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CULTURA RIO - CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL

JT - Um conto de fadas punk

Foto: Christian Gaul

Por Bruna Amorim - Daniella Cavalcanti Assessoria de Imprensa

Centro Cultural Banco do Brasil

JT - Um conto de fadas punk

Temporada: de 16 de março a 27 de maio de 2012

Depois de sua estreia nacional em Brasília, chega ao Rio de Janeiro, no dia 16 de março, no Centro Cultural Banco do Brasil, o espetáculo JT – Um conto de fadas punk, de Luciana Pessanha, direção de Susana Ribeiro e direção geral de Paulo José. O espetáculo traz ao público a história ‘verídica’ de JT Leroy, um jovem escritor consagrado como um grande fenômeno da literatura mundial, admirado por personalidades como Madonna, Bono Vox, Winona Rider, que nunca existiu.

A peça, que traz no elenco Débora Duboc, Natália Lage, Nina Morena, Hossen Minussi e Roberto Souza, discute o que os sociólogos estão chamando de “geração da imagem” ou “geração midiática”, que tem fabricado muitas celebridades “relâmpago”. JT – Um conto de fadas punk é uma história inédita no Brasil, sobre a autobiografia de um personagem inventado. Um modo de criar que mistura literatura e performance. E agora se desdobra no teatro, onde o que se propõe é um espetáculo que traga na sua forma e na linguagem, as próprias questões que pretende discutir.

Direção: Susana Ribeiro | Direção Geral: Paulo José
Elenco: Débora Duboc, Natália Lage, Nina Morena, Hossen Minussi e
Roberto Souza

Local: Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro – Teatro I
Rua Primeiro de Março, 66 – Centro. Tel.: (21) 3808-2020
Horários: quarta a domingo, às 19h
Ingressos: R$ 6,00
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 90 minutos
Bilheteria: Terça a domingo, das 10h às 21h
Capacidade:  175 lugares (sendo 3 cadeirantes)
Temporada: de 16 de março a 27 de maio
http://ensaiojt.blogspot.com

Por Bruna Amorim - Daniella Cavalcanti Assessoria de Imprensa

Eternos Modernos

De janeiro a maio de 2012

O evento lança um olhar sobre a busca da modernidade em diferentes temporalidades da produção da música de concerto no Brasil. Do percurso da modernidade como sinônimo de civilização no século XIX e início do XX, ao conceito de ruptura estabelecido com os processos de experimentação que marcaram a pós semana de arte, até o estabelecimento da meta-linguagem e da transversalidade que marcam a produção atual.

Ao trazer este diálogo entre memória e tempo presente, o evento Eternos Modernos agrega ao imaginário carioca, nesta temporada de 2012, a busca da liberdade de experimentações que deságuam em novas práticas.

Entre os convidados, importantes nomes do cenário musical brasileiro, como o regente Antonio Augusto, o Trio Velasquez, o Quarteto Radamés e, ainda, a participação especial de Paulo Sérgio Santos. Sempre em dois horários, às 12h30 e às 19h, os concertos, seis no total, acontecem na segunda terça-feira de cada mês, até maio. Com exceção dos meses de janeiro, que terão dois dias de apresentações, já que não teremos concertos em fevereiro.

“Somos agora eternos em um presente moderno e modernos pela eternidade de nosso presente... Fomos e somos eternos modernos? O tempo que não cala nos dirá em boa música e na boa hora...”.

Por Antonio Augusto (idealizador e diretor artístico do evento)

Programação - Eternos Modernos

10 de janeiro de 2012
Modernidade e civilização
Banda Anacleto de Medeiros

Andréa Ernest Dias (Flauta e Flautim); Marcos Passos (Clarinete, Clarone e Requinta); Fernando Silveira (Clarinete e Sax Alto); Elias Borges (Clarinete e Sax Tenor); Gilberto Pereira (Sax Barítono); Jessé Sadoc (Trompete); Wellington Moura (Trompete); Josué Soares da Silva (Trompa); João Luiz Areias (Trombone); Eliezer Rodrigues (Tuba); Oscar Bolão (Percussão).

