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COLUNA DO LEITOR

Trauma, memória e transmissão reflete sobre os danos psicológicos e sociais dos regimes ditatoriais

Printec Comunicação / Betânia Lins / Vanessa Giacometti de Godoy - 01/12/2011

Organizado por Maria Cristina Perdomo e Marta Cerruti, a obra Trauma, memória e transmissão: a incidência da política na clínica psicanalítica é uma publicação do Departamento Formação em Psicanálise, do Instituto Sedes Sapientiae, lançado pelo selo PSI, da Primavera Editorial. Os textos que compõem a obra foram extraídos de trabalhos apresentados, em 2009, no evento Trauma, Memória e Transmissão – que abordou as marcas psicológicas deixadas em indivíduos por momentos históricos, tais como a ditadura no Brasil e na Argentina, do século XX. A obra será lançada em 6 de dezembro, a partir das 18h30, na Livraria da Vila – Loja Itaim (Rua Dr. Mário Ferraz, 414).

(…) “A destruição do passado, ou melhor, os mecanismos sociais que vinculam nossa experiência pessoal às das gerações passadas é um dos fenômenos mais característicos e lúgubres do final do século XX. Quase todos os jovens de hoje crescem numa espécie de presente contínuo, sem qualquer relação orgânica com o passado público da época em que vivem.” Eric J. Hobsbawn

Primeiro volume de uma Coleção do Departamento Formação em Psicanálise*, do Instituto Sedes Sapientiae, o livro Trauma, memória e transmissão: a incidência da política na clínica psicanalítica lança uma reflexão crítica sobre as marcas psicológicas deixadas – tanto nas subjetividades, quanto no processo coletivo social – por momentos históricos pautados por regimes ditatoriais, a exemplo dos vividos no Brasil e na Argentina, no século XX. Organizado por Maria Cristina Perdomo e Marta Cerruti, o livro é composto a partir do diálogo construído por artigos assinados por psicanalistas, que analisam questões como trauma, memória e transmissão. O título, que integra o selo PSI, da Primavera Editorial, contará com uma sessão de autógrafos em 6 de dezembro, a partir das 19 horas, na Livraria da Vila – Loja Itaim (Rua Dr. Mário Ferraz, 414).

O ponto de partida de Trauma, memória e transmissão: a incidência da política na clínica psicanalítica é o depoimento de Estela Carlotto, presidente das Abuelas de Plaza de Mayo – relato que transmite, ainda que sob as mais terríveis condições, a possibilidade de resistir, criando novas práticas para prosseguir na luta sem se acomodar com vitórias aparentes. Estela é uma das protagonistas de uma ação intensa e contínua que evidencia que a ação política está associada a acreditar que o impossível é possível.

(…) ““Eu choro por ela todos os dias, mas luto todos os dias pelo exemplo ela me deu. Que exemplo! É certo que não foi em vão, porque a Argentina já tem 26 anos de democracia – o período mais longo da nossa história. Estamos todos os dias descobrindo uma nova forma de prestar uma homenagem para os 30 mil desaparecidos. Nós, as Abuelas de Plaza de Mayo, estamos encontrando os netos que nos roubaram. São 500 bebês, alguns separados violentamente de seus pais; crianças que foram jogadas ou abandonadas em alguma praça à própria sorte. Há, ainda, bebês que nasceram nos 500 ou mais campos de concentração que a ditadura habilitou em todo o país. Quando falo de campo de concentração com os mais jovens, não quero que imaginem um Auschwitz; quero que imaginem um quartel militar muito bonito por fora e com a tortura ocorrendo por dentro; a morte e o roubo de bebês.

Na percepção de Lourdes Magalhães, presidente da Primavera Editorial, o lançamento ocorre em um momento singular, quando o Brasil debate as fronteiras de atuação da Comissão Nacional da Verdade. “A obra amplia a visão que temos sobre os danos causados, no âmbito indivídual e na sociedade, pelos governos ditatoriais. Hoje, estamos debatendo a forma de esclarecer as violações aos direitos humanos, praticadas no país, no período de 1946 e 1988, sobretudo pela ditadura militar, de 1964 a 1985. A aprovação da Comissão Nacional da Verdade é uma iniciativa que pode romper com a tradição brasileira de não enfrentar as violações cometidas pelo Estado. Durante esse processo, todas as informações que nos auxiliem na reflexão dessas questões são válidas; é nesse ínterim que essa obra se insere”, afirma Lourdes.

