

Por Lígia Azevedo / Arteplural Comunicação
Vencedor do Prêmio APTR na categoria de Melhor Figurino (Ney Madeira) a comédia estréia em São Paulo no Teatro Anhembi Morumbi
Montada pela primeira vez há 50 anos por Cacilda Becker, a deliciosa comédia de Ariano Suassuna, O Santo e a Porca, ganha nova montagem encenada pelo grupo carioca Limite 151 Companhia Artística. A peça estreia dia 5 de março, no Teatro Anhembi Morumbi.
Dirigida por João Fonseca, traz no elenco Élcio Romar, Gláucia Rodrigues, Marco Pigossi (o Cássio, da novela Caras & Bocas), Nedira Campos, Marcio Ricciardi, Janaina Prado e Nilvan Santos. A montagem estreou no Rio de Janeiro em 2009, arrebatou o Prêmio APTR 2009 de Melhor Figurino (Ney Madeira) e foi indicada ao Prêmio Shell nas categorias de Melhor Atriz (Gláucia Rodrigues) e Melhor Figurino (Ney Madeira).
Dando continuidade a este sucesso, O Santo e a Porca foi selecionado pelo Programa BR de Cultura 2009/2010 (patrocínio da Petrobrás) para realizar apresentações em 16 cidades: São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Londrina, Ponta Grossa, Maringá, Joinville, Jaraguá do Sul, Blumenau, Itajaí, Chapecó, Lages, Porto União, Santa Maria, Caxias do Sul.
Na peça, a avareza doentia de Euricão vai deixá-lo pobre e solitário. Caroba, interpretada por Gláucia Rodrigues, é uma criada de Euricão, namorada de Pinhão. Para se casar com Pinhão, que trabalha para o milionário Eudoro, a esperta criada arquiteta um mirabolante, audacioso, confuso e hilário plano. “A Caroba é a clássica personagem das grandes comédias: astuta, esperta, quase sem caráter para conseguir seus objetivos: fazer o amor triunfar sobre todas as coisas e... comer!”, brinca Gláucia. “Aí entra o olhar brasileiro/nordestino da obra de Suassuna. A Caroba é uma sobrevivente da miséria brasileira.”
Todos se deixam envolver nessa trama levando para um lado os “oprimidos” de todas as espécies e, de outro, os supostos opressores, Euricão e Eudoro. Como em outros textos de Ariano Suassuna, a simplicidade do trabalho permeia toda a ação dramática.
Sobre Ariano Suassuna
Ariano Vilar Suassuna é advogado, professor, teatrólogo, romancista, poeta, ensaísta, defensor incansável da cultura popular do Brasil e do Nordeste. Nasceu em João Pessoa (PB) em 16 de junho de 1927, filho de João Urbano Pessoa de Vasconcelos Suassuna e Rita de Cássia Dantas Villar. Quando tinha três anos de idade, seu pai foi assassinado no Rio de Janeiro, por causa de lutas políticas. Depois do trágico episódio, sua mãe mudou-se com os nove filhos para Taperoá, onde Ariano Suassuna fez os estudos primários.
Texto: Ariano Suassuna
Direção: João Fonseca
Elenco: Élcio Romar (Euricão), Gláucia Rodrigues (Caroba), Marco Pigossi (Dodô), Marcio Ricciardi (Eudoro Vicente), Nedira Campos (Benona), Janaína Prado (Margarida), Nilvan Santos (Pinhão.
Local: Teatro Anhembi Morumbi (746 lugares) - Telefone - 2081-5924
Endereço: Rua Dr. Almeida Lima, 1134, Mooca, região leste
Horário(s): Sextas-feiras, às 21h30, sábados, às 21h e domingos, às 19h
Preço(s): R$ 30,00 (de sexta a domingo)
Data(s): 5 de março de a 25 de abril
Classificação: 14 anos
Duração: 80 Minutos
Recomendado maiores de 10 anos
Assessoria de Imprensa / ARTEPLURAL Comunicação
Jornalista responsável - Fernanda Teixeira
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Por Douglas Picchetti / Arteplural Comunicação
Com texto (muitos novos) e atuação do ator Luis Miranda - do extinto seriado Sob Nova Direção, da Rede Globo, e um dos criadores do Terça Insana, o espetáculo 7 Conto, que foi sucesso de bilheteria na última temporada, reestreia em São Paulo dia 4 de março, quinta-feira, no Teatro Cleyde Yáconis.
Dirigida por Ingrid Guimarães, com cenário de Nello Marese e figurinos de Helena Soares, a comédia é baseada no cotidiano de uma sociedade cheia de contradições. Aponta, de maneira bem-humorada, as diferenças do Brasil na pele de sete personagens hilários, todos criados pelo ator. Cada um trata de um tema: tem o flanelinha bêbado (alcoolismo), a atriz mirim e negra (exclusão social), o apresentador de programa sensacionalista na TV (insensibilidade das elites), a dona de casa desbocada (maltrato a idosos) e a socialite deslumbrada, entre outros tipos impagáveis.
