Teatro Rio

TEATRO RIO DE JANEIRO

Humor de A a Z

Humor de A a Z  - Teatro Vannucci Shopping da Gávea

Foto: divulgação

Teatro Vannucci Shopping da Gávea

Teatro

Por Raphael Soares

Comédia: Humor de A a Z

Até 12 de setembro de 2009

Texto de Sidnei Oliveira, interpretação de Marcos Crazú, e direção de Marcio Vieira, a comédia Humor de A a Z leva ao palco Alfabeta, uma professora que ministra um curso de humor. Durante a peça, os alunos se revezam em quatro personagens: Paulinho de Japeri (a bichinha estagiária), Claudete SOS (agente de saúde), Zumira Silva (vendedora de quentinhas) e Chico Guarabira (cantor de forró).


De forma irreverente e bem humorada, o espetáculo aborda os acontecimentos banais do cotidiano. Os participantes do curso fazem parte de universos diferentes e de classes sociais variadas. Aos poucos, eles mostram ao público o que aprenderam na vida e nas aulas de humor. Humor de A a Z fica em cartaz até 12 de setembro, no Teatro Vannucci.

Teatro Vannucci - Rua Marquês de São Vicente, 52 3° Piso - Shopping da Gávea
Informações: 21 - 2239-8595 / 2274-7246
Preços: R$ 40,00 (sexta) e R$ 50,00 (sábado).
Data(s): Até 12 de setembro de 2009.
Horário(s): Sexta e sábado, 23h. Texto: Sidnei Oliveira
Interpretação: Marcos Crazú
Direção: Márcio Vieira
Orkut: Humor de A a Z
www.humordeaaz.com.br

Crítica: Humor de A a Z
por: Cláudio Pinheiro

Marcos Crazú vive Alfabeta, personagem central do curso “Humor de A a Z”, onde o principal objetivo é a motivação. Durante o curso os alunos (espectadores) são convocados para subirem ao palco de uma maneira inusitada: estimulando desde o espectador (sempre aluno) mais tenso até o mais descontraído a se divertir com um humor muito criativo. O espetáculo é apresentado por quatro personagens, e Marcos Crazú interpreta com perfeição, dando a impressão que existem vários atores participantes.

A trajetória de Alfabeta, uma típica carioca que procura a renovação em um curso que destila a felicidade, o bom humor e um bate papo com o espectador, é contada, de forma interessante por seus principais alunos: Paulinho, Zumira, Claudete e Chico. Mas o foco principal da peça é a Professora Alfabeta, e o simpático e talentoso Marcos Crazú entra em cena levantando a platéia e fazendo do momento o maior acerto do espetáculo.

Ao longo da encenação, são passadas diversas dicas para se obter “o bom humor”. Até um endividado pode queimar seus carnês na Fogueira Santa de Israel. Tudo é muito bem idealizado, é um espetáculo leve, não agride o espectador e atinge seu principal objetivo: “Uma reflexão sobre o bom humor”.

O texto de Sidnei Oliveira é um guia de Auto-Ajuda. Márcio Vieira acertou ao usar dois palhaços em cena, dando tempo suficiente para troca de roupa da figura central. O figurino de Jerry Fernando é impecável, apropriado para cenas rápidas. Já Leonardo Batista usa um cenário simples, o curso “Humor de A a Z” merecia um cenário mais atraente. No release não consta quem criou luz e trilha sonora... mas tudo funciona muito bem.

O principal artista interage muito bem com a platéia, convidando-a a participar de cenas simples, que guarda uma hilária surpresa. Música, dança, piadas tornam a peça ainda mais atrativa. No final, o ator tira a peruca e agradece ao público, em uma atitude que demonstra respeito e carinho para com todos, que saem com a certeza de terem assistido um ótimo espetáculo de comédia.

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