Ditatura e usurpação da informação

Segundo Marta Cerruti, uma das coordenadoras da obra, vários estudos apontam que os regimes totalitários do século passado apresentam uma característica inaudita: como o domínio também se exerce pela usurpação da informação e da comunicação, tais regimes se apropriam da memória com a intenção de controlá-la, ou suprimi-la. “Os regimes totalitários fazem um uso bastante particular da memória; controlam e selecionam aquilo que deverá ser lembrado, com o intuito de impor uma versão oficial dos fatos. Tal distorção da memória confere aos fatos selecionados o estatuto de verdade e aqueles que estão em desacordo com essa versão são punidos”, detalha Marta, acrescentando que, contudo, a análise crítica pode ser arriscada, pois o elogio incondicional à memória pode se tornar um problema.

Do ponto de vista da psicanálise, recordar não é mais que a tentativa de escrever uma ficção equacionada a partir do presente, porque a postulação de que é impossível que a verdade se esgote, condena-nos a uma eterna restrição de acesso ao real – e inclui-se aqui, a impossibilidade de qualquer tentativa de reconstrução da história de forma literal.

Em um dos artigos, Maria Rita Kehl alerta para os danos da não elaboração da experiência traumática: “no Brasil há um movimento de esquecimento de que houve tortura na época do regime militar que, em uma hipótese, gerou a naturalização da violência como um sintoma social.” Na prática, o trauma não elaborado, por isso condenado à repetição, reaparece no extermínio de jovens pobre e negros no Brasil.

No campo político, a obra defende que a memória pode converter o passado em um instrumento para a ação do presente, ou seja, as injustiças cometidas se transformam em uma importante ferramenta contra as que possam vir. “A memória utilizada em um campo mais geral, no qual a analogia com outras injustiças pode ser possível, serve como um modelo para compreender novas situações que se apresentam. Encarcerada no mais íntimo do sujeito, a recordação pode gerar a apatia e a impotência, que são inimigos da liberdade. Não ceder ao cansaço é um dever político”, analisa Marta Cerruti.

No artigo de Miriam Debieux sobre os impasses de um funcionário de uma agência humanitária, a autora aponta para a resistência ao trauma – que pode se converter em um ato político, cujo compromisso deixa marcas na cultura. A importância da resistência também é destaque do artigo de Caterina Koltai que afirma ser necessária a transmissão transgeracional – tanto da destruição, quanto da resistência a ela –, ressaltando um aspecto pouco explorado na psicanálise, a importância da amizade.

Na análise de Maria Cristina Perdomo, organizadora da obra, ao afirmar que esses momentos históricos – com a quantidade de traumatismo que aportam – têm efeitos nos modos de subjetivação, a proposta é pensar em formas possíveis de inserção dos psicanalistas, como cidadãos e profissionais, e como o seu referencial pode contribuir para criar possibilidades para a construção de uma realidade social mais justa. “A violência do Estado, que caracterizou esses momentos históricos aos quais fazemos referência, a violência como política de Estado, a sustentação e legitimação de um estado de violência, têm consequências aterrorizantes e paralisadoras do pensamento e dos processos de simbolização. Quebram-se as regras do jogo; o Estado, que deveria proteger, persegue e mata. O terror paralisa e o objetivo de destruir os laços sociais é concretizado”, afirma.

A obra chama a atenção para a importância de recuperar a memória; de recontá-la. “Pensamos que, nos movimentos sociais como as Abuelas de Plaza de Mayo, no dos familiares de presos políticos e desaparecidos e no MST há um elemento que permite ao sujeito sair de seu solipsismo traumático e sintomático em direção da construção do espaço público, que ao mesmo tempo em que legitima o lugar de cidadão, permite-lhe juntar forças com os companheiros de rota para traçar um caminho de afirmação do movimento. Um lugar instituído na esfere pública e que torna-se instância possível para mudanças”, analisa Maria Cristina.

CAPÍTULOS

I. Recordar, repetir…como elaborar? Movimentos sociais e psicanálise

As “Abuelas de Plaza de Mayo”; Estela Carloto (testemunho)

Elaboração onírica e representação na literatura de testemunho pós-ditadura no Brasil (Paulo Endo)

Sua única vida (Maria Rita Kehl)

Mesa de debate – Estela Carloto, Paulo Endo e Maria Rita Kehl

II. Os efeitos do trauma histórico na subjetividade

Traumas, Heróis e Resistências e Psicanalistas (Miriam Debieux Rosa e Márcio Gagliato

Psicanálise atua no nível do trauma por meio da memória (Ana Zabala)

O trauma: a pulsão é de morte? (Durval Mazzei Nogueira Filho)

Mesa de debate (Miriam Debieux Rosa, Ana Zabala e Durval Mazzei Nogueira Filho)

