Teatro Infantil

TEATRO INFANTIL SÃO PAULO

“CINDERELA, a gata que não era borralheira”

CINDERELA, a gata que não era borralheira

Foto: Cris Vasconcelos

Teatro Ruth Escobar - Sala ‘Gil Vicente’ - Agosto e Setembro/09

Teatro Infantil São Paulo

Por David Machado

“CINDERELA, a gata que não era borralheira”

Versão atual e bem-humorada do clássico tem direção de Régio Moreno.

“CINDERELA, a gata que não era borralheira” é a versão de Régio Moreno e Sérgio Buck para a famosa história da jovem órfã maltratada por sua madrasta e as filhas dela, sendo por estas, impedida de ir ao baile real, onde o príncipe escolherá sua futura noiva. Com reestréia prevista para o dia 08 de Agosto, o clássico se mistura às atualidades e situações do cotidiano com muito humor, sem perder a fantasia.

Desde a versão, que primeiro estreou em 1989, a fada madrinha de Cinderela não é nada convencional, e há ainda as trapalhadas de um ministro português e de seu ajudante dando o toque irreverente e humorístico à peça. A fantasia fica por conta dos belos e coloridos cenários e figurinos.

Estréia 08/08/2009 - (Sábados e Domingos).
Horário: Às 17h30.

Teatro Ruth Escobar - Sala ‘Gil Vicente’ (Endereço: Rua dos Ingleses, 209
Bela Vista  - www.ruthescobar.apetesp.org.br

Duração: Aprox. 60 minutos.
Temporada: Agosto e Setembro/09
Gênero: Comédia Infantil.
Classificação: Maiores de 3 anos.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).
Telefone para informações: (11) 3829-2358.

Ficha técnica
Autor: Régio Moreno e Sérgio Buck
Direção: Régio Moreno
Elenco: Danilo Santos, David Machado, Fernanda Raquel, Flávia Bicicchi,
Flávia D’Urbano, Marly Corbisier, Régio Moreno, Renato Maddioz, Sharon Ann e Tereza Carlos.
Produção Geral: Grupo Arte & Ribalta.
Luz: Cássio Caliari
Trilha Sonora: David Machado e Régio Moreno
Som: Dennis Rodrigo
Divulgação: David Machado
Fotografia: Cris Vasconcelos

O diretor

O ator e diretor, Régio Moreno está presente nos palcos paulistanos desde 1985. É professor de teatro e pós-graduado em Teatro-educação. Espetáculos que dirigiu: O auto da compadecida; Morte e vida Severina; As aparências enganam; Linha cruzada; O casamento da gata borralheira; Chapeuzinho que não era vermelho; Aladim e a lâmpada que não era maravilhosa... Era fluorescente; Peter pan e a pequena que não era sereia... Era tainha; Cinderela, um baile real; A bela que não era adormecida... Era sonâmbula; A árvore mágica; Palhaço nosso de cada dia e O avarento.

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