Todos os papeis foram criados e são interpretados pelo ator Luis Miranda - que também está dirigindo a peça Ponto Cego, de Lya Luft, no Rio de Janeiro. Destaque para alguns conhecidos por quem acompanha seu trabalho no projeto Terça Insana, como a dona Editi, líder comunitária e apresentadora de um programa de TV da favela, e a menina Caroline, atriz que não se conforma com a desigualdade entre negros e brancos na mídia. A cada temporada, o ator adapta o roteiro de acordo com os momentos vividos na sociedade. Segundo Luis Miranda, “a temporada de 2010, por estar em um ano de eleições, terá um grande apelo político”. Leia mais 7 Conto
Por Renata Lopes
Montagem da Cia Régia de Teatro, formada por Nath Calan e Bira Honorato, mescla teatro e performance musical. Nath Calan, no papel de Sônia, atua, toca e canta.
Waltz – Valsa Nº 6 é o resultado de três anos de trabalho da dupla de atores da Cia Régia de Teatro sobre a peça de Nelson Rodrigues e apresenta a atriz e musicista Nath Calan no papel de Sônia, com direção de Bira Honorato. A peça estréia dia 4 de março, quinta-feira, às 20h30 no Espaço dos Satyros 2.
A montagem faz uma nova leitura do texto rodrigueano, com sonorização ao vivo feita pela atriz, no lugar de utilizar gravação ou som mecânico. A valsa de Chopin, entre outras, é tocada durante a encenação. O trabalho retrata o homem contemporâneo e suas angústias, contradições e veleidades. Simbolizados pela personagem Sônia, a peça é nomeada pela Cia como um espetáculo de música cênica.
Surgido nos anos 60 na Europa, a música cênica é um movimento que busca integrar diferentes linguagens na música instrumental contemporânea. “Música cênica é a experiência do músico não apenas tocando seu instrumento, mas também interpretando um personagem ou compondo uma cena”, explica a atriz. “Buscamos uma experimentação ainda mais diferenciada através da interpretação musical”, explica Nath Calan. “Invertemos, porque na música cênica, o músico além de tocar, atua e, neste caso, a atriz, além atuar, toca, há portanto, uma diferença na ordem das ações”, completa. Neste texto de alta intensidade dramática, o piano de Sônia foi substituído pelo vibrafone, que é tocado em todas as valsas da peça. Leia mais Valsa Nº 6
Por Renata Lopes
Uma encenação sobre um homem que está morrendo é o principal evento da festa de comemoração dos 250 anos da Fábrica de Supositórios Brasil.
Com esse mote, o grupo Garagem 21 apresenta Fodorovska, que estréia dia 4 de março, quinta-feira, às 22h30, no Espaço dos Satyros 2.
Escrita e dirigida por Cesar Ribeiro, a montagem discorre sobre a relação contemporânea ocidental com a morte em uma época na qual cada vez mais a tecnologia é utilizada para diminuir as distâncias entre as sociedades. Mas, se por um lado o avanço tecnológico possibilita a diversidade e o acúmulo de informações, facilitando assim o processo de organização intelectual da realidade, por outro há a superficialidade na abordagem dos temas.
Para refletir sobre esse assunto, o grupo novamente recorre à sua linguagem característica: uma mistura de referências que vão de quadrinhos e desenhos animados adultos a filmes de terror orientais e cineastas como David Lynch e Tim Burton, além de pensadores como Nietzsche, Foucault e Lipovetsky. Leia mais Fodorovska
Por Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Estreia dia 2 de março de 2010, no Sesc Pinheiros, no Teatro Paulo Autran, o espetáculo “Flechas do Anjo do Esquecimento”, com autoria e direção do espanhol José Sanchis Sinisterra. Nesse texto inédito de Sinisterra, a memória (e a falta dela) é artífice de defesa do ser humano diante de seus próprios abismos e fragilidades.
No dia 4 de março, o SESC Pinheiros promove um encontro gratuito com o diretor espanhol José Sanchis Sinisterra. Neste bate papo, estudantes, profissionais de artes cênicas, assim como interessados em conhecer um pouco mais da obra do autor, poderão acompanhar de perto as diretrizes do seu trabalho de pesquisa e conhecer o processo de criação do espetáculo. A palestra conta com a participação dos atores que analisarão a dramaturgia e a sistemática da montagem por meio da prática de algumas cenas da peça. A retirada de ingressos acontece a partir do dia 25/02 em todas as unidades pelo sistema INGRESSOSESC.
O projeto “Flechas do Anjo do Esquecimento” é o trabalho de estreia da As Magnólias, companhia teatral fundada pelas experientes atrizes Gabriela Fontana, Patrícia Gordo e Eveline Maria. Nessa produção foram convidados a integrar o elenco os atores Kiko Marques, Virginia Buckowski, Alejandra Sampaio e Willians Mezzacapa.