III . Memória e Transmissão

Violência, memória e saber (Ana Maria Medeiros Costa)

Memória do inominável (Caterina Koltai)

Psicanálise e Política (Nora Beatriz Susmanscky de Miguelez)

Mesa de Debate (Ana Maria Medeiros Costa, Caterina Koltai e Nora Beatriz Susmanscky de Miguelez)

ORGANIZADORAS

Maria Cristina Perdomo

A psicanalista Maria Cristina Perdomo é graduada em Psicologia Clínica pela Universidade Nacional de La Plata (Argentina). Membro efetivo do Departamento Formação em Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae, no qual atuou como coordenadora-geral na gestão 2006-2008 e 2008-2010, atualmente é professora e supervisora no Curso Formação em Psicanálise, além de coordenar a Comissão Clínica deste departamento, na gestão 2010-2012.

Marta Cerruti

Psicanalista, mestre em Psicologia Clínica pelo Instituto de Psicologia da USP (IPUSP), Marta Cerruti é membro efetivo do Departamento Formação em Psicanálise do Instituto Sedes Sapientae e do Laboratório Psicanálise e Sociedade (USP) e do Núcleo de Estudos Sujeito, Violência e Política (PUC-SP).

COLEÇÃO DEPARTAMENTO FORMAÇÃO EM PSICANÁLISE

A Coleção Departamento Formação em Psicanálise reúne obras produzidas a partir de eventos científicos e culturais – organizados pelo Departamento –; reflexões sobre a clínica psicanalítica contemporânea; e estudos desenvolvidos pelos integrantes. Os temas tratados são diversos e vão de questões metapsicológicas, técnicas e teóricas, na tentativa de abarcar as diferentes formas de expressão do sofrimento psíquico, até a extensão da psicanálise – além do setting analítico habitual e suas interfaces com outras ciências. Dessa forma, o espaço é pensado como um vetor de formação permanente, interlocução e pesquisa, marcado por uma psicanálise engajada nas questões políticas e sociais, e em conformidade com a Carta de Princípios do Instituto Sedes Sapientiae.

AUTORES

Depoimento de Estela Carlotto

Natural de Buenos Aires (Argentina), Estela Carlotto, presidente das Abuelas de Plaza de Mayo, é bacharel e “Maestra Normal Nacional”, tendo recebido inúmeros títulos de doutorado Honores Causa em diversas universidades na Argentina, Espanha, Estados Unidos e França. Foi agraciada com condecorações em vários países inclusive a Ordem da Legião de Honra da França.

Paulo Endo

Psicanalista e professor doutor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), Paulo Endo realizou o pós-doutoramento no Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP). É membro-pesquisador do Laboratório de Psicanálise, Arte e Política (LAPPAP), do Laboratório de Estudos sobre a Intolerância (LEI/USP) e do GT Psicanálise, Política e Cultura da ANPPEP. Atua como expert no Centro pela Justiça e o Direito Internacional (CEJIL) e é membro do Grupo Interdisciplinar Independente de Combate à Tortura e à Violência Institucional da Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Em 2006, foi agraciado com o Prêmio Jabuti pela obra A violência no coração da cidade: um estudo psicanalítico.

Maria Rita Bicalho Kehl

Paulistana, Maria Rita Bicalho Kehl é formada em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP) e possui doutoramento em psicanálise pela Pontifícia Universidade Católoca (PUC-SP) com o tema “Deslocamentos do feminino – a mulher freudiana na passagem da modernidade”. Jornalista free-lance da imprensa paulista entre 1974 e 1980, a psicanalista atua desde 1981 no atendimento em consultório particular. Além de artigos e ensaios, escreve em coletâneas de psicanálise e em periódicos acadêmicos. É autora dos livros: A mínima diferença (Imago, 1996); Deslocamentos do feminino (Imago,1998); Função fraterna (org./Relume-Dumará, 2000); Sobre Ética e Psicanálise (Companhia das Letras, 2001); Ressentimento (Casa do Psicólogo, 2004); e Videologias, ensaios sobre a televisão (em parceria com Eugênio Bucci, Boitempo, 2004); O tempo e o cão, a atualidade das depressões (Boitempo, 2009, Prêmio Jabuti em não ficção, 2010).

