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Teatro Rio

TEATRO - RIO DE JANEIRO

Os Casamentos se Decidem nos Céus

 Os Casamentos se Decidem nos Céus

Foto: Rodrigo Castro

Roteiro de teatro Rio de Janeiro

Por Sabrina Schemberg

Os Casamentos se Decidem nos Céus

Terceiro estudo cênico do Projeto Tolstoi nos 20 anos do Studio Stanislavski, patrocinado pela PETROBRAS é inspirado no livro “Guerra e Paz” de Leon Tolstoi e tem direção de Henrique Gusmão

De 14 de março até 27 de junho de 2011

No segundo volume de “Guerra e Paz”, Leon Tolstoi trata do surgimento do amor entre os personagens André e Natacha. A partir de uma profunda imersão no tema, o autor cria situações, conversas, tensões, pensamentos e reflexões com grande capacidade sugestiva e força literária. O terceiro estudo cênico do Projeto Tolstoi nos 20 anos do Studio Stanislavski, inspirado em fragmentos desta história, chama-se “Os Casamentos se Decidem nos Céus”, e tem direção de Henrique Gusmão. A estreia será no dia 14 de março, no Instituto do Ator, sede da companhia. A temporada será as segundas, às 20h, até 27 de junho. Os ingressos custam R$20,00.

Em cena, os personagens dos atores Davi de Carvalho, Joana dos Santos e Tuini Bitencourt vivenciam a mesma situação: em uma noite, cada um se encontra sozinho e lê o referido trecho de “Guerra e Paz”. A intenção do diretor é buscar a encenação da narrativa de Tolstoi a partir de sua leitura. “São três sujeitos do século XXI que vivem situações análogas àquelas descritas no romance”, explica Gusmão.

A menina, que se arruma ansiosamente para seu primeiro baile; o homem, que não consegue dormir atordoado por sensações e pensamentos novos; e a mulher, que se encanta pela noite de luar mais linda que já viu; estão presentes nos trechos do romance, que são lidos nas situações contemporâneas criadas em cena. Ocupando diferentes espaços, as três situações vão encontrando diversas relações e pontos de contato, sempre atravessados pelo tema do nascimento do amor.

Esta é a primeira vez que o livro “Guerra e Paz” é adaptado para o teatro no Brasil. Publicada entre 1865 e 1869, esta obra é uma das mais volumosas da literatura universal e narra a história da Rússia, com diversos detalhes psicológicos da sociedade na época das guerras napoleônicas.

O projeto faz parte da comemoração dos 20 anos do Studio Stanislavski, envolve cinco montagens dirigidas por Celina Sodré (“Moscou é uma jaula”, em cartaz as terças), Henrique Gusmão, Dinah Cesare, Fabio Porchat e pela italiana Silvia Pasello (“O Vazio das Molduras e dos Espelhos”, estreou em 2010 e retornará em abril).

SOBRE A COMPANHIA

O Studio Stanislavski, idealizado e dirigido por Celina Sodré, é um centro de pesquisa e formação teatral que vem desenvolvendo, há 20 anos, um trabalho de investigação centrado na arte do ator e que tem como mestres Constantin Stanislavski e Jerzy Grotowski, com quem Sodré estudou no final dos anos 80. Essa pesquisa gerou a criação e produção de mais de 30 espetáculos apresentados em temporadas e festivais no Brasil e na Europa. Em 1992, Celina foi indicada para o prêmio Shell na categoria especial, pela criação do Projeto Mizanceni, tendo sido indicada para o mesmo prêmio, em 1995, pela continuidade da pesquisa. Em 1996, São Hamlet foi indicado como melhor espetáculo e melhor cenografia (José Dias) para o Prêmio Cultura Inglesa. No ano seguinte, Luisa Pasello foi indicada para o prêmio UBU, na Itália, de melhor atriz pela atuação em Killing Maria. Ainda em 1997, o espetáculo Amor Consciente foi indicado para duas premiações: Cultura Inglesa, de melhor atriz para Beth Goulart e Shell, de iluminação, para Mauricio Cardoso. Celina também é professora de interpretação da CAL - Casa das Artes de Laranjeiras desde 1995. E atualmente é doutoranda da UNIRIO.

Desde 2008 o Studio Stanislavski tem a sua sede no Instituto do Ator - Instituto de Pesquisa da Arte do Ator, um espaço de apresentações de trabalhos, ensaios e estudos teóricos e práticos, sempre voltados para a arte do ator, seu aprimoramento e especialização. A coordenação é desenvolvida por um grupo de atores e diretores que formam o coletivo de sócios do IA.