José Sanchis Sinisterra é diretor teatral desde 1957. Nos anos 60 inicia sua carreira como autor e professor universitário na Espanha. É atualmente o maior nome da dramaturgia espanhola, um dos diretores mais renomados de seu país e um respeitado professor. Além da Espanha, ministra aulas na América Latina, seus textos teatrais já ganharam todos os prêmios da Espanha e foram traduzidos para o inglês, francês, italiano e português, tendo recebido diversos prêmios pelo mundo.
A trama de “Flechas do Anjo do Esquecimento” se passa na sala de espera de um centro clínico, onde diversos personagens defendem sua pessoal e estreita relação com uma paciente, uma jovem vítima de uma amnésia retroativa. A partir deste argumento, José Sanchis Sinisterra revela neste texto os truques, os falsos mecanismos daqueles que usam da memória para evitar o abismo de uma identidade demasiadamente fragmentada.
De 02 de março até 30 de março de 2010
Dias de apresentação: 2, 3, 9, 16, 17, 23 e 30 de março de 2010 - Horário: 20h30
Dia 4 de março de 2010 - Encontro de José Sanchis Sinisterra e o elenco com estudantes de teatro e público em geral, horário 20h30, entrada franca, duração 120 minutos ingressos uma hora antes.
Duração: 100 minutos Lotação (reduzida para este espetáculo): 300 lugares Ingressos: R$ 15,00 inteira, R$ 7,50 meia (usuário matriculado no SESC e dependentes, pessoas com mais de 60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante) e R$ 3,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Sesc Pinheiros - Rua Paes Leme, 195, Pinheiros, São Paulo/SP CEP 05424-150 Telefone: 11 3095-9400
Informações para imprensa:
Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques - www.canalaberto.com.br
Por Douglas Picchetti / Arteplural Comunicação
Segunda parte do texto Discurso aos Animais, de Valère Novarina, Um dos autores contemporâneos mais encenados na França, O espetáculo A Inquietude estreia Dia 24 de fevereiro, quarta-feira, às 21 horas, no da Espaço Décimo Segundo Andar Unidade Provisória Sesc Avenida Paulista. Sob direção de Thierry Trémouroux, a atriz Ana Kfouri interpreta Jean qui Cloche (João Mancada). Em uma paisagem lunar, o personagem conta suas aventuras para o público, por meio de suas lembranças e pensamentos, num jogo de palavras rítmico.
O espetáculo se desenvolve na fala poética e sonora de João Mancada, em que seu pequeno abrigo conversa com animais há dezoito anos. O personagem conta suas aventuras em um jogo de palavras, recheado de tensão, lirismo, raiva e tristeza. A e partir daí a peça vai se desenrolando, aos poucos, desenvolve uma interlocução com o público.
O cenário, de Desirée Bastos, é composto por bolas de luz espalhadas pelo palco e remete ao espaço lunar. O espaço acolhe o ator eo espectador e, ao longo do espetáculo, estreita o jogo entre eles. A partir de uma projeção, é exibida uma cena de Ana Kfouri voando de asa delta. "É como se eu viesse do espaço", diz a atriz que, em 2007, parte encenou inicial do texto, O Animal do Tempo, Dirigida por Antonio Guedes.
A proposta de Valère Novarina é desafiadora eo autor apresenta uma produção textual particularmente sonora, rítmica e musical, explorando uma pluralidade de sentidos. "Em A Inquietude não importa Quem Fala, pois a linguagem da experiência é o grande acontecimento da peça. Esse é o desafio da atuação, deixar falar a carne ", diz a atriz. "A Inquietude É um belíssimo texto poético que me chama para o palco. Tem densidade, humor, afeto, Estranhamento e, principalmente, vida ", completa Ana Kfouri
Sinopse - Em uma paisagem lunar, a atriz Ana Kfouri Mergulha no Universo Mancada do personagem João, que por meio de pensamentos e lembranças, conta suas aventuras para o público com humor e poesia.
Ficha técnica: Autor: Valère Novarina | Direção: Thierry Trémouroux | Atuação: Ana Kfouri
Local: Espaço Décimo Segundo Andar Unidade Provisória SESC Avenida Paulista. (40 lugares)
Endereço: Avenida Paulista, 119 - Estação Brigadeiro (11) 3179-3700
Bilheteria: de terça a domingo a partir das 14h
Horário(s): quartas e quintas, às 21h
Data(s): 24 de fevereiro a 25 de março
Preço(s): R$ 20,00, R$ 10,00 R$ 5,00
Duração: 60 Minutos
Bilheteria: de terça a sexta das 9 às 22 horas e sábados, domingos e feriados das 10 às 19 horas
(ingressos à venda em todas as unidades do SESC).
