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ARTE E CULTURA RIO DE JANEIRO

Peça 'Cowboy' estreia no Oi Futuro

Espetáculo 'Cowboy' estreia no Oi Futuro

Foto: divulgação

Por Sheila Gomes – Assessoria de imprensa

Peça de Daniela Pereira de Carvalho, autora carioca premiada, com direção de Henrique Tavares

O espetáculo ficará em cartaz de sexta a domingo, às 19h30, em março, e às 19h, em abril

De 23 de março a 29 de abril, “Cowboy”, de Daniela Pereira de Carvalho, estará em cartaz no teatro do Oi Futuro do Flamengo, apresentando uma linguagem que aproxima o real do imaginário, a partir dos diferentes pontos de vista das duas personagens que compõem o espetáculo, mãe e filho, interpretados por Susana Ribeiro e Saulo Rodrigues. “Cowboy” estreia dia 23 de março e segue em cartaz até 29 de abril, de sexta a domingo. Em março, a peça começa sempre às 19h30, e em abril, às 19h.

Cowboy foi contemplado com o Prêmio da Chamada Pública 2010 da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro e o Patrocínio da Oi, por meio de seu Edital de Patrocínios 2010/2011.

Cena teatral contemporânea carioca: Daniela Pereira de Carvalho (autora), Henrique Tavares (diretor), Saulo Rodrigues e Susana Ribeiro (atores) formam o núcleo da peça.

Daniela Pereira de Carvalho é uma jovem autora teatral, responsável por textos como “Não Existem Níveis Seguros para o Consumo destas Substâncias”, vencedor do Prêmio Eletrobrás/APTR de Melhor Autor e indicado ao Prêmio Shell/RJ Melhor Texto (06); e “Por Uma Vida Um Pouco Menos Ordinária”, indicado ao Prêmio Shell/SP de Melhor Texto e ao Prêmio Contigo! de Melhor Texto (07). Daniela também já mostrou talento em espetáculos musicais, como “Renato Russo – O musical”, com Bruce Gonlesvky, e “Tom & Vinicius – O Musical”, com Marcelo Serrado.

Henrique Tavares é hoje um dos mais atuantes autores e diretores do teatro carioca. Entre seus textos mais recentes estão: “Epheitos Kolaterais - Novas Metamorfoses" (2010); “Cidade Vampira” (2005), em parceria com o escritor Fausto Fawcett; “Telecatch” (2002), indicado ao Prêmio Shell – Categoria Especial, além do aclamado “Barbara não lhe Adora” (2000). Também dirigiu os seguintes espetáculos: “Açaí e Dedos” (2010) e “A Arte de Escutar” (2008), de Carla Faour, indicado ao Prêmio Shell 2008 de Melhor Texto; “Inquieto Coração” (2008), de Eduardo Rieche, baseado na obra de Santo Agostinho, e “A Força do Destino” (2006), de Nélida Piñon, eleito pelo jornal O Globo como “um dos dez melhores espetáculos do ano”. Atualmente, Henrique participa do coletivo de dramaturgos Drama Diário e é roteirista da série “Vampiro Carioca”, do Canal Brasil. Ainda em 2012, Henrique estreia mais dois espetáculos: “Obsessão”, de Carla Faour, em maio, no Teatro Glaucio Gill, e “Jantando com Isabel”, do autor paulista Furio Lonza, em setembro, no Teatro Poeira.

Integrante da Cia dos Atores, Susana Ribeiro atuou em “A Bao A Quo”, “A Morta”, “Melodrama”, “Tristão e Isolda”, “Cobaias de Satã”, “Meu Destino é Pecar”, “Notícias Cariocas” e “Ensaio.Hamlet”. Protagonizou “Ciúme”, de Marília Pera; “O Submarino”, de Miguel Falabella; e “Me Salve, Musical”, de Pedro Brício. Foi indicada ao prêmio APTR como melhor atriz coadjuvante em “Um Estranho Casal”. Dirigiu as peças “Quartos de Tennessee”, “Esta Propriedade Está Condenada”, “Peças de Encaixar” e “JT – Um Conto de Fadas Punk”. No cinema, Susana atuou em “Veja Esta Canção”, de Cacá Diegues; “Estorvo”, de Rui Guerra; “Romance de Geração”, de David França Mendes; e “Em Busca da Felicidade”, de Carlos Alberto Ricelli. Na TV, trabalhou nas novelas “O Dono do Mundo”, “Páginas da Vida”, “Insensato Coração”, “Dalva e Herivelto”, “A Grande Família” e “As Brasileiras”. Em NY, atuou na ópera pop “Dennis Cleveland”, de Mikel Rouse, e nos filmes “TestTones” e “Funding”, além de ter protagonizado “Like Blood and Water”, de Carsten Spencer.

