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Lançamento de Livro

Saga de um mundo despedaçado - o continente perdido
Ricardo Maciel dos Anjos

Por Raquel Gonçalves

Seguindo a tradição do gênero fantástico, o romance de estreia de Ricardo Maciel dos Anjos apresenta uma aventura imaginativa e envolvente

Saga de um mundo despedaçado – o continente perdido Répteis alados, anões, guerreiros, demônios, elfos, gnomos e criaturas estranhas estão chegando às livrarias de todo o Brasil. Em Saga de um mundo despedaçado – o continente perdido, o mineiro Ricardo Maciel dos Anjos, de 23 anos, mergulha em uma narrativa densa, na melhor tradição da literatura fantástica.

O livro narra a história de três personagens (uma elfa, um homem-lagarto e um orc) que, por razões diferentes estão insatisfeitos com suas vidas na cidade de Amak’Tok e juntos iniciam uma viagem arriscada e sem volta.

Como diz a professora e ensaísta Marisa Lajolo na orelha do livro, “a história cria um mundo cartografado em detalhe, com montanhas, vales, desertos e subterrâneos que os heróis cruzam no cumprimento de seu destino”.

Acompanhando os protagonistas, o leitor visita vilarejos invadidos por insetos assassinos, tavernas e templos ligados às forças da natureza, num mundo que possui uma ordem social metaforizada pelos Tronos, em torno dos quais se dão as lutas pelo poder.

Para ajudar o leitor a se orientar nesse universo fantástico e complexo, o livro traz um mapa do continente Umfer’gul, onde se passa a ação, e um glossário que descreve os povos e outros elementos do livro.

A capa é assinada pelo artista gráfico e ilustrador Eduardo Schaal, que explica ter feito muita pesquisa sobre a arquitetura clássica e moderna do oriente médio e as grandes torres das cidades asiáticas para chegar ao resultado.

Tendência mundial

A expansão do gênero fantasia deu asas à imaginação de novos escritores no mundo todo. No Brasil não foi diferente. O autor se inspirou na obra de J. R. R. Tolkien e na série de mangás japoneses Neon Genesis Evangelion, para criar o que inicialmente seria um jogo de RPG (Role-playing Game), mas acabou se transformando num livro criativo, repleto de surpresas e criaturas com orelhas alongadas, olhos coloridos, línguas bifurcadas, peles escamadas e outras coisas estranhas.

Sobre o autor
Ricardo Maciel do Anjos nasceu em 24 de maio de 1988, em Belo Horizonte (MG). Começou a vida universitária como aluno de Arquitetura, mas em meados do curso optou por seguir o caminho das Letras. Durante essa jornada de aprendizado superior, iniciou-se nas traduções e nos trabalhos acadêmicos na área de literatura, especialmente de língua inglesa. Admira profundamente as obras de literatura épica.

INFORMAÇÕES
Título: Saga de um mundo despedaçado – o continente perdido
Autor Ricardo Maciel dos Anjos
Capa: Eduardo Schaal
Formato: 21cm X 14cm
Páginas: 221 páginas
Preço: R$ 31,50

Por Assessoria de Imprensa / Nathália Maestri / Daniela Guima e Raisa Lopes

"IMAGINÁRIO", de Rafael Costa
Prefácio: Ferreira Gullar | Curadoria: Simonetta Persichetti
Trabalho foi selecionado para a VIII Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Florença

'IMAGINÁRIO' de Rafael Costa

"IMAGINÁRIO" de Rafael Costa

“Ao contemplar suas fotos, temos a impressão de que estamos diante de telas, não de fotos: de telas impressionistas – ou expressionistas, em alguns casos. E, no entanto, não se trata de um arremedo da pintura, nada disso: é fotografia, na expressão exata da palavra; ou, se se quer, uma “pintura” que unicamente com a fotografia foi possível criar.” Ferreira Gullar

Arquiteto de formação, Rafael Costa sempre esteve atento ao processo de composição de imagens e seus elementos gráficos. Transita entre a publicidade, onde atende as principais agências do país e aprendeu o domínio da técnica, e o trabalho autoral.

Já expôs na Pinacoteca do Estado de São Paulo e seu novo trabalho, IMAGINÁRIO, foi selecionado para a VIII Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Florença, na Itália, que acontece de 3 a 11 de dezembro de 2011.

Rafael Costa fez da fotografia um caminho para chegar até a pintura, sua grande paixão. As imagens que compõem IMAGINÁRIO são resultados de um trabalho de pesquisa e experimentação que se estendeu pelos últimos 20 anos em viagens ao redor do mundo. “Sempre fui movido pela questão meio impressionista de estar fora, estar em movimento”, fala Rafael, que já esteve no Peru, Nepal, Butão e Vietnam.

