Teatro - Leituras

TEATRO - LEITURA DE PEÇAS

São Paulo - Ciclo de Leituras

Teatro da Vertigem

Por Márcia Marques

Leitura dramática

Dias 03 e 04, quinta e sexta,  às 19h30. Entrada Franca

“É isso mesmo: a revolução não é um jantar de gala. Não costuma ser flagrada nas colunas sociais, anunciada em telegramas e postais pelo correio ou agendada por e-mail para a conivência dos convidados.” (Fernando Bonassi)

Assim começa o texto inédito “Mauísmo”, de Fernando Bonassi, que ganha leitura no Teatro da Vertigem. Guilherme Bonfanti e Eliana Monteiro dirigem o texto, que fala sobre revolução. Nome mauísmo brinca com o termo maoísmo, de Mao Tsé-Tung, e o adjetivo mau.

“A revolução é um bicho papão que assusta o patrão, as princesas, os padres e as bruxas, já que todos costumam ser queimados no mesmo caldeirão”. A frase é contundente, e dá o tom do que o espectador encontrará pela frente ao assistir a leitura dramática do texto “Mauísmo”, do dramaturgo, escritor e roteirista Fernando Bonassi, no Teatro da Vertigem (Rua Treze de Maio, 240, 1º andar, Bela Vista, São Paulo) dias 3 e 4 de junho de 2010. A direção é de Guilherme Bonfanti e Eliana Monteiro, ambos do Teatro da Vertigem e pela primeira vez assinando uma direção em parceria.

Em um exercício cênico que vai ocupar o quarteirão da sede do grupo, com a ocupação de bar, orelhão e uma auto-mecânica, os diretores dão vida a um texto de fortes pinceladas e que trata de um tema pouco discutido na sociedade atual: o que foi feito revolução, seja ela social ou pessoal.  No texto, Bonassi, como uma metralhadora giratória, discorre sobre o que (e o que não é) a revolução, procurando quebrar paradigmas ou conceitos equivocados que possam distorcer o real sentido da palavra. Para fundamentar suas ideias, o autor usa metáforas, comparações, crítica social e comportamental.

 “A revolução não tem mesas reservadas, garçons para levar os pratos e nem valetes explorados para trazer os carros quando todos estiverem satisfeitos com a cerimônia”, escreve o co-roteirista de longas-metragens como Carandiru (Hector Babenco) e Os Matadores (Beto Brant) e escritor de livros como Declaração universal do moleque invocado, indicado para o Prêmio Jabuti em 2002, colunista do jornal Folha de São Paulo entre 1997 e 2006, e roteirista do seriado FORÇA TAREFA da Rede Globo de Televisão.

Leitura dramática
Autor: Fernando Bonassi Diretores: Eliana Monteiro e Guilherme Bonfanti

Sede do Teatro da Vertigem
Rua Treze de Maio, 240 1º andar, Bela Vista, São Paulo
Fone: 11 3255 2713 Dias 03 e 04, quinta e sexta,  às 19h30. Entrada Franca
Lotação: 50 lugares Recomendação: 12 anos Duração: 30 minutos
Patrocínio do grupo: Petrobras

Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Por Márcia Marques -
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