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Agenda B. Horizonte

BELO HORIZONTE

Música nas Escolas

Música nas Escolas

Foto: Douglas Oliveira

Roteiro cultural Belo Horizonte

Por Raquel Moreno (Assessoria de Imprensa: CL Assessoria em Comunicação)

“Música nas Escolas” leva o folclore para a
Escola Francisca de Paula

20 de maio de 2011 - Sábado

O Projeto Música nas Escolas chega em sua 6ª edição e se apresenta no dia 20 de maio, às 15h30 e 16h30, para os alunos da Escola Municipal Francisca de Paula (Rua Júlio Castilho, 234, bairro Betânia). O Grupo de Câmara subirá ao palco do colégio, formado por 15 crianças e adolescentes, para tocar músicas folclóricas para o público infantil. A orquestra é composta por instrumentos de cordas, sopros e percussão, como violinos, violoncelos, trompetes, oboés, flautas, percussão, entre outros.

Sobre o Projeto

Idealizado e produzido pela Imago Mundi Cultural, que tem à frente José Roberto Alvarenga e José Roberto Lages, o Música nas Escolas incentiva e investe na formação musical de crianças e adolescentes, de oito a 20 anos, estudantes de escolas públicas, moradores da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ao ingressarem no projeto, eles participam de aulas diárias e gratuitas de instrumento musical à sua escolha. As aulas são ministradas por 15 professores contratados da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, que os aproximam do universo da música erudita e popular.

O projeto coordena três núcleos de música: a Orquestra Jovem V&M do Brasil e Comunidade do Barreiro, cujas aulas ocorrem nas salas de auditório da Fundação Sidertube, no Barreiro; a Orquestra Infantojuvenil da Escola Estadual Padre João Botelho, no Bairro das Indústrias, com aulas na sede da escola; e o Grupo de Câmara, formado por integrantes das duas orquestras, que tocam músicas folclóricas infantis.

Além de aprender a tocar diversos instrumentos como violino, violoncelo, contrabaixo, trompete, oboé, fagote, flauta e percussão, os alunos se apresentam, ao longo do ano, em eventos culturais, escolas, creches, hospitais, metrôs e praças da capital e do interior de Minas Gerais. Depois de anos estudando e respirando música, esses jovens estão capacitados profissionalmente e prontos para entrar no mercado de trabalho. Muitos passam a tocar em casamentos e festas, e, ainda de acordo com José Roberto Alvarenga, um dos organizadores do projeto, outros acabam por integrar o Grupo de Câmara.

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