Acesso para deficientes físicos
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Assessoria de Imprensa / ARTEPLURAL Comunicação
Jornalista responsável - Fernanda Teixeira
fernanda@artepluralweb.com.br
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Por Por Tatiana Mohr
O Grupo de Teatro do Meio, coordenado pelo Alex diretor Brasil, abre as atividades de 2010 em sua sede. Espaço no recém-aberto, batizado de Teatro Lá em Casa, reestreia o espetáculo "o Gênio em Concurso".
A peça, atualização de comédia do século XIX, mostra o "complexo de vira-lata" do Brasileiro e as desventuras de seus políticos na pequena cidade de cabelinhos. O espetáculo resulta do trabalho de pesquisa do Grupo com uma comédia, uma incorporação da música e suas Possibilidades em dialogar francamente com o público.
A escolha do texto foi feita a partir da proposta de equilibrar a pesquisa ea Elaboração cênica com uma preocupação em se comunicar de forma efetiva, Oferecendo Espetáculos empenhados nenhum jogo cênico e na troca com o público. Bem como na Recuperação de autores nacionais ou Consagrados esquecidos, mas que possuem Visibilidade em apenas um segmento de sua obra. Leia mais Gênio em Concurso
Local: Teatro Lá em Casa
Endereço: Rua Lopes Oliveira, 635
Horário(s): sábado às 21h e domingos às 19h
Data(s): A partir do dia 20 de fevereiro
Preço(s): sábado R $ 30,00 e R $ 25,00 domingo (morador da Barra Funda paga R $ 6,00)
Bairro: Barra Funda
Classificação: 14 anos
Duração: 60 Minutos
Tatiana Mohr
E-mail: tatimohr@terra.com.br
Por Adriana Balsanelli / Arteplural Comunicação
Com a bagagem adquirida em suas respectivas trajetórias no teatro, os atores Melissa Vettore (a Amélia da novela Viver a Vida, de Manoel Carlos, Rede Globo) e Otávio Martins (que está no filme Salve Geral) emprestam frescor, atualidade e talento ao texto Dores de Amores, de Leo Lama - sucesso de público na primeira montagem, em 1989.
Dirigida por Naum Alves de Souza, a nova montagem da comédia - que voltou à cena 20 anos depois, em julho de 2009 no Teatro Frei Caneca - reestreia temporada no dia 19 de fevereiro, sexta-feira, às 21 horas, no Teatro Imprensa, depois de excursionar pelo Interior de São Paulo, Macapá e Belém.
Melissa Vettore e Otávio Martins (o casal Luiza e Léo, no seriado Mothern do canal GNT) vivem no palco a relação de um casal moderno, invertem os papéis “homem-mulher” e colocam em cena a "crise do macho".
A peça se passa em uma noite na vida do jovem casal, que sente as pressões do mundo moderno. Fechados entre quatro paredes, se preparam para enfrentar a sua própria intimidade. Mas naquela noite algo inusitado está prestes a acontecer: uma divertidíssima inversão de papéis. A situação explode em uma discussão sobre sexo, fantasia, fidelidade, traição, psicologia barata, afeto, desejo e casamento. De repente, surge o inesperado: o gesto de amor.
O casal acaba de se mudar para um loft, um espaço novo, onde está tudo dentro de caixas. Em cena, a cama, os livros no chão, um mancebo. No fundo do palco, uma cortina de voil branco. O ambiente provoca uma intimidade, que, no momento, está difícil de ser atingida. O texto traz à tona os hilariantes conflitos do casal, abordando temas relevantes no mundo de hoje e o novo papel da mulher contemporânea nas relações amorosas.
Primeiro texto do autor (ele tinha 24 anos e hoje tem 44), quando estreou em 1989, Dores de Amores - que rendeu os prêmios Molière e APCA de Melhor Texto - tinha no elenco Malu Mader e Taumaturgo Ferreira. A peça ficou cinco anos em cartaz em Capitais do Brasil e na Argentina, levando ao teatro um público estimado de um milhão de pessoas.
DORES DE AMORES - Com Melissa Vettore e Otávio Martins.
Direção, Cenário e Figurino: Naum Alves de Souza.
Autor: Léo Lama. Stand In: Nathália Rodrigues
Local: Teatro Imprensa (452 lugares)
Endereço: Rua Jaceguai, 400. Informações: (011) 3241- 4203
Bilheteria: de terça a domingo a partir das 14h
Horário(s): sextas e sábados, às 21h e domingo, às 19h
Data(s): a partir de 19 de fevereiro
Preço(s): Sextas e domingos a R$ 30,00 e sábados a R$ 40,00.
Formas de pagamento - Aceita pagamento em dinheiro, cheques e cartões de débito.
Ticketmaster www.ticketmaster.com.br.
