

Por Daniella Cavalcanti / Assessoria de Imprensa
O espetáculo “Vocês que habitam o tempo”, com direção de Claude Buchvald, estreia no dia 02 de julho no Teatro Glauce Rocha e é primeira dentro das peças do Projeto Novarina em Cena. Fazendo o intercâmbio França/Brasil, o elenco é composto por estudantes das universidades Paris 8, UniRio e UFRJ e fazem uma grande brincadeira, onde o português e o francês se misturam em alguns diálogos da peça.
A peça se apresenta do dia 02 a 05 de julho e depois do dia 16 a 19 de julho.
A peça é uma brincadeira com a passagem do tempo. Os personagens, tais como o Vigia, o Farejador de Babado, a Mulher das Cifras e João do Tempo narram os seus amores, seus labores, suas dores. Não são personagens com identidades sociais ou psicológicas definidas e sim homens que se encontram em cena e se tecem ao falar diante de nossos olhos. E a fala de cada um deles é sempre inesperada, poético-desingonçada, reluzente como a luz que noitinha.
“Vocês que habitam o tempo”, estreou na direção do autor no Festival de Avignon em 1989. Ela é sobre a “luz” e a “noite” que a palavra transmite. Traz também um catálogo de humanidade bem amplo onde encontraremos toda uma galeria de personagens: A Mulher das Cifras, o Farejador de Babado, vários tipos de Crianças Parietais e um Ser sem medida... “Toda a peça está construída a partir da circulação, da gravitação dos personagens. Há aqueles que só passam uma vez, aqueles que passam duas vezes, aqueles que só aparecem bem no final. Não são personagens com identidades sociais ou psicológicas definidas, mas homens que se tecem ao falar sob os nossos olhos.” Valère Novarina.
Estreia: 02 de julho
Local: Teatro Glauce Rocha (Av. Rio Branco 179 – Centro. Tel. 2220-0259)
Horário: quinta a sábado às 19h e domingo às 18h
Preço: gratuito
Classificação etária: 14 anos
Temporada: 02 a 05 de julho e 16 a 19 de julho
Ficha Técnica:
Vocês que habitam o tempo
De Valère Novarina
Tradução e dramaturgia de Angela Leite Lopes
Assistência de dramaturgia: Guilherme Delgado
Direção - Claude Buchvald
Colaboração artística - Claudio Serra
Assistência de direção - Flávio Amado
Shopping São Conrado Fashion Mall
Estrada da Gávea - 899
São Conrado - Tel. 3431-9922
A peça surgiu a partir de cartas enviadas para a coluna do psicanalista Alberto Goldin no jornal O Globo. Goldin se uniu a Domingos Oliveira para criar o espetáculo que forma, por meio de seis episódios, uma visão curiosamente profunda do comportamento sexual do homem e da mulher de hoje.
Um casal de amantes perfeitos é quem liga as histórias. Eles vivem em um jardim exuberante e dão conselhos aos sofredores sobre o amor e os comportamentos sexuais.
Abre a peça o caso de um farmacêutico que precisa seduzir sua colega de trabalho sem perder a amizade, depois um jovem casal cuja esposa tem curiosidade de conhecer outros homens e quer o consentimento do marido. O terceiro episódio se trata de uma mulher apaixonada que descobre no bolso de seu parceiro uma cartela de estimulante sexual, duvidando assim da validade de seu amor.
Na sequência um casal que não consegue mais viver sem outros parceiros na cama, um outro que se conhece pela internet e tem encontros tórridos durante três meses no escuro e, para fechar o espetáculo, o episódio de um homem que descobre que mesmo amando e desejando uma mulher, pode descobrir em si o desejo por outro homem.
