Teatro Rio

TEATRO RIO DE JANEIRO

ESPIA UMA MULHER QUE SE MATA

– ESPIA UMA MULHER QUE SE MATA

Foto: divulgação

Teatro Leblon – Sala Tônia Carrero

ESPIA UMA MULHER QUE SE MATA

Após duas temporadas bem-sucedidas no ano passado e uma indicação ao Prêmio
Shell, Espia uma mulher que se mata estreia 13 de janeiro no Teatro Leblon

Promoção dois por um - Espia uma mulher que se mata – Últimas semanas Releitura de clássico Tio Vânia de Tchekhov – Teatro Leblon até 25 de março de 2010

Por Target Assessoria de Comunicação

Clássicos nunca morrem. Datados ou não, podem ser repaginados ou reinventados. Espia uma mulher que se mata é uma releitura de Tio Vânia, de Anton Tchekhov, que disseca – com crueza – conflitos e dramas de uma família. Sem trilha sonora ou movimentos de luz, com cenário e figurino minimalistas, o foco se dá na atuação dos intérpretes e no texto, de Daniel Veronese – importante dramaturgo e diretor argentino. Protagonizado por Roberto Bomtempo e Miriam Freeland, o espetáculo cumpre nova temporada a partir do dia 13 de janeiro, na Sala Tônia Carrero (Teatro Leblon).

A versão brasileira de “Espia uma mulher que se mata” busca fidelidade à concepção de Veronese, proporcionando ao público um intercâmbio cultural entre o teatro argentino e o brasileiro. Prova disso é a escolha do diretor do espetáculo: o argentino Marcelo Subiotto atuou na montagem original de Veronese e seu nome foi sugerido pelo próprio dramaturgo, com quem Subiotto já trabalha há dez anos.

Tchekhov e Veronese
A releitura contemporânea de Tio Vânia de Tchekhov traz diálogos e atores em primeiro plano, retratando o cotidiano de uma família. Daniel Veronese foca sua visão nos dramas e relações familiares, onde a intimidade provoca faíscas, desnuda relações humanas, aprofundando ainda mais as questões sempre atuais propostas pelo texto de Tchekhov. O espetáculo, além acrescentar ao cenário nacional a montagem de um clássico, reafirma o valor da obra e evidencia a atualidade do texto do dramaturgo russo. No Brasil, teve uma indicação ao Prêmio Shell – Categoria Especial para a Cia. Movimento Carioca de Teatro – pelo projeto de montagem e sua importância para o intercâmbio cultural com o teatro latino-americano.

Conciso, visceral e intimista, “Espia uma mulher que se mata” se torna essencial no teatro contemporâneo, pois dialoga e propõe questões de linguagem na relação ator-texto-encenação - exigindo do ator e do texto, uma aproximação mastigada, íntima, absorvida.

Voyers da alma
Ao longo da trama, o público vai descobrindo as nuances de cada personagem, que têm as mesmas características dos criados por Tchekhov: Vânia é um quarentão solteiro que mora no campo com a mãe, a sobrinha Sônia e a madrinha de Sônia. Anos após a morte de sua irmã, o ex-cunhado (Serebriakov), pai de Sônia, entra em falência financeira e sai da cidade para viver com a família já estruturada no campo.

A chegada do ex-cunhado com a atual esposa muda a rotina da casa: Serebriakov está doente e um médico também entra em cena para tratar o reumatismo do enfermo. Os desentendimentos entre os membros da família começam e fazem Vânia perceber que desperdiçou anos de sua vida cuidando da casa e da família. Parte elementar do cenário, uma janela permite que outros personagens espiem – eventualmente – o que acontece na cena.

É esse ambiente de convivência de diferentes pessoas, com comportamentos e sentimentos tão peculiares que dá o tom ao texto que, por Tchekhov, era definido como comédia. Observações pessoais, fragmentos de outras peças de Tchekhov e um trecho do dramaturgo francês Jean Genet adaptam a obra e a temperam a la Veronese.

SERVIÇO – ESPIA UMA MULHER QUE SE MATA
Sinopse: Uma releitura contemporânea do clássico “Tio Vânia”, de Anton Tchekhov, com foco nas relações humanas e no limite de suas consequências.

Dramaturgia e Direção da versão original: Daniel Veronese
Direção: Marcelo Subiotto
Elenco: Roberto Bomtempo, Miriam Freeland, João Vitti, Marco Miranda, Regina Sampaio, Symone Strobel e Valéria Alencar.
Temporada: 13 de janeiro a 25 de março de 2010 | Quinta às 21hs
Teatro Leblon – Sala Tônia Carrero | Rua Conde Bernadotte, 26 – Leblon. Tel: 2529-7700
Capacidade: 201 lugares
Duração: 80 minutos
Ingressos: R$ 50,00 inteira; R$ 25,00 estudantes, classe artística e maiores de 60 anos
Classificação: 14 anos
Gênero: Comédia dramática

Informações para a imprensa:
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