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Por Nanda Rovere
Marisa Orth e Paula Weinfeld encenam o fictício encontro, em 1960, entre e a escritora francesa Simone de Beauvoir e Dorinha, uma jovem estudante de Letras do Recife, apaixonada pelos ideais libertários da época.
A frase ¨Entre a fidelidade e a liberdade, haverá uma conciliação possível? A que preço? inspirou Juliana Rosenthal K. a suscitar reflexões sobre temas importantes e atemporais como os relacionamentos amorosos e o papel da mulher na sociedade, apresentando as diversas facetas de Simone de Beauvoir - o mito, a mulher, a amante, a professora.
Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir ficaram três meses no Brasil em 1960, e seus últimos dias no País foram passados no Recife. No espetáculo, Simone ainda com tifo, que contraíra na Amazônia, está hospeda na casa de Marta, por quem Sartre se apaixona. Dorinha é contratada para cuidar de para cuidar de Simone e estabelece com a paciente uma relação em que o embate de idéias irá modificar a vida dessas mulheres.
A atriz Paula Weinfeld foi escolhida a partir de testes e Marisa Orth acompanhou o processo de criação do texto: ¨ Adorei o resultado alcançado pela Juliana. Interpretar Simone de Beauvoir está sendo um agradável desafio”, diz.
Uma primeira leitura pública da peça aconteceu no ano passado no projeto Letras em Cena e a receptividade do público foi muito boa.
Marisa Orth, já na leitura, demonstrou sensibilidade ímpar para viver uma personagem instigante e que revolucionou o pensamento e os costumes de seu tempo. A atriz domina o drama e a comédia e está entre as artistas mais importantes do nosso teatro, cinema e TV.
O diretor José Rubens Siqueira foi escolhido por Marisa:“O Zé Rubens é um diretor de ator, nos faz crescer em cena. Tinha que ser ele”, afirma a atriz. O cenário é de Isay Weinfeld e os figurinos de Cássio Brasil. Iluminação de Guilherme Bonfanti. Desing gráfico de Gringo Cárdia.
Local: Teatro Jaraguá - Rua Martins Fontes, 71
Endereço: Teatro R. dos Ingleses , 209. Informações: (011) 3289 2358
Horário(s): Sexta, 21h30; sábado, 21h; domingo, 19h
Data(s): 22 de janeiro a 25 de abril de 2010
Preço(s): R$ 70,00 a R$ 80,00
Por Nanda Rovere
E-mail: nandarovere@hotmail.com
São Paulo/SP
Por Nanda Rovere
Sinopse: Quatro mulheres em idades diferentes ao falarem sobre suas vidas acabam revelando as mães que são, ou virão a ser, e a realidade em que vivem. Instinto ou razão? Medo ou encantamento? Presunção ou humildade? Egoísmo ou generosidade? Ou tudo isso? Uma surpresa para quem espera um espetáculo adocicado e ameno.
Amanda Acosta é uma atriz e cantora que consegue colocar nessa peça toda a sua sensibilidade para a criação de personagens leves e densos. A sua experiência como mãe de Vicente certamente a ajudou a criar as quatro mulheres e a entender melhor o que é ser MÃE , mas o texto transcende o cotidiano de Amanda e Fusko (casados na ¨vida real¨). Amor, insegurança, alegria, tristeza, atos acertados e atos falhos se misturam de uma maneira inteligente e a cada novo esquete, como a sinopse diz, ¨ Uma surpresa para quem espera um espetáculo adocicado e ameno ¨. Maternidade nos traz interessantes reflexões sobre o ser humano e a conseqüência das suas ações.
André Fusko consegue costurar bem as cenas e tem um futuro promissor na direção.
Como autor, escreveu Solidores (atuou ao lado de Taís Araújo) e demonstrou talento para essa atividade. Posteriormente, estreou Simceramante!, no qual também atuava (e dirigia), ao lado de Patrícia Vilela e Marcelo Diaz.
Já na leitura, realizada no Teatro imprensa, o espetáculo merecia atenção.
Ficha técnica: Texto e direção: André Fusko | Elenco: Amanda Acosta Trilha sonora original: Kalau | Adereços: Paulo Bordhin | Fotografia: Vivian Abravanel | Design: Eduardo Reyes.
Local: Espaço dos Satyros 1
Endereço: Pça. Franklin Roosevelt, 214, Bairro República. Informações: (011) 3258 6345
Horário(s): Sextas e sábados ás 19h
Data(s): A partir de 5 de fevereiro de 2010
Preço(s): R$ 20,00 (meia)
Por Nanda Rovere
E-mail: nandarovere@hotmail.com
São Paulo/SP
Regis Santos
O último final de semana de janeiro será animado na capital paulista com a estreia da peça “Casal Pinel em um quarto de Motel”, que volta aos palcos no dia 29 de janeiro e fica em cartaz todas as sextas, sábados e domingos até o mês de abril, no Teatro Eva Wilma.