Algumas imagens foram captadas sem interferência do fotógrafo ou elaboração técnica. A maioria foi composta por reflexos de pessoas ou objetos na água ou resultam do processo singular de impressão fotográfica no verso do papel. A tinta, que não é absorvida, escorre lentamente oferecendo a possibilidade de “pintar com o olho”, como Rafael define seu trabalho pessoal.

“Nestas fotos as cores se afrontam, reagem umas sobre as outras, e entre elas. Atacam-nos de frente. Somos que assaltados por elas, escreve o artista plástico Sergio Fingermann sobre o trabalho do fotógrafo.

O prefácio do livro IMAGINÁRIO é assinado pelo poeta Ferreira Gullar, que aceitou o convite após ser apresentado ao trabalho de Rafael Costa (texto na íntegra no final do release). A curadoria é de Simonetta Persichetti, que tem trechos do ensaio sobre IMAGINÁRIO, reproduzidos abaixo:

“Como um poeta, Rafael Costa constrói suas imagens com métrica e rima... Sua fotografia é precisa, pensada, decidida... Rafael Costa se torna cúmplice dos lugares e das pessoas. Parece caminhar sem ser visto... De seus anos na publicidade aprendeu o domínio da luz, a construção perfeita... Durante 20 anos foi costurando sua história, tecendo seu imaginário visual e poético. Ao escolher uma técnica de ampliação que transformasse as imagens, que tirasse dela seu referencial mais direto, Rafael nos obriga a olhar... Cada vez que as observamos descobrimos novos detalhes, novos movimentos, novas formas de contar a mesma história. Inseridas nas preocupações contemporâneas, ao mesmo tempo, elas nos remetem às histórias mais antigas. Maestria de quem escolheu a fotografia como sua forma de expressão e nos apresenta agora um ensaio forte, delicado, moderno e ancestral, um mergulho no mundo onírico.”

O livro IMAGINÁRIO faz parte da série “Educação do Olhar”, da BEI Editora. O objetivo da coleção é conduzir o leitor não-iniciado à descoberta da linguagem subjetiva da arquitetura, das artes plásticas, do cinema e da fotografia.

Sobre o Livro
Formato do livro: 26x 30cm
Numero de páginas: 94 paginas
ISBN: 978-85-7850-081-8
BEI Editora

Sobre o autor

Rafael Costa nasceu em 1963 em Ribeirão Preto - SP – Brasil. Graduado em Arquitetura pela Universidade Mackenzie em São Paulo, esteve desde sempre atento ao processo de composição de imagens e seus elementos gráficos – linhas, formas, movimento. Ainda como arquiteto, foi apresentado ao universo da cenografia publicitária através da Produtora TVC- Televisão e Cinema Ltda.

Dentro do cenário publicitário, encontrou na fotografia uma identificação maior: inicialmente na fotografia de cinema e logo em seguida na fotografia still. Em 1998 montou estúdio de fotografia, onde realiza seus trabalhos para grandes agências.

Em 2003 realizou sua primeira exposição com trabalho autoral (Bendito Fruto), na Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Mais sobre o fotógrafo: www.rafaelcosta.com.br

Por Canal Aberto Assessoria de Imprensa / Márcia Marques

Lançamento de “Quando Amanhece na Sicília... A luta das mulheres e da sociedade civil contra a Máfia siciliana”, da jornalista Lúcia Helena Issa

Quando Amanhece na Sicília

Foto: Maurizio La Lia

Lúcia Helena Issa, jornalista investigativa que morou durante seis anos na Itália, fez uma verdadeira imersão na região da Sicília, cidade ao sul do país. Seu objetivo: dar voz às histórias das mulheres sicilianas (juízas, mães, professoras, jornalistas) que foram fundamentais no enfraquecimento do estado paralelo, existente desde a primeira metade do século XIX, através da onipresença da Cosa Nostra, a máfia siciliana.

O resultado desse aprofundamento no tema poderá ser conferido em “Quando Amanhece na Sicília... A luta das mulheres e da sociedade civil contra a Máfia siciliana”, primeiro livro-reportagem sobre a Sicília escrito por uma jornalista brasileira.

A obra traz entrevistas com autoridades, especialistas, ativistas, cidadãos comuns, juízas, e histórias envolventes relatando a transformação da Sicília, o confisco dos bens de mafiosos que permaneceram foragidos durante décadas e a transformação dessas apreensões em escolas, parques e projetos para a comunidade onde atuavam. O livro tem entrevistas feitas em Roma, com historiadores, sobre a ligação de alguns membros do Vaticano com a Cosa Nostra.

