar o humor e, porque não, um pouco de sarcasmo, Regina Mariarte conseguiu reunir o drama da vida real e a insensatez de quem pensa que está traindo às escondidas com o cair de máscaras sequencial e implacável que vai mostrando, pouco a pouco, a verdadeira face de cada personagem. Uma história dinâmica e moderna. Uma comédia apimentada e deliciosa onde, a cada instante, alguém pode se identificar com momentos vividos em seu
dia-a-dia.

Beto e Bruna são recém casados e retornaram da lua-de-mel. Resolvem então receber uns amigos em seu novo apartamento para uma reunião informal. Jorge e Tonhão (amigos do casal) são convidados. Tonhão convida sua namorada, Marina que comparece à reunião com sua irmã Marcela.

Desencadeia-se então uma sequência de coincidências que mexem com as estruturas emocionais dos presentes.

Um texto genial. Um espetáculo que pode ser uma lição para muitos na medida em que faz o público analisar suas atitudes no que diz respeito a relacionamentos.

Por mais forte que seja o laço afetivo, na maioria das vezes existe mentira, traição ou omissão. Verdade, lealdade e fidelidade são palavras que deveriam estar presentes em qualquer tipo de relação humana, mas nem sempre é o que acontece.

O que leva uma pessoa a enganar a outra que diz amar? Qual a finalidade? Traição tem perdão? Uma questão para ser discutida entre pessoas que se amam, antes que alguém fique
"de rabo de preso".

De Rabo Preso - Gênero: comédia. Teatro Santo Agostinho (690 lugares)
Rua Apeninos, 118 (próximo ao Metrô Vergueiro) Tel. 11 3209- 4858 - Estreia dia 4 de agosto – Temporada até 27 de outubro de 2011. Quintas, às 21h Ingressos – 40,00 (inteira) / 20,00 (meia-entrada) Classificação: 14 anos | Duração: 75 minutos | www.teatrosantoagostinho.com.br