Texto: Domingos Oliveira e Alberto Goldin
Direção: Domingos Oliveira
Elenco: Pedro Cardoso, Priscilla Rozenbaum, Paloma Riani, Ludmila Rosa e Ricardo Kosovski
Classificação Etária: 18 anos
A peça "A Incelença", de Luiz Marinho, estreou no Teatro de Santa Isabel, em Pernambuco, no ano de 1962. Com direção de Luiz Mendonça e assistência de direção de José Wilker, a montagem durou dois anos. Fugidos para o Rio de Janeiro por conta do golpe de 1964, Luiz Mendonça, sua esposa Ilva Niño e José Wilker, remontaram a "Incelença" e fundaram o grupo Chegança. O espetáculo recebeu algumas premiações, dentre elas, a de melhor peça pela Academia Pernambucana de Letras, em 1964, e de melhor peça nacional pelo Governo do Estado da Guanabara, em 1973. A montagem atual une a pesquisa original sobre incelenças, carpideiras e penitentes, com uma linguagem artística contemporânea. O espaço utilizado não divide palco e platéia, o que integra o público à história da viúva Sindá.
SINOPSE
Entre rezas, cantos e choros, durante o velório de um pai de família, personagens
hilariantes trazem à tona vários causos típicos do cotidiano de uma comunidade
humilde do interior nordestino.
TEMPORADA: Até 1º de Agosto
Local: Teatro Niño de Artes Luiz Mendonça (Pça. João Pessoa nº 2 - Lj B - Esquina
Mem de Sá com Gomes Freire - Lapa) Capacidade: 80 lugares
Horário: Quinta a Sábado às 20h.
Preço: R$ 10,00 (inteira) R$ 5,00 (meia)
Informações: (21) 2508-8217
Classificação Etária: Livre
Duração: 60 minutos
ELENCO:
Alana Zanol, Alexandre Constantino, Danielle Niño, Ernandes Cardoso, Gelda
Veloso, Ilva Niño, João Marini, Luiz Eduardo Pinheiro, Marcelo Tosta, Márcia Valeria
e Silvia Werneck.
saber viver nos dias que correm traz à cena os contos "Linda, uma história horrível" de Caio Fernando Abreu e "Os laços de família" de Clarice Lispector. Em cena, os atores Fabrício Polido e Juliana Terra vivem e narram os contos, dispensando qualquer adaptação e investindo no texto narrativo como espelho de uma dramaturgia feita de afeto, corpo e olhar em duas histórias que tem as relações familiares como tema, unidas por fragmentos de textos e cartas dos dois autores.
A direção do espetáculo está sob a batuta do "maestro" José Mauro Brant - ator, cantor e contador de histórias, cujos recentes trabalhos - "Federico Garcia Lorca - pequeno poema infinito" e "Contando Machado de Assis" mereceram elogios da crítica teatral. "Minha paixão pelos livros tem me levado para este caminho: a transposição da literatura para os palcos. Nesse processo, considero fundamental manter fidelidade à narrativa, conservando a essência literária do texto. Assim busco com o público uma cumplicidade que conduza à imaginação e às delicias que um bom conto nos traz" comenta José Mauro.
Estréia: 27 de junho, sábado, às 19h
Temporada: 27 de junho a 26 de julho de 2009 | Sexta a domingo, às 19h
Centro Cultural da Justiça Federal.
Avenida Rio Branco, 241. Centro. Tel.: 3261 2550. Capacidade: 140 lugares
Ingresso: R$ 20,00 / 10,00 | Classificação etária: 14 anos
Horário de funcionamento da bilheteria: de quinta a domingo, das 15h às 19h
Saber viver nos dias que correm / Centro Cultural da Justiça Federal
Nos dias 04 e 05 de julho o espetáculo “Diminuto” se apresenta na Mostra Novíssimas Pesquisas Cênicas, no SESC Tijuca, às 19h, seguido de debate com Moacir Chaves e Sidney Cruz. Com direção de Lucianno Maza, Diminuto apresenta em seu conteúdo uma peça musical em um ato que funciona como uma parábola brechtiana, uma pretexto para a concepção cênica emergir com sua proposta de reflexão. No elenco estão: André Gabeh, Angela Câmara e Marcelo Albuquerque.