Regente: Antonio Augusto
Este concerto privilegia obras compostas no final do século XIX e inicio do século XX e o que trazem em sua temática; opções formais a utilização do material popular urbano tratado de acordo com os princípios estéticos das escolas européias de composição. Desta forma, raridades como a obra Hilaridade, de Henrique Gurjão, composta no decênio de 1890, e que emprega vários compassos de gargalhadas, o que causou enorme furor em suas primeiras performances; o Samba, de Alexandre Levy, primeira peça de concerto a utilizar esse tema, poderão ser apreciados ao lado de composições de Meneleu Campos, Henrique Alves de Mesquita e Chiquinha Gonzaga.

31 de janeiro de 2012
Modernidade e a República
Trio Velasquez - Oksana Dragos, violino; Sergio Schreiber, violoncelo; Terão Chebl, piano

O trio apresentará dois importantes compositores que marcaram o período da consolidação da república, com estilos contrastantes, mas de certa maneira complementares: Francisco Braga, compositor carioca que realiza em suas obras uma síntese das modernas correntes musicais européias, algumas reveladas na influência de seu professor Jules Émile Massenet, em Paris. Entre elas, destaca-se a utilização de recursos típicos do verismo de algumas óperas italianas e, em alguns exemplos, a utilização dos recursos contrapontísticos de Wagner. Glauco Velasquez, o outro compositor a ser visitado, iniciou, em 1902, seus estudos de composição no Instituto Nacional de Música, e talvez seja o compositor brasileiro mais comumente qualificado moderno. Ao tentar rotular sua obra alguns críticos viram nela pontos vinculantes ao expressionismo e mesmo tendências ao atonalismo. O mérito de seu trabalho foi reconhecido, ainda em vida, por Luciano Gallet, Xavier Leroux, Darius Milhaud e muitos outros músicos ligados às vanguardas. O conjunto de sua obra é, cada vez mais, objeto de interesse por parte de pesquisadores e executantes contemporâneos.

13 de março de 2012
Modernidade e ruptura
Quarteto Radamés Gnattali - Carla Rincón, violino I; Francisco Roa, violino II; Fernando Thebaldi, viola; Hugo Pilger, violoncelo

O terceiro concerto visita à obra de dois compositores distintos, Paulino Chaves, compositor formado em Leipzig, na Alemanha, onde foi aluno de Robert Teichmueller (piano); Salomon Jadassohn (harmonia, contraponto e fuga) e Paul Quasdorf. Este Quarteto, composto em 1915, ilustra a influência de vários compositores europeus. E os conhecimentos adquiridos com o maestro húngaro Arthur Nikish, considerado um dos maiores intérpretes da música de Bruckner e Tchaikovsky.
Os quartetos de cordas de Villa Lobos são considerados como obras de referência na prática de música de câmara, no Brasil. Com seu inconfundível talento Villa Lobos se apropria desta formação tradicional da música européia para criar uma linguagem única e arrojada, que é, em nossos dias, abordada com um olhar mais apurado, ampliando seus limites de caráter nacionalista, tornando-se obras presentes no repertório dos melhores quartetos do mundo inteiro.

10 de abril de 2012
Modernidade e experimentação
Sexteto Rio - Eduardo Monteiro, flauta; Victor Astorga, oboé; Marcio Costa, clarineta; Antonio Augusto, trompa; Ariane Petri, fagote; Flávio Augusto, piano.

O quarto concerto é dedicado à produção pós-semana de arte, incluindo obras de Francisco Mignone e Radamés Gnatalli. Mesmo assim, a presença do ideário deste movimento continuava emanar sua presença. Ao voltar da Europa, em 1929,Mignone retoma contato com Mário de Andrade, cuja influência foi decisiva no sentido de adoção do nacionalismo musical, muito embora o compositor já houvesse criado obras de acentuado caráter nacional e as composições assinadas sob o pseudônimo de Chico Bororó. Radamés Gnattali é uma das mais importantes figuras da história da música brasileira ou “o pai musical de todos nós”, citando Tom Jobim. De Ernesto Nazareth, passando por Tom Jobim e aportando na mais nova geração de músicos, Radamés tem presença fundamental. Sua obra, diversificada e gigante, construída em 60 anos de carreira, é aqui exemplificada com a “Sonatina a Seis” e demonstra toda a perspectiva

08 de maio de 2012
Modernidade e independência
Grupo Música Nova - Marcos dos Passos, clarineta; João Luiz Areias, trombone; Alexandre Brasil, contrabaixo; João Vidal, piano; Marisa Rezende; direção.

