
de Renata Mizrahi. Joaquim, vivido por João Velho, é um menino apaixonado pelas estrelas e triste com a indiferença que os adultos dispensam a elas. Com a ajuda de sua amiga Regininha, interpretada por Elisa Pinheiro, ele resolve convencer as pessoas a olhar mais para o céu. A trilha sonora é de Isadora Medella, do grupo Chicas. Direção de Diego Molina (50min). Rec. a partir de 2 anos. Oi Futuro Ipanema (120 lugares). Rua Visconde de Pirajá, 54, 3º andar, Ipanema, 3201-3010, a General Osório. X Sábado e domingo, 16h. R$ 10,00. Bilheteria: 15h/21h (ter. a dom.). Estreia prevista para sábado (24). Até 10 de outubro.
de Luciana Sandroni. Baseada na obra homônima, vencedora do prêmio de melhor livro para crianças concebido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, a peça conta a história da menina Ludi Manso. Em uma tarde de outono, ela e a família passeiam pelos museus da cidade e acabam viajando no tempo. A família Manso vai parar no Rio de Janeiro do início do século XX. Nessa época, o cientista Oswaldo Cruz, então na Direção Geral da Saúde Pública, andava preocupado com a disseminação da varíola e não mediu esforços para tornar obrigatória a vacinação da população. Na jornada, os visitantes do futuro presenciam fatos históricos e, junto com a plateia, conhecem um pouco melhor o passado da cidade. Direção de Augusto Madeira (60min). Rec. a partir de 2 anos. Estreou em 10/7/2010. Oi Futuro Flamengo (80 lugares). Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo, 3131-3060. Sábado e domingo, 16h. R$ 10,00. Bilheteria: 11h/20h (ter. a dom.). Até 31 de outubro.
De Ruth Rocha. Depois de ganhar o beijo da princesa, o sapo vira príncipe. Mas, ao ser coroado rei, começa a abusar do poder. A peça conta com onze bonecos de espuma criados com a ajuda de alunos da rede municipal de ensino. Durante o espetáculo, os atores matam a curiosidade da plateia sobre os bastidores do teatro de bonecos e reprisam o último ato sem a cortina que os escondia. Direção de Emmanuel Santos (40min). Rec. a partir de 2 anos. Estreou em 20/3/2010. Teatro dos Quatro (402 lugares). Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea, 2274-9895. Sábado e domingo, 17h. R$ 40,00. Bilheteria: a partir das 14h (sáb. e dom.). IC. Estac. (R$ 6,00 por cinco horas). Até 5 de setembro.
Por David Machado
“CINDERELA, a gata que não era borralheira” é a versão de Régio Moreno e Sérgio Buck para a famosa história da jovem órfã maltratada por sua madrasta e as filhas dela, sendo por estas, impedida de ir ao baile real, onde o príncipe escolherá sua futura noiva. Com reestréia prevista para o dia 08 de Agosto, o clássico se mistura às atualidades e situações do cotidiano com muito humor, sem perder a fantasia.
Desde a versão, que primeiro estreou em 1989, a fada madrinha de Cinderela não é nada convencional, e há ainda as trapalhadas de um ministro português e de seu ajudante dando o toque irreverente e humorístico à peça. A fantasia fica por conta dos belos e coloridos cenários e figurinos.
Estréia 08/08/2009 - (Sábados e Domingos).
Horário: Às 17h30.
Teatro Ruth Escobar - Sala ‘Gil Vicente’ (Endereço: Rua dos Ingleses, 209
Bela Vista - www.ruthescobar.apetesp.org.br
Duração: Aprox. 60 minutos.
Temporada: Agosto e Setembro/09
Gênero: Comédia Infantil.
Classificação: Maiores de 3 anos.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).
Telefone para informações: (11) 3829-2358.
Ficha técnica
Autor: Régio Moreno e Sérgio Buck
Direção: Régio Moreno
Elenco: Danilo Santos, David Machado, Fernanda Raquel, Flávia Bicicchi,
Flávia D’Urbano, Marly Corbisier, Régio Moreno, Renato Maddioz, Sharon Ann e
Tereza Carlos.
Produção Geral: Grupo Arte & Ribalta.
Luz: Cássio Caliari
Trilha Sonora: David Machado e Régio Moreno
Som: Dennis Rodrigo
Divulgação: David Machado
Fotografia: Cris Vasconcelos
O ator e diretor, Régio Moreno está presente nos palcos paulistanos desde 1985. É professor de teatro e pós-graduado em Teatro-educação. Espetáculos que dirigiu: O auto da compadecida; Morte e vida Severina; As aparências enganam; Linha cruzada; O casamento da gata borralheira; Chapeuzinho que não era vermelho; Aladim e a lâmpada que não era maravilhosa... Era fluorescente; Peter pan e a pequena que não era sereia... Era tainha; Cinderela, um baile real; A bela que não era adormecida... Era sonâmbula; A árvore mágica; Palhaço nosso de cada dia e O avarento.