
Cantor, compositor e ator faz show no Tom Jazz para mostrar, pela
primeira vez em São Paulo, as canções de seu segundo CD, "Cara".
No próximo dia 17 de julho o cantor, compositor, ator e diretor Claudio Lins estará de volta aos palcos de São Paulo. Em uma apresentação única, ele subirá ao palco do Tom Jazz para mostrar, pela primeira vez em São Paulo, as canções de seu segundo CD "Cara", lançado em 2009 pela Biscoito Fino. Claudio, que vive atualmente o protagonista da novela "Uma Rosa com Amor", do SBT, o francês Claude, fará a primeira apresentação do CD em São Paulo.
O show, dirigido por Ana Baird e produzido por Maria Braga, terá a participação da cantora Luciana Mello e do também cantor e compositor Carlos Careqa, que assina com ele uma das faixas do CD, "Lotação Esgotada", e que se reencontram com o cantor após participarem como convidados em seu CD.
Com uma hora e 20 minutos de duração, e acompanhado dos músicos João Gaspar (guitarras e violão), André Vasconcellos (baixo acústico) e Glaucio Ayala (bateria), Claudio cantará as canções do novo disco, incluindo o sucesso"Cupido" (que faz parte da trilha sonora da novela "Uma Rosa Com Amor" e já foi gravada anteriormente por Maria Rita), além de clássicos de Caetano Veloso ("Fora de Ordem") e Ivan Lins ("Dinorah").
Aos 37 anos, Claudio Lins acredita estar vivendo o melhor momento profissional de sua vida. Enquanto dá vida ao francês Claude na TV, continua seu trabalho musical: "Como artista, tanto a música como a atuação são as minhas formas de expressão. Em mim, elas são uma coisa só. Fico especialmente feliz quando consigo reunir as duas num mesmo trabalho, como é o caso dos musicais. E, toda vez que há tempo, me dedico à composição. Sempre que surge a inspiração eu embarco. As idéias novas aparecem," confessa ele, que diz adorar "trocar figurinhas com o pai - minha maior inspiração."
“Cara”, lançado pela gravadora Biscoito Fino, é o segundo disco de Claudio, e seu lançamento ocorreu durante o show “1+1”, em que dividiu o palco com o pai, Ivan Lins. Em 1999 ele lançou seu primeiro CD solo, “Um”. "Cara" apresenta composições próprias e parcerias com Ivan Lins, Ronaldo Monteiro de Souza, Marcio Guimarães e Carlos Careqa, além de participações especiais de Luciana Mello, Pedro Mariano e Lucinha Lins.
Claudio também aguarda a estreia de dois filmes: "Teus Olhos Meus", de Caio Soh, onde interpreta um homem traído pelo seu namorado, e o premiado documentário "Dzi Croquettes", de Tatiana Issa e Raphael Alvarez, que tem como tema uma canção sua e de Claudio Tovar.
Claudio Lins fez aulas de piano e teoria musical, e participou de inúmeros coros infantis. Ainda criança estrelou os musicais “Sapatinho de cristal” e “Verde que te quero ver”. Formou várias bandas na adolescência e estudou no Tablado, no Rio de Janeiro. No teatro, trabalhou com diretores consagrados e em 2009, Claudio esteve em turnê por Portugal e Brasil com o musical "Gota d'água", enquanto fez a direção musical da peça "Diário de um louco", de Gogol. Na televisão, atuou em novelas e mini séries. Na área musical fez trilhas para peças teatrais e suas composições têm sido gravadas por intérpretes como Maria Rita, Luciana Mello, Pedro Mariano, Renata Adegas, entre outros. Em 2006 dirigiu o show "Pessoa rara", do trio vocal Folia de 3, e o show "Acariocando", de Ivan Lins. Ainda co-dirigiu, juntamente com Rogério Fabiano, o musical "Aracy Cortes, a Rainha da Praça Tiradentes". Em 2007/2008, exerceu a função de diretor artístico no Projeto Pixinguinha, trabalhando com artistas como Monarco, Cida Moreira, Borguettinho e Ivan Lins, entre outros.
SHOW do CD CARA, de Claudio Lins:
Local: TOMJAZZ
Endereço: AV. Angélica, 2331 - Higienópolis
Data: 17 de julho (sábado)
Horário: 22 h
Tels.: (11) 3255.0084 ou 3255.3635
www.tomjazz.com.br
Ficha Técnica:
Músicos: João Gaspar (guitarras e violão), André Vasconcellos (baixo acústico) e Glaucio Ayala (bateria)
Participações Especiais: Luciana Mello e Carlos Careqa
Iluminação: Cadú Favero
Direção: Ana Baird
Produção: Maria Braga
Assessoria de Imprensa: MEDIA MANIA
Duração do show: cerca de 1h20
Preço: R$ 40,00
Site: www.claudiolins.com.br
Instalado em um charmoso sobrado de tijolos aparentes no número 2331 da avenida Angélica, o TOM JAZZ (inaugurado em outubro de 2005) é mais do que um espaço para os amantes do ritmo que dá nome à casa. Projetada internamente pelos arquitetos Jorge Konnigsberger e Gianfranco Vannuchi e com desenho de luz assinado pelo iluminador Maneco Quinderé, o espaço tem capacidade para 200 pessoas, distribuídas em dois andares.
