Teatro Rio

TEATRO - RIO DE JANEIRO

SEMPRE VALE A PENA

SEMPRE VALE A PENA

Foto: divulgação

Teatro Gláucio Gil - Quintas-feiras 21h

Teatro Rio

Por Maria Fernanda Gurgel  

UMA COMÉDIA DE RELACIONAMENTOS

12 de novembro a 03 de dezembro

A peça Sempre Vale a Pena, uma comédia de relacionamentos, da jornalista Maria Fernanda Gurgel, estreou no dia 12 de outubro de 2008, no teatro Ipanema, ficando até o dia 30 de novembro, voltou para o mesmo teatro do dia 19 de março até 21 de maio de 2009. Agora a peça, com novos atores e uma nova direção, cumpre sua terceira temporada, no teatro Gláucio Gill, em Copacabana, do dia 12 de novembro à 03 de dezembro, todas às quintas-feiras, às 21 horas. No elenco: Adriana Luna, Patrícia Matos, Hugo Barrylari e Jaime Dias. Participação especial: Filipe Vieira. A direção é de Alexander Montezany.

Composta de cinco esquetes que tratam dos mais diversos tipos de relacionamentos. A constante guerra entra o sexo masculino e o feminino, relacionamentos entre amigos, psicanalistas e pacientes, entre vizinhos, casais, pai de santo com a sua melhor amiga, uma socialite que não dá um passo sem falar com ele, mas não assume isso para ninguém. — A peça abre um leque sobre o tema em questão. Com esquetes divertidos, Sempre Vale a Pena busca cumprir a finalidade de fazer as pessoas pensarem em todos os tipos de relacionamentos possíveis e no fato de que SEMPRE VALE A PENA envolver-se neles.

Certamente, existem pessoas que temem qualquer relação, seja afetiva, familiar, profissional ou social. Às vezes, realmente dá medo mergulhar de cabeça em um relacionamento ou mesmo cogitar a hipótese de se começar um. Há pessoas que dizem que se bastam sozinhas. Contudo, sempre interagem no dia-a-dia, apesar de superficialmente. Outras dizem que não têm tempo para isso. Enfim, por mais complicados que sejam os relacionamentos, por mais loucos que sejam, SEMPRE VALE A PENA tentar. Esta é a mensagem central da peça, pois ninguém vive só e todo mundo tem muito a aprender com qualquer que seja a convivência.

E é de maneira muito bem-humorada que esta peça vem mostrar que se relacionar SEMPRE VALE A PENA.

ESQUETE 1 — A REVELAÇÃO — Mulher organiza jantar para conquistar paixão da juventude.

O primeiro esquete gira em torno de dois grandes amigos que se conhecem há mais de 25 anos. Ele, garanhão de Ipanema, playboy riquinho, solteirão convicto, costumava levar todas as mulheres para a cama, menos ela, Sabrina, a melhor amiga. O corre-corre da vida fez os dois se afastarem. Ele se tornou um ginecologista famoso e foi trabalhar em Nova York. Depois de dez anos, volta ao Brasil e encontra Sabrina. Ela organiza jantar para tentar seduzi-lo, mas uma revelação muda o rumo da história.

ESQUETE 2 — O RONCO Distúrbios e manias de um casal são superados pelo desejo e pelo amor.

O marido, tranqüilo, light; Ele ronca, o que a deixa desesperada. Acorda com o próprio ronco e acha que foi ela que o acordou. Na calada da noite ela entra em desespero, depois de fazer exercícios de yoga, pois o ronco do seu marido é de acordar os vizinhos, ela na calada da noite liga para o disque insônia que custa 4 reais o minuto e depois dessa ligação as coisas todas mudam e descobertas são feitas.

ESQUETE 3 — DISCUTINDO A RELAÇÃO — Eles e elas ou elas e eles?

Neste esquete, o universo de homens e mulheres é passado a limpo em abordagens onde o relacionamento é retratado nos mínimos detalhes.

ESQUETE 4 — MANDINGA TROCADA — A insegurança levando amigos de mundos diferentes a buscar algo além do necessário para ser feliz.

Uma socialite, moradora da Vieira Souto, tem, há 20 anos, um amigo que é pai-de-santo. Não faz nada sem consultá-lo, no entanto, não quer que ninguém saiba disso. Este quadro mostra o preconceito de uma socialite gerando a dificuldade de relacionamento com o grande amigo pai-de-santo de sua confiança. É uma relação confusa de amor e loucura, envolvendo dois mundos totalmente diferentes.

ESQUETE 5 — MUDANDO PARA IPANEMA — Viúva se reinventa causando confusão na vizinhança e vê antigo sonho voltar ao ponto de partida.

A autora brinca com este esquete. Uma senhora, em seus 78 anos, morou a vida toda na Tijuca, mas tem o grande sonho de viver em Ipanema. Quando o marido morre, muda-se para lá. Viúva de militar, aluga um bom apartamento na Joana Angélica. Assim que se muda, apresenta-se ao vizinho de porta, um homem de 47 anos. A partir daí, ela transforma a vida dele num pandemônio, não respeitando sua conduta nem sua privacidade. Consegue afastá-lo das namoradas e dos amigos, estabelecendo um relacionamento complicado entre vizinhos.

SOBRE A AUTORA

Maria Fernanda Gurgel é jornalista de formação. Trabalhou na extinta TVE, hoje chamada TV Brasil, na CNT de Curitiba e Rádio MEC no Rio de Janeiro. Há sete anos que ela faz assessoria de imprensa cultural. Sempre gostou de escrever peças de teatro e contos. Tem oito peças escritas, a maioria dramas, sendo duas infantis editadas. "Sempre Vale a Pena”, é sua estréia na comédia e sua primeira peça a ser montada profissionalmente. A peça estreou dia 12 de outubro de 2008, no teatro Ipanema ficando em cartaz até o dia 30 de novembro. Em março a peça voltou para o mesmo teatro e cumpriu uma segunda temporada de dois meses. Agora a peça está com um novo elenco e uma nova direção e vai reestrear dia 12 de novembro de 2009, no teatro Gláucio Gil.

Elenco
Adriana Luna, Patrícia Matos, Hugo Barrylari, Jaime Dias e Felipe Vieira

Ficha técnica
Autora: Maria Fernanda Gurgel
Direção: Alexander Montezany
Figurino: Jerry Fernando
Produção executiva: Maria Fernanda Gurgel
Assessoria de imprensa: Maria Fernanda Gurgel

Teatro Gláucio Gil. Praça Cardeal Arco verde sem número ao lado do Metrô Estação Arco Verde.
Tel.: 2332-7904. Quintas, 21h. R$ 10,00 Inteira, meia e idosos: R$ 5,00
Temporada de  12 de novembro a 03 de dezembro.
Capacidade do teatro: 200 lugares.  14 anos. Duração: 1h 20

Assessoria de Imprensa
Maria Fernanda Gurgel

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