Baseada em fatos reais, com textos coletados de conversas com casais amigos, a trama conta a história de um casal interpretado por Aldine Muller e Ton Criveralo, que vive mais uma grave crise no casamento e decide discutir a relação. Vanderley Von, o marido, quer ir para um motel e sua esposa Maria Aparecida, prefere a cidade de Aparecida do Norte. A proposta de Vanderley ganha!
O casal vai para o motel e a “pureza” da esposa, entra em confronto com o apetite sexual do marido e surgem ansiedades e problemas de impotência fazendo com que Maria Aparecida, mostre o outro lado da sua personalidade.
Muitas trapalhadas e confusões marcam esta divertida comédia, mas, com uma discussão séria, atual e com forte identificação do público.
Com a campanha SOS Haiti quem levar um kg de alimento não perecível para ajudar os moradores do país, paga meia-entrada.
Tom Criveralo - Considerado pela imprensa paulistana o autor revelação do teatro em 2009, Ton tem 32 textos para adultos e 04 para crianças, sendo o único autor de teatro do interior do Estado de São Paulo, que lota teatros com textos próprios desde 1979, chegando a manter uma comédia adulta (Bella Polenta) de sua autoria, em cartaz por 11(onze) anos.
Aldine Muller - depois do sucesso em mais de quarenta filmes, como: Noite (Érico Veríssimo), Paixões e Sombras, O Prisioneiro do Sexo (Walter Hugo Khouri) entre outros e de novelas como Rainha da Sucata e Sassaricando (Silvio de Abreu), Salvador da Pátria (Lauro César Muniz), Dance Dance Dance (Del Rangel), Escrava Isaura e Cristal (direção de Herval Rossano) e de peças teatrais como: A Dança Final (Plínio Marcos), Direita Volver (Lauro Cesar Muniz), além da Escolinha do Professor Raimundo com o grande humorista Chico Anísio fazendo a personagem “Dona Flor” durante cinco anos, agora reaparece no Teatro fazendo o que mais gosta e se identifica: a comédia!
Serviço
Casal Pinel em Quarto de Motel
Gênero - Comédia
Censura: 12 anos
Teatro Eva Wilma Rua Antonio de Lucena, 146 - Tatuapé – Tel. p/ informações: (11) 2090-1650
Temporada: de 29 de Janeiro a 04 de Abril. Não haverá espetáculo no dia 26/02
Sextas 21h30 – Sábados 21h00 – Domingos 19h00
Duração - 80 minutos
Lotação: 720 lugares – Ar condicionado
Ingressos: Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (bônus promocional, estudantes, aposentados e maiores de 60 anos devidamente identificados).
Por Fábio Mendes
Quem gosta de assistir a uma boa comédia no teatro terá uma ótima opção neste início de ano. A MURO Companhia Teatral traz de volta aos palcos a comédia “Sedutor por Acaso”, no Teatro Ruth Escobar, a partir do dia 15 de janeiro. O espetáculo tem texto e direção de Paulo F, diretor do sucesso “Mulheres, Bobeiras e um Ataque de Risos”. “Sedutor por Acaso” conta a história de Daniel, um rapaz tímido e inseguro, típico nerd, que curte uma longa fossa por ter sido abandonado por Linda, sua ex-namorada. As confusões em sua vida começam depois que ele é hipnotizado por seu analista e se transforma em um exímio conquistador. A peça é uma divertida comédia de erros, que brinca com temas como relacionamento entre homem e mulher, insegurança masculina e a necessidade de terapias e métodos alternativos para descobrir quem somos.
Sobre a Muro
A MURO Companhia Teatral surgiu em 2006, oferecendo espetáculos de fácil assimilação e a preços populares, proporcionando momentos de diversão, entretenimento e reflexão para crianças, jovens e adultos que não têm o hábito de frequentar teatros. O espetáculo de estreia da companhia, “Algo no Jeito Como Ela se Move”, foi contemplado pelo Programa VAI da Prefeitura de São Paulo, em 2007. Em 2008, a Muro estreou “São de Cera as Luzes da Cidade”, comédia dramática e musical inspirada nas canções do músico gaúcho Nei Lisboa, que cumpriu temporada no Teatro Ruth Escobar. No mesmo ano, entrou em cartaz o espetáculo ‘Mulheres, Bobeiras e um Ataque de Risos” que ficou mais de um ano em cartaz, sempre com grande sucesso. Em 2009 o grupo estreou dois espetáculos inéditos, o infantil “O Livro dos Sonhos” e a comédia “Sedutor por Acaso”.
Texto e direção: Paulo F
Assistentente de direção: Kelly Malreli E Leandro Bispo.
Elenco: Aline Abovsky, Géssica Alvarenga, Júlia Mariano, Juliano Dip Lencioni, Paulo F. e Tadeu Pinheiro
Local: Teatro Ruth Escobar – Sala Miriam Muniz
Endereço: Teatro Rua dos Ingleses, 209. Informações: (011) 3289 2358.