O Studio Stanislavski é patrocinado pela Petrobras.

Serviço

Os Casamentos se Decidem nos Céus
Direção: Henrique Gusmão
Assistente de direção: Carol Caju
Elenco: Davi de Carvalho, Joana dos Santos e Tuini Bitencourt

De 14 de março até 27 de junho de 2011
Segundas, às 20h.
Ingresso: R$20,00 e R$10,00

Instituto do Ator. Rua da Lapa 161, Lapa – RJ (entrada pela Rua Joaquim Silva)
Informações: (21) 2224-8878 | Capacidade: 16 lugares
Duração: 25 minutos | Classificação etária: 14 anos
Pagamento: dinheiro e cheque

Por Sabrina Schemberg (Astrolábio Comunicação)

CELINA SODRÉ COMEMORA 20 ANOS DO STUDIO STANISLAVSKI COM CINCO MONTAGENS INSPIRADAS EM “GUERRA E PAZ”, DE LEON TOLSTOI

O Projeto Tolstoi nos 20 anos do Studio Stanislavski é patrocinado pela PETROBRAS e sua temporada pelo FATE da Secretaria Municipal de Cultura

Adaptar para o teatro um clássico literário faz parte da trajetória do Studio Stanislavski. No entanto, para a comemoração dos 20 anos da companhia, a diretora Celina Sodré idealizou um projeto desafiador: cinco pequenas montagens inspiradas no romance “Guerra e Paz”, de Leon Tolstoi. A partir de 16 de abril, as cinco peças estarão em cartaz no Instituto do Ator, na Lapa, apresentando diversas leituras de uma das obras mais volumosas da literatura universal. Entre as montagens, estão duas estreias: no domingo, dia 17, Fabio Porchat estreia a direção de “Ninguém Leu Guerra e Paz” e na sexta, dia 22, Dinah Cesare dirige “Corredor Polonês”.

A programação começa no sábado, dia 16 de abril com “Os Casamentos Se Decidem nos Céus”, de Henrique Gusmão e aos domingos, “Ninguém leu Guerra e Paz”, de Fábio Porchat. Na terça, “Moscou é uma jaula”, que tem direção de Celina Sodré, e estreou em janeiro; na quarta, “O Vazio das Molduras e dos Espelhos”, dirigida pela italiana Silvia Pasello; na sexta (dia 22) “Corredor Polonês”, de Dinah Cesare.

Publicada originalmente entre 1865 e 1869, “Guerra e Paz” narra a história da Rússia com diversos detalhes psicológicos da sociedade na época das guerras napoleônicas.

O projeto foi contemplado pelo FATE – Fundo de Apoio ao Teatro, da Secretaria Municipal de Cultura, e ficará em cartaz até o dia 3 julho. No elenco das montagens estão os atores do Studio Sanislavski, entre eles, travestis e transexuais que participam do projeto Damas em Cena, idealizado por Celina e desenvolvido no Instituto do Ator desde 2008. 

SOBRE AS MONTAGENS

MOSCOU É UMA JAULA

TERÇAS, ÀS 20h.

Durante algum tempo, Napoleão Bonaparte sonhou com a tomada de Moscou. No entanto, no dia 14 de setembro de 1812, o que seria um grande triunfo transformou-se na maior frustração do Imperador da França, pois, ao invadir a cidade, encontrou-a abandonada e em chamas. Presente no romance “Guerra e Paz”, de Leon Tolstoi, este é ponto de partida do monólogo “Moscou é uma jaula”, (o título faz uma menção à fala célebre de Hamlet: “A Dinamarca é uma prisão”). Com direção de Celina Sodré e atuação de Marcus Fritsch.

Estreou 25 de janeiro. Até 05 de julho.
Terças, às 20h.
Ingresso: R$20,00 e R$10,00

O VAZIO DA MOLDURA E DOS ESPELHOS

QUARTAS, ÀS 20h.

Quando uma pessoa se encontra diante do vazio – seja um conceito, uma experiência, uma falta concreta ou uma condição, tem a vontade de preencher o buraco. Em “Guerra e Paz”, a aristocracia vive o vazio como condição e tenta compensar esta falta, cada um de sua maneira. O amor, a guerra, a espiritualidade e a religião são atividades incessantes para os protagonistas de “O Vazio da Moldura e dos Espelhos”Direção de Silvia Pasello e atuação de Dandara Vital, Carlos Tonelli, Carol Caju e Juan Carlos.