A história gira em torna de uma velha diva da música erudita, decadente, que acredita que ainda é uma grande cantora de Ópera Nacional. Viciada em antidepressivos, álcool e outras drogas ela espera em sua casa o convite para protagonizar um grande espetáculo, que nunca chega. A parti daí, cruza em seu caminho um produtor de caráter discutível que deseja uma virada em sua trajetória: descobre que neste ano a velha cantora completa uma data cheia em sua carreira e vê uma chance de projeto para conseguir o grande patrocínio de uma fundação. Em paralelo, o produtor também encontra uma jovem atriz que trabalha com teatro de pesquisa, mas que está cansada da miséria de sua vida. Acompanhando notícias glamourosas sobre o mercado do teatro no Brasil, e decide fazer um musical, sem nunca ter cantado antes.
DIMINUTO
Concepção/ dramaturgia/ direção – Luciano Maza
Direção musical – Marcelo Albuquerque
Elenco – André Gabeh, Angela Câmara e Marcelo Albuquerque
Realização – Projeto Grande Elenco – 5 anos
Local: SESC Tijuca – Teatro II (Rua Barão de Mesquita, 539)
Horários: Sábados e Domingos às 19h
Telefone: 3238-2129
Preço: Grátis (retirada de senha uma hora antes da apresentação)
Duração: 60 minutos.
Classificação etária: 1 6 anos.
Depois de 18 anos, a carioca
Denise Fraga retorna ao Rio com o premiado espetáculo
“A Alma Boa de Setsuan”, de Bertold Brecht. Estreia 05 de junho no Teatro dos Quatro.
O Após ser assistida por mais de 60 mil espectadores, percorrer algumas capitais do país e receber os principais prêmios do teatro paulista: APCA 2008 - Melhor Espetáculo e Melhor Atriz; Shell - Melhor Direção (além das indicações a Atriz, cenários, figurinos e iluminação); Quem - Melhor Atriz e Qualidade Brasil - melhor atriz de comédia, o espetáculo “A Alma Boa de Setsuan”, de Bertold Brecht, dirigido por Marco Antônio Braz, que também adaptou o texto com o ator Marcos Cesana, estreou no Teatro dos Quatro, no dia 05 de junho, para uma curta temporada até 02 de agosto.
A história se passa na China. Os três deuses da peça são representados por um único ator, Ary França, que com uma pomba irreverente no ombro, é chamado de Santíssima Trindade. Ele vem a Terra em busca de uma alma boa e ao chegar à província de Setsuan, encontra entre outros, Chen Tê, a única pessoa que se dispõe a dar-lhe um teto para dormir. Por sua generosidade, ele conclui ser ela a alma boa que tanto procurava e resolve presenteá-la com uma recompensa em dinheiro, o suficiente para ela comprar uma tabacaria e mudar de vida. Dona de seu próprio negócio, os miseráveis da cidade começam a abusar de sua bondade. Para se livrar dos importunos e exploradores, Chen Tê inventa a existência de um primo, Chui Ta, ela própria disfarçada.
Teatro dos Quatro
Shopping da Gávea -
Rua Marquês de S. Vicente, 52 – Lj. 265
Horário: Sexta e sábado às 21h e domingo às 20h
Duração: 110 minutos
Classificação: 12 anos
Ingressos: R$ 70,00 (sex e dom) e R$ 80,00 (sáb)
Informações: (21) 2239-1095/ 2274-9895
Sheila Fonseca Assessoria de Imprensa
O ator carioca Wagnner di Carvalho reforça o elenco da Rádio Novela em cartaz de 1º a 29 de julho Teatro Dejair Cardoso
O espetáculo Corações Partidos, estréia nos palcos cariocas e faz temporada de 1º a 29 de julho, no Teatro Dejair Cardoso, na Glória. O ator carioca Wagnner di Carvalho, conhecido por suas interpretações no elogiado musical “Lapa”, em “Boca de Ouro” de Nelson Rodrigues, e em “Mal estar que exala” de Arnaldo Antunes, reforça o elenco do espetáculo que tem texto de Andréa Dhetty direção da autora com Mário Cardona.
“É um espetáculo bem humorado que proporciona um resgate da saudosa época de ouro do rádio, está sendo muito prazeroso participar do elenco. A Andréa fez um excelente trabalho com o texto, que está bem costurado, com um ritmo dinâmico, é uma grande viagem pela vida desses personagens, desses atores de teatro, de rádio teatro, com suas dificuldades e prazeres.” diz Wagnner Di Carvalho.