Saulo Rodrigues é integrante de uma das companhias mais representativas do Rio de Janeiro (Os Dezequilibrados) desde 2000, com a qual atuou nos espetáculos “Memória Afetiva de Um Amor Esquecido”, “Últimos Remorsos Antes do Esquecimento”, de Jean-Luc Lagarce; “Dilacerado”, “Assassinato em Série”, “Vida, o Filme”, “Bonitinha, Mas Ordinária”, de Nelson Rodrigues, e “Um Quarto de Crime e Castigo”. Formou-se pela Faculdade de Interpretação da UNI-RIO em 2000. Fora da cia, participou dos espetáculos “Do Artista Quando Jovem”, dirigido por Marco André Nunes; “Quando Se É Alguém”, com os F. Privilegiados; “Ensaio.Hamlet”, direção de Enrique Diaz que incluiu turnê pela França; “Millôr Impossível”, direção de Eduardo Wotzik; “Ifigênia in Táuris”, direção de Pina Bausch; e “Sétimo Selo”, direção de Marcus Alvisi. Em cinema, participou do longa “Tropa de Elite”,de José Padilha; “Vida de Balconista”, de Cavi Borges; “Cilada.com”, de José Alvarenga; “Agamenon”, de Vitor Lopes; e “Sorte Grande”, de Roberto Santucci. Na TV, soma participações em diversos programas da Rede Globo, como “A Diarista”, “Por toda minha vida”, “A grande Família” e “Maysa”, além de “Essa História Dava um Filme”, do Multishow, entre outros.

Juntam-se a eles neste projeto o assistente de direção Alfredo Boneff, o iluminador Tomás Ribas, a cenógrafa Aurora dos Campos e o figurinista Marcelo Olinto. Alfredo Boneff é ator e trabalhou com importantes diretores como Vitor Lemos, José Renato, Clarice Niskier e Marcio Vianna. Também professor, completou recentemente o mestrado em Treinamento e Preparação de Atores em Londres. Alfredo atua como coach dos dois atores, auxiliando-os com técnicas para a criação de imagens e fisicalização do texto em um monólogo. Tomás Ribas trabalhou com diretores como Paulo José, João Falcão, Gilberto Gawronski, Aderbal Freire Filho, Guilherme Leme, Dudu Sandroni, Pedro Brício, Isabel Cavalcanti e Ivan Sugahara, entre outros, além de ter sido responsável pelo projeto de luz do Tim Festival de 2003 a 2008.

Aurora dos Campos teve três indicações de melhor cenografia no ano de 2008 – prêmios Shell e APTR com o cenário da peça “A forma das coisas” e outro prêmio APTR pela peça “Quartos de Tennessee”. Marcelo Olinto desenvolve seu trabalho com a Cia dos Atores desde sua fundação. Trabalhou também com Rubens Corrêa, realizando “Uma vez mais”, de Woody Allen, e “Peçanhoto”, de August Strindberg. Como figurinista, recebeu os mais importantes prêmios do teatro nacional: Prêmio Shell (“A Morta” e “Melodrama”); Cultura Inglesa (“As Viagens de Guliver”); Mambembe e da Associação Paulista de Críticos de Arte (“Melodrama”). Para Marisa Monte, assinou os figurinos da turnê mundial “Universo Particular”, além do videoclipe “Vilarejo”, dirigido por Andrucha Waddington, e das fotos de divulgação com Murillo Meirelles. Foi diretor de arte dos curta metragens “Furos do sofá”, de Ana Beatriz Nogueira, e “Marina”, de Isabel Diegues.

Arrematando a ficha técnica, Rossine Freitas é o diretor de produção do espetáculo. Rossine foi codiretor do Curta Cinema, entre 92 e 06, e codiretor do Dança Brasil, realizado no CCBB RJ (97 a 04) e Brasília (02 a 04). Entre 2007 e 2009, foi o Coordenador de Produção do Festival Panorama de Dança. Em cinema, foi diretor de produção dos longas “Divã”, de José Alvarenga Jr.; e “Pequeno Dicionário Amoroso”, de Sandra Werneck. Foi o Coordenador de Marketing do Festival do Rio entre 05 e 09 e diretor das três edições do evento Geração Eletrônica. Em teatro, produziu “Ensaio.Hamlet” (04); “Gaivota – Tema para um Conto Curto” (06/07); e “In On It” (09), todos com direção de Enrique Diaz. Em 2010, produziu “Otro”, do Coletivo Improviso, dirigido por Enrique Diaz e Cristina Moura.

Texto: Daniela Pereira de Carvalho | Direção: Henrique Tavares
Elenco: Saulo Rodrigues e Susana Ribeiro

INFORMAÇÕES - COWBOY
Datas: 23 de março a 29 de abril de 2012
Horários: sexta a domingo (em março, às 19h30, e em abril, às 19h)
Preços: R$ 15 (inteira) e R$ 7,50 (meia)
Classicação etária: 12 anos.
Duração: 80 minutoa

LOCAL - Oi Futuro Flamengo (Capacidade: 84 pessoas)
Rua Dois de Dezembro 63 – Flamengo – Telefone: 21 3131-3060