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MUSICAL

LUA CAMBARÁ

Baseado em conto do escritor Ronaldo Correia de Brito, com música de Antonio Madureira. SESC Pinheiros apresenta Lua Cambará, um espetáculo criado pela oscip Aria Social

Foto: divulgação

Roteiro Cultural

Por Bruna Amorim / Daniella Cavalcanti Assessoria de Imprensa (Rio de Janeiro) -
Heloisa Castilho / Arteplural (São Paulo)

Baseado em conto do escritor Ronaldo Correia de Brito, com música de Antonio Madureira. Lua Cambará, um espetáculo criado pela oscip Aria Social

Dia 06 de julho, no Teatro Carlos Gomes, Rio de Janeiro
Dias 09 e 10 de julho, no SESC Pinheiros, São Paulo

Baseado num conto da tradição oral, a história de Lua Cambará ganha nova montagem pela Associação Aria Social, de Recife. Numa super produção, com 40 jovens em cena, “Lua Cambará” poderá ser visto em uma única apresentação, no dia 06 de julho, no Teatro Carlos Gomes. Com direção de Cecília Brennand, o espetáculo apresenta música ao vivo, interpretada pelos próprios bailarinos, que dançam e cantam, como na tradição grega e do teatro popular. O musical destaca-se pela revelação de beleza, fascínio e o poder da história que narra.

Tendo como argumento o texto original de Ronaldo Correia de Brito – trabalhado em parceria com Assis Lima – e a música de Antonio Madureira, a nova montagem estreou em agosto de 2010, veiculando dança contemporânea, música e interpretação, numa mesma linguagem cênica. Ainda em 2010, cumpriu temporada em teatros de Recife e iniciou sua turnê nordeste pelo interior de Pernambuco e capitais vizinhas, como Natal/RN e Maceió/Al.

Após a apresentação no Rio, “Lua Cambará” segue em turnê pelo país. Nos dias 09 e 10 de julho estarão em São Paulo; no dia 12 de julho, em São João Del Rey; e, no dia 14 de julho, em Ouro Preto.

Sinopse

Filha mestiça de um coronel branco e de uma escrava, a personagem central da trama nega sua raça. Lua persegue e maltrata sua gente, espalhando ódio e destruição. Negada pelo pai desde o nascimento, a protagonista herda sua fortuna e tem que lutar contra o resto da família para ficar com as terras e os bens.

Sempre acompanhada por dois homens, um capataz e um vaqueiro, Lua se apaixona por aquele que é casado e liberto. Ela ordena que o seu capataz mate a esposa do vaqueiro. Contudo, o empregado que foi designado para a tarefa gosta de Lua e, por ciúme, assassina seu companheiro de trabalho. Enfurecida, a viúva do matador roga uma praga para Lua Cambará: mesmo após a morte ela nunca encontrará descanso; seu corpo vagará sem pouso entre o céu, a terra e o inferno.

Rio de Janeiro

Teatro Carlos Gomes (685 lugares). Praça Tiradentes, 19 – Centro
Dia 06 de julho de 2011. Quarta-feira, às 20h. R$5,00 (inteira). Bilheteria: 2232-8701
Classificação: 10 anos. Duração: 50 minutos. Gênero: musical dramático

São Paulo

SESC Pinheiros - Lua Cambará. Dias 9, às 21h, e 10, às 18h, de julho – Teatro Paulo Autran, SESC Pinheiros (1010 lugares). Classificação indicativa: 14 anos. Rua Paes Leme, 195. Tel. (11) 3095-9400. Ingressos – R$ 10,00 (inteira), R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante), R$ 2,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).

Direção geral: Cecilia Brennand
Coordenação geral: Deborah Priston
Coreografia e Direção artística: Ana Emília Freire e Carla Machado
Direção musical e regência: Rosemary Oliveira
Texto: Ronaldo Correia de Brito
Música: Antonio Madureira
Letra: Ronaldo Correia de Brito e Assis Lima

Antônio Madureira

Músico, compositor e instrumentista, Antônio Madureira, agrega em sua carreira artística a função de professor e chefe do Departamento de Artes da UFPB, técnico em assuntos culturais da FUNDARPE, Membro do Conselho Municipal do Recife e Diretor de articulação cultural da Secretaria de Cultura do Recife de Pernambuco.

Sua iniciação musical se deu através dos instrumentos populares do nordeste – método de educação musical CNPq (1977-1981), vindo a tornar-se coordenador, pesquisador e relator da pesquisa financiada pela FUNARTE/FUNDAJ. Responsável pela pesquisa e direção musical do LP – Frevo de bloco, é também autor dos livros Instrumentos Populares Brasileiros (Rhodia - 1987) e Danças Populares Brasileiras (Rhodia 1989).

É coordenador, compositor e instrumentista dos grupos musicais como Quinteto Armorial e Quarteto Romançal, além de regente e compositor da Orquestra Romançal. Na sua discografia destacam-se: Quinteto Armorial – do Romance ao Galope Nordestino; Violão Solo Vol. I e II; Brincadeira de Roda, Estórias e Canções de Ninar; Pavão Misterioso; o Baile do menino Deus; Bandeira de São João; Canções; Lua Cambará; Romançário, Alerquim; Brasílica - O Romance da Nau Catarineta; Opereta do Recife; Quarteto Romançal; Poesia viva de Ariano Suassuna; entre outros.

No segmento de teatro sua participação musical se deu em espetáculos como Arlequim e O Reino Desejado (ambos em parceria com Ronaldo Correia de Brito) e As Andanças do Divino.