Teatro Dejair Cardoso – Rua Augusto Severo, 176 – A - Glória - Rio de Janeiro/RJ
Temporada: 1º a 29 de julho
Horário: quartas-feiras, às 19h30min
Ingresso: antecipado R$10,00, no dia do espetáculo R$20,00 (estudantes e idosos pagam meia).
O espetáculo SANTA MARIA DO CIRCO, adaptação do romance do mexicano David Toscana — que pela primeira vez tem sua obra levada aos palcos —, estreia dia 22 de maio, no Teatro II do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, com direção de Ivo Fernandes, que também assina a adaptação do texto, supervisão e dramaturgia de Amir Haddad. No elenco, Antonio Pedro, Anselmo Vasconcellos, Xando Graça, Andrea Dantas, Lourival Prudêncio, Glaucio Gomes, Isaac Bernat, Aurélio de Simoni – que também assina a iluminação -, Biá Napolitani -, Marina Salomon – responsável pela preparação corporal do elenco – e Thiago Magalhães.
Completando a ficha técnica, Hélio Eichbauer assina a direção de arte; Caíque Botkay, a trilha sonora; Marieta Spada, o cenário e figurino, e Sula Villela, a produção.
O espetáculo conta a história de uma trupe circense desgarrada que funda uma sociedade em pleno deserto. Dela fazem parte os mais pitorescos personagens, com direito a anão, mulher barbada, mágico, contorcionista, homem bala, dançarina, equilibrista, o fortão e um único animal: um porco. Esse insólito grupo é, na verdade, a parte que coube a Dom Alejo depois do rompimento com seu irmão e sócio, Dom Ernesto, no Grande Circo Mantecón. Na divisão de bens, o irmão mais esperto escolhe, separa e fica com as feras, deixando os monstros para Alejo. Ele e os oito artistas que sobraram partem então com sua lona para a próxima cidadezinha, Sierra Vieja, e decidem que a única forma de tomar posse legítima do lugar é refundá-lo, nomear de novo o vilarejo e reiniciar sua história.
Local: Centro Cultural Banco do Brasil - Teatro II (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro)
Horários: quinta a domingo às 19h
Preço: R$10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
Bilheteria: de terça a domingo, das 10h às 21h
Fone: (21) 3808-2020
Temporada: 22 de maio a 05 de julho
Capacidade: 158 lugares
Classificação etária: 14 anos.
Duração: 100 minutos.
FICHA TÉCNICA
Autor: David Toscana
Adaptação e Direção: Ivo Fernandes
Tradução: Maria Alzira Brum Lemos
Supervisão e Dramaturgia: Amir Hadda
Santa Maria do Circo no Centro Cultrual Banco do Brasil
Com texto de Ana Velloso e Vera Novello, a comédia É a Mãe apresenta situações comuns a todas as mães. No palco, 20 personagens mostram o cotidiano de diversos tipos de mulheres que têm que administrar as várias funções da vida.
Entre as mães e filhas que aparecem na peça estão as personagens dos contos de fada e a Virgem Maria. Branca de Neve e Cinderela, por exemplo, mostram como é difícil ser criada por madrastas detestáveis, enquanto a Chapeuzinho Vermelho aparece como a filha que teve que cuidar da própria mãe.
O espetáculo também aborda os clássicos tipos de mães, como a judia controladora, a popular sogra nordestina e a executiva bem sucedida. O público também participa da comédia em um programa de treinamento para futuras mamães.
Direção: Ana Velloso
Texto: Ana Velloso e Vera Novello
Colaboração de Texto: Ana Paula Botelho.
Direção Musical e Arranjos: Ricardo Rente
Cenografia e Figurino : Bia Gondomar e Dani Vidal
Direção de Imagem: Aderson Lago
Iluminação: Aurélio de Simoni
Elenco: Ana Paula Botelho, Ana Velloso, Stella Maria Rodrigues, Vera Novello
Local: Teatro do Leblon - Sala Fernanda Montenegro
Preço(s): R$ 40,00.
Data(s): 19 de maio a 15 de julho de 2009.
Horário(s): Terça e quarta, 21h.