Do início do trabalho de investigação até a conclusão do livro foram seis anos morando na Itália, mais de 90 entrevistas com sicilianos (as) e um ano de trabalho no Brasil, na lapidação do livro. A autora participou de vários atos civis contra a máfia e conversou na Sicília com mulheres como Felicia Impastato, mãe do jornalista Guiseppe Impastato, assassinado pela Máfia, com ativistas como Letizia Battaglia e com outras ainda, que denunciaram os próprios maridos mafiosos à justiça, revelando informações da organização à polícia, e recebendo uma nova identidade através de programas de proteção à testemunha. Condição valiosa, já que os tentáculos da Cosa Nostra são infindáveis e surgem de onde menos se espera.

“Quando Amanhece na Sicília...” certamente é um dos relatos mais contundentes e emocionantes a respeito de uma facção criminosa detentora de conexões nacionais e internacionais, inclusive brasileiras. “Reportagem das boas, com um toque de literatura e um olhar brasileiro para a Itália, Quando amanhece na Sicília... é um trabalho de puro jornalismo investigativo e ao mesmo tempo uma narrativa testemunhal, uma grande contribuição para o entendimento do poder do crime organizado na Itália e no próprio Brasil (...) um recorte temporal fantástico, escrito por quem testemunhou in loco os fatos que narra (...)”, declarou Joaquim Maria Botelho, Presidente da União Brasileira de Escritores.

O objetivo maior desse trabalho investigativo é revelar como a Sicília tem conseguido sair do ciclo de violência, terror e impunidade que a caracterizou por tanto tempo... E mostrar para os brasileiros também que a sociedade civil e as mulheres sicilianas - juízas, mães, professoras, jornalistas - foram e estão sendo parte fundamental dessa transformação social na Sicília...", revela a jornalista Lucia Helena Issa.

Trecho do livro - “Quando Amanhece na Sicília... A luta das mulheres e da sociedade civil contra a Máfia siciliana”

Uma vez aceito na organização, o novo uomo d’onore passa por um ritual que permanece imutável há quase dois séculos. Um dos membros da Cosa Nostra pede que ele escolha um santo de sua devoção. A imagem sagrada, em forma de “santinho”, é quase sempre a da Madonna dell’Annunziata, Nossa Senhora da Anunciação, “padroeira” dos mafiosos. Escolhida a imagem, o padrinho lembra que ainda é tempo de desistir, pois o afilhado está prestes a tomar um caminho sem volta, simbolizado por um juramento perene.

Nesse momento, diante dos outros homens, o padrinho faz um pequeno corte no dedo indicador do afilhado e deixa que o sangue seja derramado sobre a imagem sagrada. O santinho é então queimado diante de todos, enquanto o iniciado repete solenemente: “Que minha carne sangre e queime como esta imagem sagrada se eu não for fiel até a morte à Cosa Nostra”. Renascimento. Batismo. Sacralidade. Tudo isso está simbolizado naquele momento. Um ritual já repetido milhares de vezes na Sicília. Nos Estados Unidos. E no Brasil”.

Breve resumo biográfico da autora

Lucia Helena Issa

Foto: Maurizio La Lia

Lucia Helena Issa é jornalista por formação, com graduação em Comunicação Social e especialização em Linguagem e Semiótica pela Universidade Livre de Roma. Morou durante seis anos na Itália, de onde colaborou com alguns dos principais veículos de comunicação do Brasil, tais como Folha de São Paulo, Jornal do Brasil e revista Istoé. Já esteve em mais de 40 países do mundo, alguns deles palcos de conflitos reportados por ela in loco (focando na situação das mulheres refugiadas, no imediato pós-guerra), como Líbano, Sérvia e Bósnia. Atualmente vive entre o Brasil e a Itália, onde cursa o mestrado em Políticas e Culturas Euro-Mediterrâneas, com foco em Mediação de Conflitos; é membro da organização internacional Reporters san Frontieres (Repórteres Sem Fronteiras), correspondente para o Brasil da organização Peace Reporter (Repórter pela Paz).

Editora: Multifoco
Lançamento: dia 21 de novembro, das 19h às 21h30
Local: Livraria Cultura Pompéia, no Shopping Bourbon – Rua Turiassú, 2100 – Piso Perdizes – 3º Piso
Preço: R$ 40,00
Número de páginas: 240

Por Cris Fusco / Flavia Fusco Assessoria e Comunicação

Livro abre a porta para o ateliê de 10 artistas plásticos
Trajetórias I – histórico de um projeto

Trajetórias I – histórico de um projeto

Ateliê de Paula Salusse

“... abrir o Atelier é também compartilhar o processo de conceituação, técnica, suporte, material, enfim o processo criativo/construtivo como um todo.” (Risoleta Córdula - Catálogo Outubro Aberto 2006)

O Projeto Circuito Outubro aberto surgiu, em 2006, como ato simbólico ressonante ao conceito de Roland Barthes (1915-1980) "Como Viver Junto", que consiste na abertura anual, durante o mês de outubro, dos ateliês de artistas plásticos de São Paulo que compartilham com o público: técnicas, suportes, materiais, conceitos e todo processo criativo.

