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Teatro Rio

TEATRO - RIO DE JANEIRO

Figo - Baseado em um conto de Caio Fernando Abreu

Figo - Baseado em um conto de Caio Fernando Abreu.

Foto: divulgação

FIGO - Teatro do Jockey

Por Letícia Reitberger (Target Assessoria de Comunicação)

Figo

12 de março a 3 de abril de 2011

Os textos de Gregory Haertel e Rafael Koehler, do Grupo K – Teatro, unidos ao oportuno conto de carnaval Terça-Feira Gorda, de Caio Fernando Abreu, originaram a profunda e sensível peça teatral “FIGO”, que estreia no próximo dia 12 deste mês no Teatro do Jockey. Em tempos em que as mais variadas formas de sexualidade tomam lugar nas discussões cotidianas do público em geral, o espetáculo ganha força ao filtrar aspectos do contexto social e explorá-los artisticamente, apresentando uma revisão de valores e condutas.

FIGO” conta a história de um rapaz que, em conversa com amigos, lembra de situações e amores vividos: uma noite inesquecível no Chile; o sabor do vinho; o carnaval; um samba bonito; um corpo, que por acaso era de homem, gostando de outro corpo, que por acaso era de homem também; fogos de artifício. Com a riqueza de cada detalhe, as histórias se intensificam e a questão sobre amor e preconceito é levantada com todo o seu vigor, convidando o espectador para reflexões importantes sobre respeito e identidades.

“O anseio de montar um espetáculo teatral que questionasse a visão de dois homens em guerra é mais comum e aceitável do que vê-los se amando foi que me estimulou a produzir esta peça. O amor entre pessoas do mesmo sexo foi considerado, durante séculos, como um crime hediondo, um pecado abominável. Por mais que possa parecer um tema batido, é fato que homens e mulheres não têm a possibilidade de viver abertamente um amor homossexual”, lamenta o ator e diretor do Grupo K, Rafael Koehler.

O Grupo K trabalha com atores e diretores convidados, oriundos de metodologias diferenciadas sobre o trabalho interpretativo, promovendo a percepção e reflexão sobre temáticas contemporâneas, oferecendo ao público o contato com um teatro sensível: “Sujos” (2006) é um espetáculo que trabalha a realidade social, mostrando o drama de moradores de rua; “O Tapete de Maria” (2007) é focado na beleza poética dos sentimentos, um espetáculo infantil que aborda temas como amor, guerra, isolamento e julgamento social; “Zé do Mato e os Índios Botocudos” (2009) proporciona aos espectadores o contato com fatos históricos da colonização de Santa Catarina; “A Sede do Santo” (2010) é uma comédia sutil que questiona o fazer artístico contemporâneo.

Serviço
FIGO -
Teatro do Jockey (Rua Mário Ribeiro, 410 – Jardim Botânico RJ)
Temporada: 12 de março a 3 de abril de 2011.
Sábados e domingos, 18h30. (Não haverá apresentação dia 19 de março)
Lotação: 50 espectadores;
Classificação etária: 18 anos;
Entrada: R$ 20. Estudante paga meia.

Ficha Técnica
Texto:  Gregory Haertel e Rafael Koehler e um conto de Caio Fernando Abreu | Direção: Pépe Sedrez | Atuação: Rafael Koehler | Sonoplastia: Joanna Oliari | Figurinos: Lú May | Fotos: Léo Kufner e Jonathan Pellense | Arte Gráfica: Léo Kufner | Produção Geral: Grupo K | Realização: “Grupo K - Teatro”, Prefeitura do Rio/Cultura e Centro de Referência Cultura Infância – Teatro Municipal do Jockey.

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