Bairro: Bela Vista
Horário(s): Sextas, às 21h30; Sábados, às 21 horas e Domingo, às 19 horas
Data(s): De 15 de janeiro a 7 de março
Preço(s): Inteira: R$ 30,00
Classificação: 14 anos
Duração: 60 Minutos
Por Marcel Agarie / Sérgio Dias
Os humoristas de stand-up comedy do “Comédia na Veia”, formado por Bernardo Veloso, Douglas Alexandre, Fábio Gueré e Rafael Oliver, agora contam com o reforço de Zé Luiz Martins e iniciam nova temporada no Piove, casa localizada no bairro do Itaim Bibi.
Para abrir a nova temporada o grupo receberá a humorista Carol Zoccoli, finalista do concurso 8º elemento do programa da Band CQC. A “gigante” de 1,50m é atualmente uma das referências do stand-up comedy nacional participando dos grupos “Humor de Salto Alto” e “Santa Comédia”.
A novidade desta temporada será a presença do redator da Agência África José Luiz Martins, vencedor de prêmios em Cannes e agora integrante fixo do elenco do “Comédia na Veia”.
Ao longo da sua história, o “Comédia na Veia” já se apresentou com grandes nomes do stand-up comedy nacional. Destaques para Rafinha Bastos, Paulo Carvalho, Danilo Gentili, Luis França, Dani Calabresa, Rafael Cortez, Fábio Rabin, entre outros.
Mais informações acesse o site www.comedianaveia.com.br
Siga o Comédia na Veia no twitter: www.twitter.com/comedianaveia
Serviço
Local: Piove (100 pessoas)
Endereço: Rua Jerônima da Veiga, 75 – (11) 3071-2301
Bairro: Itaim Bibi
Horário(s): terças-feiras intercaladas 21h30
Data(s): A partir do dia 26 de janeiro
Couvert: R$ 15,00
Classificação: 16 anos
Duração: 70 Minutos
Site: www.piove.com.br
Por José Dantas
Da mesma autora da comédia “As Encalhadas”, direção de Bibi Ferreira, há nove anos em cartaz, “COMO MONITORAR UM HOMEM”, dá continuidade ao tema referente aos relacionamentos afetivos, que trata da incomunicabilidade entre homens e mulheres de maneira bem-humorada. Victor Wagner participou da novela Xica da Silva, entre outras. No teatro atuou recentemente em “As Mentiras que os Homens Contam” juntamente com Karina Barum, que protagonizou LOUCA PAIXÃO - Dir. Jaques Lagoa, alem de participar de outras novelas e séries como TORRE DE BABEL, MALHAÇÃO e CARGA PESADA. No teatro atuou em SUBURBIA, de Erik Bogosian , O MISTERIO DE GIOCONDA, de Paulo Guarnieri, DE ALMA LAVADA, de Sergio Roveri
SINOPSE
O texto narra a história de Silvana uma renomada física. Um dia seu namorado Edu, com quem se relacionava há sete anos, liga terminando o namoro, sem dar explicações. Ela inconformada tenta descobrir o motivo. Assim, acaba pesquisando exaustivamente até ter acesso à senha de e-mail e do telefone celular dele. Durante dois anos ela o monitora, ligando e pegando os recados na secretária eletrônica. Os recados são de personagens como a mãe possessiva, a psicóloga neurótica que ambos freqüenta o filho adolescente problemático, a namorada jovem e outros que farão o público gargalhar com suas reviravoltas. Quando Silvana ouve os recados que ainda não foram ouvidos por ele corre o risco de ser descoberta, então ela os deleta. Portanto, apaga recados importantes como o da mãe que necessita de uma ambulância urgentemente, o do filho que vai preso numa festa rave e o espera numa delegacia e outras situações gerando inúmeros qüiproquós. Silvana tenta consertar as situações mandando pessoas para resolverem os problemas. A mãe acredita ser um anjo que protege Edu. Por fim, ele confuso, resolve trocar a secretária eletrônica e acidentalmente encontra Silvana, a quem dá explicações pela atitude tomada, num final inusitado.
Texto: Miriam Palma
Direção: Miriam Palma e Viviane Alfano.
Elenco: Victor Wagner, Karina Barum e Miriam Palma.
Local: Teatro Ruth Escobar- Sala Dina Sfat Tel. 3289 2358
Endereço: Rua dos Ingleses, 209
Horário(s): sábados, às 23h
Data(s): 23 janeiro a 27 março de 2010
Preço(s): R$ 30,00
Classificação: 14 anos
Duração: 90 Minutos
Por José Dantas
O público paulistano ganha mais uma oportunidade de prestigiar o espetáculo Trair e Coçar é Só Começar que teve a sua temporada prorrogada até o final de agosto no Teatro Anhembi Morumbi, localizado no tradicional bairro da Mooca. A montagem dirigida por Attílio Riccó estreou no Rio de Janeiro no dia 26 de março de 1986, em agosto de 1989 estreava na capital paulista e desde então permanece em cartaz, comemorando 23 anos de sucesso.