O VAZIO DA MOLDURA E DOS ESPELHOS.
REESTREIA em 13 de abril. Até 06 de julho.
Quartas, às 20h.
Ingresso: R$20,00 e R$10,00

CORREDOR POLONÊS

SEXTA, ÀS 20h.

Corredor Polonês”, como forma de punição, surgiu na época do Tratado de Versalhes, quando a Polônia adquiriu uma estreita faixa de terra que dava acesso ao Mar Báltico, que lhe foi tomada pela Alemanha e colaborou para a eclosão da Segunda Guerra Mundial. A expressão foi escolhida como título para a montagem de Dinah Cesare. No elenco, Carolina Caju, Kettlen Cajueiro e Sérgio Kauffmann.

ESTREIA EM 22 de abril. Até 8 de julho.
Sextas, às 20h.
Ingresso: R$20,00 e R$10,00

OS CASAMENTOS SE DECIDEM NOS CÉUS

SABADO, ÀS 20h

No segundo volume de “Guerra e Paz”, Leon Tolstoi trata do surgimento do amor entre os personagens André e Natacha. A partir de uma profunda imersão no tema, o autor cria situações, conversas, tensões, pensamentos e reflexões com grande capacidade sugestiva e força literária. “Os Casamentos se Decidem nos Céus” é inspirado em fragmentos desta história e tem direção de Henrique Gusmão. Em cena estão Davi de Carvalho, Joana dos Santos e Tuini Bitencourt.

REESTREIA em 16 de abril. Até 9 de julho.
Sábados, às 20h.
Ingresso: R$20,00 e R$10,00

NINGUÉM LEU GUERRA E PAZ

DOMINGO, ÀS 18h

Quem leu “Guerra e Paz”? A partir dessa pergunta, Fabio Porchat dirige a comédia “Ninguém leu Guerra e Paz”, que busca desmistificar o clássico e desconstruir a “profundidade” do livro. Evelin Reginaldo, Marcus Fritsch, Mell Ágatha, Raphael Andrade e Sheyla Sant'anna ‘explicam’ a obra para a plateia: a história, seus personagens e especialmente o contexto histórico.

ESTREIA em 17 de abril. Até 10 de julho.
Domingos, às 18h.
Ingresso: R$20,00 e R$10,00

SOBRE A COMPANHIA

O Studio Stanislavski, idealizado e dirigido por Celina Sodré, é um centro de pesquisa e formação teatral que vem desenvolvendo, há 20 anos, um trabalho de investigação centrado na arte do ator e que tem como mestres Constantin Stanislavski e Jerzy Grotowski, com quem Sodré estudou no final dos anos 80. Essa pesquisa gerou a criação e produção de mais de 30 espetáculos apresentados em temporadas e festivais no Brasil e na Europa. Em 1992, Celina foi indicada para o prêmio Shell na categoria especial, pela criação do Projeto Mizanceni, tendo sido indicada para o mesmo prêmio, em 1995, pela continuidade da pesquisa. Em 1996, São Hamlet foi indicado como melhor espetáculo e melhor cenografia (José Dias) para o Prêmio Cultura Inglesa. No ano seguinte, Luisa Pasello foi indicada para o prêmio UBU, na Itália, de melhor atriz pela atuação em Killing Maria. Ainda em 1997, o espetáculo Amor Consciente foi indicado para duas premiações: Cultura Inglesa, de melhor atriz para Beth Goulart e Shell, de iluminação, para Mauricio Cardoso. Celina também é professora de interpretação da CAL - Casa das Artes de Laranjeiras desde 1995. E atualmente é doutoranda da UNIRIO.

Desde 2008 o Studio Stanislavski tem a sua sede no Instituto do Ator - Instituto de Pesquisa da Arte do Ator, um espaço de apresentações de trabalhos, ensaios e estudos teóricos e práticos, sempre voltados para a arte do ator, seu aprimoramento e especialização. A coordenação é desenvolvida por um grupo de atores e diretores que formam o coletivo de sócios do IA.

O Studio Stanislavski  é patrocinado pela Petrobras.

Serviço

Instituto do Ator. Rua da Lapa 161, Lapa – RJ
(entrada pela Rua Joaquim Silva) Informações: (21) 2224-8878
Capacidade: 16 lugares | Classificação etária: 14 anos
Duração: 30 minutos | Pagamento: dinheiro e cheque