Neste quinto concerto, serão executadas peças de jovens compositores brasileiros como Caio Senna, Roberto Victorio, Marcos Nogueira, Marcus Ferrer, e da grande dama da composição brasileira, Marisa Rezende, que dirige o Grupo Música Nova. Serão destacadas obras que representam o universo atual da prática composicional em nosso país. Abordagens, métodos e opções técnicas e estéticas diferenciadas poderão ser apreciados neste concerto a ser realizado por um dos mais importantes grupos da música instrumental contemporânea.

29 de maio de 2012
A pós-modernidade
Quarteto Uirapuru - Fernando Pereira, violino; Dhyan Toffolo, violino; Diemerson Pereira, viola; Claudia Grosso, violoncelo.

Participação especial: Paulo Sérgio Santos, clarinete
Neste concerto o Quarteto Uirapuru irá apresentar duas obras estreadas no ano de 2010: “Revisitando”, de H. D. Korenchendler e “Quarteto nº 4 Trópico de Capricórnio”, de Ricardo Tacuchian. O destaque fica por conta da estréia da obra composta por Paulo Sérgio Santos especialmente para o projeto Eternos Modernos, trazendo para os nossos tempos uma prática usual dos tempos passados: a atuação do artista como criador e intérprete de sua própria obra. Nada mais moderno, nada mais tradicional para encerrar este percurso que abrange música, modernidade e identidades.

Local: Centro Cultural Banco Brasil – Teatro II
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro. Tel.: 3808-2020)
Bilheteria: Terça a domingo, das 09h às 21h
Horários: 12h30 e 19h
Ingresso: R$6,00
Classificação: Livre
Temporada: Janeiro a Maio de 2012
Site: www.ccbb.com.br

Por NossaDica

Gauchada Sul Gêneris

24 Janeiro a 26 Junho de 2012

O evento apresenta a música popular contemporânea produzida no Estado do Rio Grande do Sul, tanto instrumental quanto vocal, com artistas representativos da cultura gaúcha, nos mais diversos matizes e diferentes gerações.

Programação

28 fevereiro: Gisele de Santi e Banda
27 março: Marcelo Delacroix e Banda
24 abril: Nó de Pinho
22 maio: Pedrinho Figueiredo Trio
26 junho: Leandro Maia e Banda

Por Assessoria de Imprensa: Debs Comunicação

Projeto Brasil Vocal 2012

O Concurso

Em 2011, o CCBB Rio lançou, em iniciativa pioneira, o projeto Brasil Vocal - um concurso de arranjo vocal, de âmbito nacional, com objetivo de fomentar o repertório de música brasileira para grupos vocais a capella, contribuindo assim, com o surgimento de novos arranjadores. Como o sucesso do primeiro, agora o CCBB lança a segunda edição do projeto, homenageando Luiz Gonzaga, pois em 2012 comemora-se o seu centenário, e dando continuidade à sua política de fomento à produção cultural, formação de público e democratização do acesso a todos os tipos de arte.

Nesta segunda edição, o concurso se expandiu e terá duas categorias: Concurso Nacional de Arranjos para Grupos Vocais a Capella – que irá premiar arranjos inéditos para músicas de livre escolha, além de um prêmio especial para o melhor arranjo feito a partir de uma composição de Luiz Gonzaga - e Concurso Nacional de Novos Grupos Vocais a Capella – que irá premiar os melhores grupos vocais da nova geração de todo o Brasil, contribuindo ainda mais para o surgimento de novos talentos.