A empreitada leva a assinatura de três nomes conhecidos da noite paulistana: os empresários Paulo Amorim (sócio-proprietário do Tom Brasil-Nações Unidas), Edgard Radesca (sócio-proprietário do Bourbon Street) e Paulo Rosa (sócio-proprietário do Canto da Ema). Na decoração, predominam materiais rústicos, como madeira e tijolo, que favorecem a acústica do lugar, uma das grandes preocupações dos donos da casa. Nas paredes do térreo, quadros com fotos dos nomes que já passaram pelo TOM JAZZ , todos artistas nacionais – como Wagner Tiso e Victor Biglione, Leny Andrade, Nelson Ayres e Paulo Bellinati etc. –, com exceção de John Pizzarelli, que deu uma canja na inauguração da casa.
A construção já existia, os sócios apenas adaptaram o interior do prédio que lembra os traços de uma pequena igreja. A localização também foi um dos fatores que pesaram para a escolha do local. Bairros como Vila Madalena e Vila Olímpia, reduto de casas noturnas e bares, vivem congestionados e quem sai com a intenção de se divertir acaba ficando estressada antes mesmo de chegar ao lugar pretendido. Já a Avenida Angélica não tem trânsito intenso durante a noite e, por isso, ganhou pontos com Paulo Amorim, Edgard Radesca e Paulo Rosa na hora de baterem o martelo sobre o endereço do TOM JAZZ .
A acústica da casa também recebeu atenção especial. No mezanino ou no térreo é possível ouvir o show com perfeição e com a mesma qualidade, graças aos equipamentos de som de altíssima qualidade. Agora, para os detalhistas, que gostam de curiosidades e de observarem a maneira como os músicos tocam, a dica é sentar-se na primeira fila do mezanino. De lá, em uma das mesas com tampo de Embuia, é possível olhar atentamente todo o trabalho técnico das mãos dos pianistas enquanto toca o piano acústico ¼ de cauda Yamaha, ou, dependendo da sua posição, os movimentos de um baixista ou baterista.
Mesmo sendo um lugar pequeno e aconchegante, o TOM JAZZ , que tem direção artística de Jane Duboc, oferece aos artistas uma infraestrutura de grandes casas de shows. Além da sua qualidade acústica, o clube de jazz tem entrada e estacionamento exclusivo para os músicos, facilitando a entrada de instrumentos no local.
Ao entrar, os músicos podem se dirigir a um dos dois camarins que ficam no subsolo da casa. Equipados com chuveiro, ar condicionado e frigobar, os dois são divididos por uma sala de espera onde o artista e sua equipe podem assistir a canais de TV a cabo ou receber fãs, convidados e amigos, entre outros.
O TOM JAZZ não é uma casa de shows, mas sim, um clube de jazz que oferece um programa cultural completo e elegante.
O cardápio sofisticado desenvolvido pelo chef Luiz Fernando Sanguini, prova a preocupação da casa com a gastronomia e inclui pratos quentes, saladas, entradas e sanduíches. Um dos itens mais pedidos do menu é uma massa: Linguini (um tipo de macarrão) com camarões gigantes e lagostin ao molho de tomates frescos e ervas (R$ 37,00). Outro que também faz sucesso entre os clientes é a posta de bacalhau ao vinho branco, com alcachofrinhas e polenta gratinada com queijo (R$ 37,00). Quem gosta de um prato leve pode optar pela tradicional Ceasar's Salad (R$ 16,00) ou pela Salada do Campo, uma salada verde com crispie de presunto parma, queijo de cabra com ervas e vinagrete de pitanga (R$ 21,00). Há ainda o Carpaccio de Haddock defumado, com vinagrete de limão siciliano, tudo sobre uma cama de salada verde (R$ 25,00).
Entre as opções de entrada o destaque fica para o Mix de Canapés (R$ 24,00): são nove canapés, três de salmão com cream cheese e wassabi; três de palmito fresco, presunto de parma e geléia de pistache; e três de tartar de filé mignon com pimenta rosa. Para aqueles que preferem sanduíches, a dica da casa é a baguete de parmesão, com salmão, queijo emental, mini agrião e vinagrete de limão siciliano (R$ 14,00).
A carta de vinhos, que inclui cerca de 60 rótulos do mundo inteiro, também foi criada cuidadosamente. Na adega climatizada, que tem espaço para 200 garrafas, um dos destaques é o italiano Barolo Cannubi (R$ 592,00 a garrafa, um dos vinhos mais caros da casa). O francês Châteauneuf du Pape (R$ 240,00) e o argentino Pulenta Stat, feito a partir da uva Malbec (R$89,00), também figuram entre rótulos sul-africanos, portugueses, chilenos e outros.
Tom Jazz site: www.tomjazz.com.br
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