Marilú Bueno e Suely Franco foram as primeiras atrizes a dar vida a empregada Olímpia na montagem carioca de “Trair e Coçar é Só Começar” em 1986, enquanto São Paulo, três anos depois revelava Denise Fraga interpretando a mesma personagem que hoje é vivida por Anastácia Custódio. Aproximadamente 12 atrizes viveram a protagonista da história e 49 atores passaram pelo elenco que atualmente conta com Anastácia Custódio, Carlos Mariano, César Pezzuoli, Samantha Caracanti, Carla Pagani, Kátia Roberta, Sylvio Toledo, Mário Sérgio Pretini e Osmiro Campos.
Inspirada no gênero Vaudeville, a peça gira em torno de meras hipóteses de adultérios, geradas por equívocos e confusões provocadas por uma empregada, que se aproveita da desconfiança geral entre os casais do enredo para subornar seus patrões e amigos. A estória conta com três casais, um padre e um vendedor de jóias que se torna, sem querer, o pivô de uma série de suspeitas de traição. É uma comédia de costumes com todas as confusões do gênero. Tem como fio condutor a empregada Olímpia que complica e descomplica a ação, e uma série de personagens à beira de um ataque de nervos.
O sucesso deve-se à agilidade do texto que fornece boas piadas do começo ao fim da peça, sucesso que garantiu a “Trair e Coçar é Só Começar” presença Guinness Book nas edições de 1994, 95, 96 e 97 como a mais longa temporada ininterrupta em cartaz do teatro nacional o espetáculo também foi agraciado com Prêmio Quality Cultural de 2005. Já se apresentou em Miami no Teatro Colony e no Brasil já foi visto por quase 5.000.000 de expectadores em aproximadamente 9.000 apresentações.
Elenco: Anastácia Custódia (Como Olimpia), Carlos Mariano, César Pezzuoli, Sylvio Toledo, Mário Sérgio Carla Pagani, Katya Roberta e Osmiro Campos.
Local: Teatro Raul Cortez (513 pessoas) - Bilheteria (11) 3254 1630
Endereço: Dr. Plínio Barreto (Bela Vista ) Metro Trianon Masp
Horário(s): sexta 21h30; sábado às 21h30 e domingos, às 19h30
Data(s): 22 de Janeiro a 28 Março de 2010
Preço(s): sexta R$ 50,00, sábado R$ 60,00 e domingo R$ 50,00
Classificação: 12 anos
Duração: 120 minutos
Por Por Tatiana Mohr
No primeiro sábado após o Carnaval (20/02) o Grupo de Teatro do Meio, coordenado pelo Alex diretor Brasil, abre as atividades de 2010 em sua sede. Espaço no recém-aberto, Batizado de Teatro Lá em Casa, será feita uma Reestréia do último espetáculo do Grupo: O Gênio em Concurso.
A peça, atualização de comédia do século XIX, mostra o "complexo de vira-lata" do Brasileiro e as desventuras de seus políticos na pequena cidade de cabelinhos. O espetáculo resulta do trabalho de pesquisa do Grupo com uma comédia, uma incorporação da música e suas Possibilidades em dialogar francamente com o público.
A escolha do texto foi feita a partir da proposta de equilibrar a pesquisa ea Elaboração cênica com uma preocupação em se comunicar de forma efetiva, Oferecendo Espetáculos empenhados nenhum jogo cênico e na troca com o público. Bem como na Recuperação de autores nacionais ou Consagrados esquecidos, mas que possuem Visibilidade em apenas um segmento de sua obra.
O Gênio em Concurso é a terceira montagem do grupo, nascido em 2004. Sua primeira montagem, Ralé Ainda Pulsa, foi adaptada do texto Ralé de Máximo Gorki, encenada inicialmente no Teatro Sérgio Cardoso (2005) e depois nas ruínas do Castelinho da Rua Apa (2006), no centro da cidade de São Paulo. Do drama realista, o Grupo passou para o humor de Luigi Pirandello, com uma montagem Assim Parece (2007), que cumpriu temporada no Teatro dos Satyros.
Local: Teatro Lá em Casa
Endereço: Rua Lopes Oliveira, 635
Horário(s): sábado às 21h e domingos às 19h
Data(s): A partir do dia 20 de fevereiro
Preço(s): sábado R $ 30,00 e R $ 25,00 domingo (morador da Barra Funda paga R $ 6,00)
Bairro: Barra Funda
Classificação: 14 anos
Duração: 60 Minutos
Por Tatiana Mohr
E-mail: tatimohr@terra.com.br