Para participar, os interessados devem estar atentos às normas. No Concurso Nacional de Arranjos para Grupos Vocais a Capella, a inscrição é individual, ou seja, um arranjador deve escrever seus trabalhos, originais e inéditos, e enviar as partituras para análise da comissão julgadora. Os candidatos devem inscrever duas músicas, obrigatoriamente, sendo uma delas brasileira (popular ou folclórica) de livre escolha e outra do compositor Luiz Gonzaga.

No caso do Concurso Nacional de Novos Grupos Vocais a Capella os grupos irão se apresentar, através de performance, e a inscrição será através de envio de CD com a gravação de duas músicas.

As inscrições já estão abertas e irão até o dia 31 de março de 2012. A ficha e o regulamento do concurso estarão disponíveis no site www.bb.com.br/cultura.

Premiação

Para o Concurso Nacional de Novos Grupos Vocais a Capella serão selecionados por uma comissão julgadora formada por nomes importantes do meio musical, que, através da audição do material enviado, selecionará até 10 (dez) grupos, para se apresentarem na etapa final, no dia 03 de junho. Destes 10 selecionados, três serão premiados. O primeiro lugar ganhará R$ 5.000,00 (cinco mil reais), o segundo, R$ 3.000,00 (três mil reais), e o terceiro, R$ 1.000,00 (mil reais).

O Concurso Nacional de Arranjos para Grupos Vocais a Capella terá a mesma premiação, para primeiro, segundo e terceiro lugares. Porém, será oferecido, ainda, um prêmio especial do júri, no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais), para o melhor arranjo de música do compositor Luiz Gonzaga. Estas obras finalistas serão apresentadas ao público no dia 02 de junho, por um grupo vocal arregimentado especialmente para a função.

Este concurso de arranjos também terá uma comissão julgadora, que, através da análise das partituras de todas as obras inscritas, selecionará 12 (doze) finalistas: 9 (nove) arranjos de música popular (ou folclórica) brasileira de livre escolha e 3 (três) arranjos de músicas de Luiz Gonzaga.

Nos dois concursos, o júri se reunirá, e, levando-se em consideração também o voto do público, as premiações serão definidas.

Programação:

Além do show do Boca Livre comemorando a abertura do projeto, a programação do Brasil Vocal 2012 está recheada com muitos shows, oficinas e mesa-redonda – todos gratuitos – apresentando um painel atual com grupos vocais de diferentes regiões do Brasil e dando visibilidade a esta novíssima e bem sucedida geração.

Neste ano, os shows serão divididos em Festival e Festivalzinho. O Festival contará com a participação de grupos conhecidos do cenário de arranjo vocal e o Festivalzinho trará espetáculos de grupos vocais que têm trabalhos dedicados ao público infanto-juvenil. As oficinas e mesa-redonda irão abordar temas relacionados à prática vocal em música popular. As oficinas serão abertas para o público em geral, mas são particularmente dedicadas ao público infanto-juvenil.

Shows:
17/05 – quinta-feira – Mulheres de Hollanda (RJ)
18/05 – sexta-feira – Gogó Boys (RJ)
19/05 – sábado – Barbatuques (SP) - Festivalzinho
20/05 – domingo – Bebossa Kids (RJ) – Festivalzinho
24/05 – quinta-feira – Canto Ma No Presto (SP)
25/05 – sexta-feira – Octo Voci (RN)
26/05 – sábado – Chicas (RJ) - Festivalzinho
27/05 – domingo – Amaranto (MG) – Festivalzinho
31/05 – quinta-feira – Arirê (SP)
01/06 – sexta-feira – Alma de Gato (MT)
02/06 – sábado – Final do Concurso dos Arranjos Vocais e lançamento do ‘Caderno de Partituras’ com os arranjos finalistas da primeira edição do concurso, em 2011.
03/06 – domingo – Final do Concurso dos Novos Grupos Vocais

Oficinas:
Barbatuques – O corpo do som - (19/05)
Bebossakids – Cantando o sete - (20/05)
Amaranto – O corpo que canta - (27/05)

Mesa redonda:
Membros da comissão julgadora e convidados discutirão o tema “Um balanço da nova geração de grupos vocais brasileiros”, no dia 03 de junho.