Trajetórias I – histórico de um projeto Ateliê de Lucia Py

Trajetória 1 - histórico de um projeto, traz o registro dos ateliês de 10 artistas plásticos, residentes em diversos bairros da cidade de São Paulo. São eles: Carmen Gebaile, Cildo Oliveira, Fernando Durão, Gersony Silva, Lucia Py, Luciana Mendonça, Lucy Salles, Monica Nunes, Paula Salusse, Thais Gomes. Cada artista configurou suas paginas individualmente. Os textos são de Lucia Py, Raul Córdula e Olívio Guedes.

Trajetórias I – histórico de um projeto

Ateliê de Luciana Mendonça

O livro/catalogo é uma homenagem a critica de arte- Aica _França - Risoleta Cordula ( 1937-2009), autora e curadora do Projeto Outubro Aberto ( 2006 a 2009) e marca o encerramento de um ciclo, de 2006 a 2010, e é também um ato comemorativo de uma nova trajetória a iniciar-se com o Outubro Aberto 2011 com o projeto IDADEMAIOR.

Trajetórias I – histórico de um projeto
All Print editora
papel couche fosco 150g – 21 x 28cm (formado fechado)
304 páginas
Preço: 130,00

Fotos: Carmen Gebaile, Cesar Romero, Cildo Oliveira,
Dalva Bertelli, Fabio Laub, Fernando Durão,
Luciana Mendonça, Moisés Pazianotto, Monica Nunes,
Paula Fisch, Tácito

Por Renata Terra / Ana Falex

'A Moeda Universal e o Novo Ordenamento Sociomoral'
Geraldo Ferreira Araújo Filho

A criação de uma nova moeda mundial com o objetivo prioritário de trazer o bem-estar à toda a humanidade é o tema central do novo livro do Professor Geraldo Ferreira de Araújo Filho.

A Moeda Universal e o Novo Ordenamento Sociomoral pretende ser uma leitura instigante para que novos pensadores possam dar continuidade a esta idéia inovadora.

A obra é dirigida a todos os interessados em aprender a história da moeda, desde a época do escambo até os dias de hoje, entender a crise financeira e conhecer um conceito totalmente inovador que é a criação de uma nova moeda universal. Pela primeira vez, não lastreada em metais ou predras preciosas, a nova moeda seria supranacional, virtual-conceitual, não tangível e imune à inflação.

A partir de uma profunda pesquisa e com inúmeras referências históricas, o autor amplia esta proposta inédita, de muita valia para o sistema de câmbio internacional, visando o bem-estar da população de cada país.

Com um texto descomplicado e objetivo, Ferreira de Araujo enfatiza o aspecto humanístico e sugere a construção de uma civilização, mais evolúida e sustentável com esta nova moeda, que tem os conceitos e os critérios necessários para o bem de todos.

Sobre o autor

Geraldo Ferreira de Araújo Filho é graduado em Ciências Jurídicas , pós-graduado em Política e Estratégia e MBA em Recursos Humanos e especializado em Marketing e em Treinamento Corporativo, tendo ainda participado de diversos seminários e congressos nacionais e internacionais como expositor. Também é o autor de CRIATIVIDADE CORPORATIVA NA ERA DOS RESULTADOS (2003) e EMPREENDEDORISMO CRIATIVO – A nova dimensão da empregabilidade (2007), todos pela Editora Ciência Moderna.

Com passagens por grandes empresas nacionais e multinacionais, ministra palestras e desenvolve seminários corporativos. É membro da Associação dos diplomados da Escola Superior de Guerra, consultor e professor universitário.

Foi presidente da Comissão de Recursos Humanos da ARECIP – Associação Regional das Empresas e Crédito Imobiliário e Poupança e colunista do caderno “Fique por dentro”, do Jornal O Dia.

A MOEDA UNIVERSAL E O NOVO ORDENAMENTO SOCIOMORAL
Geraldo Ferreira Araújo Filho
Editora Ciência Moderna – 180 páginas
Prefácio e comentários: Ernane Galvêas - ex-Ministro de Estado da Fazenda
Fernando Luiz Goldman - Presidente da Sociedade Brasileira de Gestão do       Conhecimento
Gilberto F. Ramos - Presidente da câmara de Comércio Rússia-Brasil
Luiz Guilherme Dias - Presidente da APIMEC-RIO
Marcos Arruda - Coordenador do PACS - Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul