NossaDica - Agenda de cultura

Pesquisa personalizada
04 de Julho de 2009

Criança Rio

CRIANÇA RIO

UM GAROTO CHAMADO RORBETO

UM GAROTO CHAMADO RORBETO

Divulgação

Teatro das Artes - Shopping da Gávea de 04 de julho a 23 de agosto

Infantil

Daniella Cavalcanti / Assessoria de Imprensa

UM GAROTO CHAMADO RORBETO

Espetáculo baseado no livro de Gabriel o Pensador chega ao Teatro das Artes, com direção de Sura Berditchevsky

Sucesso de público e crítica no ano passado, o infantil “Um garoto chamado Rorbeto”, de Gabriel o Pensador e direção de Sura Berditchevsky, volta para uma nova temporada no Rio de Janeiro, a partir do dia 04 de julho, no Teatro das Artes, no Shopping da Gávea, aos sábados e domingos, às 17h. O espetáculo é uma adaptação do livro de mesmo nome, com o qual Gabriel ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura em 2006.

A montagem, com músicas do próprio Gabriel, em parceria com Tiago Mocotó e André Gomes, traz no elenco, João Pedro Zappa, como Rorbeto, Waleska Arêas, Cícero Raul, Brunella Provvidente, Felipe Haiut, Eduardo Rios, Robson Rocha e Luiza Yabrudi.

Com muito humor e sensibilidade, a peça conta a história de um menino que se descobre diferente dos outros garotos. Rorbeto deveria se chamar Roberto, mas, devido ao analfabetismo de seu pai, acabou sendo registrado com as letras trocadas. Mas Rorbeto aprendeu a pensar, a escrever e a contar – um dia descobriu que podia chegar até o número 11 usando, apenas, os dedos de suas duas mãos (o menino tinha seis dedos na mão direita). O constrangimento toma conta dele, que começa a ir à escola com a mão direita escondida dentro de uma sacola, temendo ser descoberto pelos colegas. É quando Rorbeto aprende a escrever que a situação muda, pois é justamente com a mão que tem um dedo a mais que ele consegue fazer a letra mais bonita da classe.

O autor fala do analfabetismo, da questão social e da aceitação das diferenças - no que elas podem trazer de novo e contribuir nas relações coletivas. Neste texto, Gabriel, cujo trabalho é reconhecido pelo marcante caráter urbano, mostra um outro lado seu para o público, contando uma história de ambientação tipicamente rural. Mas, mesmo neste contexto, está presente a sua marca de músico-letrista de rap, ágil no pensamento, e pontuando o espetáculo com músicas que aproximam o rap do repente nordestino:

Teatro das Artes (Rua Marquês de São Vicente, 52/2º piso – Shopping da Gávea
Tel.: 2239-1095 / 2274- 9895).

Bilheteria: Terça a domingo a partir das 15h
Horários: Sábados e domingos às 17h
Preço: R$40,00 (inteira) R$20,00 (meia)
Temporada: de 04 de julho a 23 de agosto.
Capacidade: 400 lugares.
Classificação etária: Livre.
Duração: 60 minutos.

Texto e Adaptação: Gabriel o Pensador
Direção: Sura Berditchevsky
Direção Musical: Gabriel o Pensador
Elenco / Personagens: João Pedro Zappa / Rorbeto Waleska Arêas / Mãe Cícero Raul / Pai Brunella Provvidente / Menina Felipe Haiut / Jonas Eduardo Rios / Tonhão Robson Rocha Luiza Yabrudi Iluminação: Jorginho de Carvalho
Realização: Companhia de Theatro Sura Berditchevsky

Teatro Infantil Rio de Janeiro

Para as crianças

Programação VII Festival Intercâmbio de Linguagens.

Maior mostra de espetáculos infantis da cidade, o Festival Intercâmbio de Linguagens (FIL) chega à sétima edição com catorze montagens, distribuídas por sete palcos Por integrar o calendário do Ano da França no Brasil, metade das atrações é de origem francesa, em encenações sem texto que mesclam teatro, circo e dança. As demais são três produções cariocas, a exemplo de Bia Bedran — Forró Para Crianças, e de companhias de São Paulo, Rio Grande do Sul, Belo Horizonte e Recife. Com duração de onze dias, a programação será aberta na quinta (2), no Teatro Carlos Gomes, pela Cie. Eolienne levando à cena Jardins D’Eden, Provisoirement.

Roteiro das apresentações da primeira semana do evento

BIA BEDRAN

Forrópara crianças. Acompanhada de seu violão e mais seis músicos, Bia Bedran desfia um repertório de canções nordestinas intercaladas por narrações de histórias sobre os três santos de devoção do povo do Nordeste: Santo Antônio, São Pedro e São João. Junto com a atriz e cantora estarão no palco Tadeu Santiago (sanfona), Paulão Menezes (zabumba e percussão), Patrick Angello (violão 7 cordas), Guilherme Bedran –(violino, rabeca, bandolim e vocais), Elias Rosa (percussão) e Julieta Bedran (vocais). Direção de Bia Bedran (60min). Rec. a partir de 3 anos. Centro de Referência Cultura Infância — Teatro do Jockey (125 lugares). Rua Bartolomeu Mitre, 1110, Gávea, 2540-9853. Domingo (5), 16h30. R$ 5,00 (criança) e R$ 10,00 (adulto). Estac. na Rua Mário Ribeiro, 410 (grátis).

DUO

Jérôme Thomas convida Jean François Baëz. Munidos de apenas um acordeom e de malabares, Jérôme e Jean François desenvolvem, um hino à liberdade de brincar, criar e de dialogar com o público. Especialistas na improvisação e, portanto, de uma grande precisão técnica, fazem de cada "concerto-malabar" um espetáculo único, com humor, mímica, dança e clown. Direção de Jérôme Thomas e direção musical de Jean François Baëz (60min). Rec. a partir de 7 anos. Caixa Cultural — Teatro Nelson Rodrigues (388 lugares). Avenida Chile, 230, Centro, 2262-5483, Metrô Carioca. Sábado (4), 17h; domingo (5), 11h. R$ 5,00 (criança) e R$ 10,00 (adulto). Bilheteria: 15h/19h30 (ter. a dom.).

FOLGAZÕES & FOLIÕES, FOLIÕES & FOLGAZÕES

De Fernando Augusto Gonçalves. Montagem da Cia. Mamulengos Só Riso, de Recife, com músicas de Antúlio Madureira, Antonio Nóbrega, Antonio Madureira, além de composições do Grupo Sagrama. O elenco de atores e manipuladores de bonecos formado por Luciano Pontes, Edjalma Freitas, Célia Regina, Alexandre da Silva, Walter Torres e Henrique Ponzi encarna uma trupe de brincantes — os folgazões e os foliões — que segue seu destino mambembando mundo afora. Eles são os herdeiros dos brincantes medievais e transmissores da melhor tradição dos saltimbancos que animam os folguedos das feiras e brinquedos do nordeste. Direção do autor (60min). Rec. a partir de 3 anos. Centro de Referência Cultura Infância — Teatro do Jockey (125 lugares). Rua Bartolomeu Mitre, 1110, Gávea, 2540-9853. Sábado (4), 16h30; domingo (5), 11h. R$ 5,00 (criança) e R$ 10,00 (adulto). Estac. na Rua Mário Ribeiro, 410 (grátis).

O HOMEM DA CABEÇA DE PAPELÃO

De Eduardo Bakr adaptado da obra de João do Rio. Realizada pela Cia. Teatro Jovem, do Rio, essa peça multimídia com Ana Baird, Eduardo Bakr e Marina Thompson conta a história de Helio, um cidadão exemplar que, por ser bom, irritava a todos. Tinha na cabeça um idealismo maior que tudo e, por isso, todos achavam que ele tinha um parafuso a menos. Apaixonado, para conseguir casar com Estela sua única opção é colocar a cabeça no lugar. Depois de tentar de tudo, ele entra numa relojoaria e pede que consertem sua cabeça. Mas, para tal, ele precisa trocar a original por outra feita de papelão. Com a cabeça trocada, Helio perde seu bom caráter e seus valores morais, absorvendo os péssimos costumes de seus conterrâneos. Direção de Tadeu Aguiar (80min). Rec. a partir de 11 anos. Centro de Referência Cultura Infância — Teatro do Jockey (125 lugares). Rua Bartolomeu Mitre, 1110, Gávea, 2540-9853. Sábado (4) e domingo (5), 20h. R$ 5,00 (criança) e R$ 10,00 (adulto). Estac. na Rua Mário Ribeiro, 410 (grátis).

JARDINS D’EDEN

Provisoirement, de Florence Caillon inspirada em obras de Albert Jacquard e Théodore Monod. Esse espetáculo da Cie. Eolienne une técnicas circenses e coreográficas e questiona a felicidade evocando seu caráter efêmero. No palco, o elenco formado por Arnaud Jamin, Sébastien Jolly, Valentine Mathiez, Jérome Pont, Marion Soyer e Guillaume Varin utiliza as técnicas de circo como um dos elementos dramatúrgicos. Direção da autora e direção musical de Xavier Demerliac e Alexandre Michel (80min). Rec. a partir de 8 anos. Teatro Carlos Gomes (685 lugares). Praça Tiradentes, 19, Centro, 2232-8701. Quinta (2) e sexta (3), 19h. R$ 10,00 (criança) e R$ 20,00 (adulto). Bilheteria: 14h/18h (ter. a qui.); a partir das 14h (sex. a dom.).

A LENDA DO PRÍNCIPE QUE TINHA ROSTO

de Gustavo Bicalho. Personagens mascarados e figurinos sem colorido compõem esse sombrio conto de fadas encenado pela Cia. de Teatro Artesanal, responsável pela premiada Viagem ao Centro da Terra (2005). Sem texto e com pitadas surrealistas, quatro atores usam bonecos e máscaras para apresentar a história do príncipe do título. Ele nasceu com rosto, em uma terra onde ninguém o tem. Preocupados, o rei e a rainha o mantém escondido na torre do castelo. Toda a ação é embalada por música do russo Prokofiev. Direção de Gustavo Bicalho e Henrique Gonçalves (50min). Rec. a partir de 8 anos. Estreou em 11/4/2009. Centro de Referência Cultura Infância — Teatro do Jockey (125 lugares). Rua Bartolomeu Mitre, 1110, Gávea, 2540-9853. Sexta (3), 20h. R$ 5,00 (criança) e R$ 10,00 (adulto). Estac. na Rua Mário Ribeiro, 410 (grátis).

9.81

De Eric Lecomte, Cie. Scénes de Cirque. Espetáculo solo apresentado pelo próprio Lecomte, em que convida os pequenos a uma viagem pelo céu e a Terra, mesclando virtuosismo aéreo, dança, jogos de objetos e projeções de imagens. O título do trabalho é uma referência à fórmula da gravidade, segundo a física (9.81 m/s2), uma vez que o intérprete passa boa parte da encenação suspenso, fora das leis do peso. Direção do autor (45min). Rec. A partir de 7 anos. Teatro Carlos Gomes (685 lugares). Praça Tiradentes, 19, Centro, 2232-8701. Domingo (5) e segunda (6), 19h. R$ 10,00 (criança) e R$ 20,00 (adulto). Bilheteria: 14h/18h (ter. A qui.); a partir das 14h (sex. A dom.).

UN PETIT CHAPERON ROUGE

De Florence Lavaud adaptado do clássico de Charles Perrault. Vencedor do Prêmio Molière 2006 para Teatro Infantil na França, esse espetáculo da Cie. Chantier Théâtre é uma versão moderna e original do clássico conto Chapeuzinho Vermelho, de Charles Perrault. Diferentemente da história original, a peça não trata da menina ingênua odiosamente enganada pelo mais vil dos animais da floresta. A Chapeuzinho Vermelho de Lavaud tem medo do lobo, mas também é atraída por ele. Na montagem encenada por Xavier Bermudez, Joke Demaitre e Laurent Arnaud os dois personagens se misturam numa dança ora amorosa e ora macabra, numa decoração vermelha e negra com toques passionais. Direção da autora (60min). Rec. a partir de 8 anos. Centro Cultural Banco do Brasil — Teatro I (174 lugares). Rua Primeiro de Março, 66, Centro, 3808-2020. Metrô Uruguaiana. Sábado (4) e domingo (5), 19h. R$ 5,00 (criança) e R$ 10,00 (adulto). Bilheteria: 10h/21h (ter. a dom.).

Teatro

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS,

De Lewis Carroll, com adaptação de Elisa Reis. Versão musical e modernizada do clássico, com direito a celular fora de área e funk. No lugar do cenário, projeções de imagens acompanham as cenas em que Alice encontra personagens como o Papagaio Falante e, claro, o Coelho, sempre apressado. Apesar do empenho do elenco mirim, formado por Thávyne Ferrari (que se reveza com Ana Rita Cerqueira), Lucas Cotrin (que se alterna com Eduardo Melo), Letícia Botelho e Léo Oliveira, e da experiente Cibele Toledo, a encenação não satisfaz. A trilha sonora assinada pelo jovem Apoena Frota tem canções originais e versões para músicas de outros artistas, a exemplo de As Sete Vampiras, de Leo Jaime, que virou A Música do Gato. Há ainda escolhas infelizes, como a adaptação da Dança do Créu, de MC Créu, que deveria ser mantida a distância segura do universo infantil. Direção de Roberto Rezende (60min). Rec. a partir de 3 anos.
Estreou em 5/10/2008. Teatro Vannucci (400 lugares). Rua Marquês de São Vicente, 52, 3º andar (Shopping da Gávea), Gávea, 2274-7246. Sábado e domingo, 15h. R$ 30,00. Bilheteria: 18h/22h (ter.); 14h30/22h (qua. a dom.). Até 28 de dezembro.

Copyright © 2007 • Nossadica •  Todos os direitos reservados • Mapa do siteWebMasterHostDica Serviço de Internet