TEATRO - RIO DE JANEIRO

"Rosa", Martin Sherman

"Rosa", Martin Sherman

Foto: Dalton Valério

Roteiro de teatro Rio de Janeiro

Por Silvana Cardoso E. Santo / Assessoria de Comunicação e Marketing

“Rosa”, de Martin Sherman

11 de janeiro a 16 de fevereiro de 2012

O texto do autor americano Martin Sherman (da aclamada peça Bent), traduzido por Manuel Mendes Silva, conta com cenário de Helio Eichbauer, figurino de Ana Monteiro de Castro e luz de Paulo César Medeiros. A peça tem patrocínio da Eletrobras.

Desde sua estréia em 3 de junho (ficou em cartaz até o dia 12 de outubro de 2011 no Teatro do Leblon, Sla Tônia Carreiro), Rosa vem colhendo elogios da critica especializada para atriz e diretora, bem como para toda a equipe técnica: “Sozinha em cena, a atriz mostra um trabalho magistral no papel de uma senhora que revê sua trajetória” “... suprema delicadeza da interpretação de Débora Olivieri, conduzida por uma direção sutil, de extrema inteligência, de Ana Paz“ (Tania Brandão, O Globo, 8/6/2011).

A diretora e produtora Ana Paz descobriu o texto de Martin Sherman na montagem que assistiu na Argentina, numa das viagens para “ver teatro em outros lugares” e, encontrou em Debora Olivieri a atriz judia que buscava para o personagem. Por sua vez, há anos a atriz procurava um texto para encenar seu primeiro monólogo e, assim, se fez a elogiada montagem em cartaz no Rio de Janeiro.

Rosa é uma senhora judia de aproximadamente 80 anos que, durante o shivah (período do luto judaico), relembra sua vida, como sua infância em Yultishka - cidadezinha perdida no meio da Ucrânia, de estradas de terra batida e de casinhas minúsculas – até seus dias atuais, em Miami Beach, na América que lhe acolheu. Rosa também se recorda de vários outros momentos marcantes, como sua mudança para Varsóvia, a invasão da Polônia pelos nazistas, o sonho da Palestina - a terra dos antepassados, que Deus havia prometido – sua passagem por Jerusalém, Atlantic City e Connecticut. Clandestina num navio, em Sete, na França, Rosa também viu o mar pela primeira vez e achou que era uma alucinação. Com leveza, emoção e uma pitada de ironia, a personagem nos conduz para quase um século de histórias – suas e do mundo.

O monólogo teve sua première em 2000, no palco do Royal National Theatre, em Londres, onde Rosa concorreu ao Prêmio Laurence Olivier como melhor texto dramático daquele ano. Logo depois, a montagem seguiu para uma temporada em Nova Iorque, no Lincoln Centre Theatre. A peça também fez grande sucesso em Buenos Aires, onde recebeu, em 2008, os prêmios da crítica, do Jornal Clarin, de Melhor Atriz Dramática e Melhor Direção. No Brasil, ganhou montagem em São Paulo, em 2001, estrelada por Ana Lucia Torre e dirigida por Roberto Vignati.

Texto: Martin Sherman | Tradução: Manuel Mendes Silva | Direção: Ana Paz | Elenco: Debora Olivieri

Serviço:
Rosa - Monólogo - Local:  Midrash Centro Cultural
Endereço: Rua General Venâncio Flores, 184, Leblon - Rio de Janeiro. Tel. 21  2239-2222
Horários: quarta, às 18h e, quinta,  às 21h
Ingresso: quarta, às 18H – R$30,00 | quinta, às 21h - R$ 40,00 (meia entrada para estudantes e idosos)
Capacidade: 80 lugares
Duração: 80 minutos
Vendas antecipadas de ingressos: (21) 2239-2222 ou secretaria@midrash.org.br
Classificação indicativa: 12 anos
Temporada: 11 de janeiro a 16 de fevereiro de 2012

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