Miriam Debieux Rosa

Psicanalista e professora doutora do Programa de Psicologia Clínica da Universidade de São Paulo (USP), Miriam Debieux Rosa coordena o Laboratório Psicanálise e Sociedade, e o Projeto Migração e Cultura. É professora titular do Programa de pós-gradução de Psicologia Social da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), onde coordena o Núcleo Psicanálise e Política. Lidera o Grupo de pesquisa CNPq Sujeito, Sociedade e Política em Psicanálise (USP) e é membro do Laboratório de Pesquisa em Psicanálise, Arte e Política (LAPPAP – UFRGS) e do Grupo de trabalho Psicanálise, Política e Cultura, da ANPEPP. As suas pesquisas nessas áreas de estudo foram publicadas em vários trabalhos e capítulos de livros. O livro Histórias que não se contam: psicanálise com crianças e adolescentes foi reeditado pela Editora Casa do Psicólogo, em 2010. Atualmente coordena a pesquisa Responsabilidade e responsabilizacao: diálogos entre Psicologia, Psicanálise e Sistema de Justica Juvenil (CNPQ).

Márcio Gagliato

Psicólogo e mestre em Psicologia Social pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), Márcio Gagliato foi bolsista da CNPq – integrou o Columbia University Human Rights Fellowship Program (Estados Unidos) – do curso investigadores no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (Portugal). Trabalhou na África e Ásia, atuou na UNESCO e em ONGs internacionais como CARE International, Save the Children e The Center for the Victims of Torture. Atualmente é membro da equipe de delegados em Saúde Mental e Suporte Psicossocial do Comitê Internacional da Cruz Vermelha.

Ana Zabala

natural da Argentina, a psicanalista Ana Zabala atua no Centro de Atencion por el derecho a la Identidad de Abuelas de Plaza de Mayo desde a criação da entidade. É docente titular da cátedra “Estructura del Personaje” na “Escuela Nacional de Cine”.

Durval Mazzei Nogueira Filho

Psicanalista e psiquiatra, Durval Mazzei Nogueira Filho possui mestrado em Psiquiatria pelo HSPE-FMO e é membro do Departamento Formação em Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae e da seção São Paulo, da Escola Brasileira de Psicanálise. Tem artigos, livros e capítulos de livros publicados.

Ana Maria Medeiros Costa

Psicanalista e membro da APPOA, Ana Maria Medeiros Costa atua como professora da pós-graduação em Psicanálise da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Pós-doutorada pela Université de Paris 13, mantém colaboração com professores desta universidade francesa desde 2001. É coordenadora da Rede de Pesquisa Escritas da Experiência, que reúne pesquisadores da França e de universidades de todo o Brasil. Ana Maria é autora de inúmeros artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais. Publicou os livros A ficção do si mesmo (Cia. de Freud, 1998); Corpo e escrita – Relações entre memória e transmissão da experiência (Relume-Dumará, 2001); Tatuagem e marcas corporais (Casa do Psicólogo, 2003); Sonhos (Jorge Zahar, 2006); e Clinicando (2008).

Caterina Koltai

Socióloga, psicanalista e tradutora, Caterina Koltai é professora da graduação e pós-graduação em Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católoca (PUC-SP), é autora dos livros Política e Psicanálise: O Estrangeiro e de Totem e Tabu: um mito freudiano, além de possuir de artigos publicados em diversas revistas especializadas em Psicanálise.

Nora B. Susmanscky de Miguelez

A psicanalista Nora B. Susmanscky de Miguelez é membro, professora, supervisora e orientadora do Departamento Formação em Psicanálise, do Instituto Sedes Sapientae. Graduada em Psicologia pela Universidade de Buenos Aires (Argentina) é doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e especialista em Psicologia Clínica pelo CRP-SP. É autora do livro Complexo de Édipo, hoje?, editado pela Casa do Psicólogo (2007) e de diversos artigos sobre temas psicanalíticos, publicados em revistas especializadas. Tem participado de congressos nacionais e internacionais, seminários, simpósios, palestras, mesas redondas etc.

FICHA TÉCNICA

Categoria: Psicologia

Obra: Trauma, memória e transmissão: a incidência da política na clínica psicanalítica
Autora: Maria Cristina Perdomo e Marta Cerruti (organizadoras)

Formato: 16 x 23 cm

Páginas: 168 páginas

Acabamento: brochura

ISBN: 978- 85 – 61977- 31- 3

Preco sugerido: R$ 42,00

PRIMAVERA EDITORIAL

Alinhada ao conceito de “butique de livros”, a Primavera Editorial adota como proposta associar a leitura ao entretenimento e lazer qualificado – assim como o cinema, teatro e artes plásticas. Criada na primavera de 2008, a editora possui um catálogo peculiar, composto por obras de autores nacionais e estrangeiros que têm por linha mestra a produção de uma literatura moderna e de qualidade ímpar, que evoca hábitos e costumes de diferentes povos e épocas; uma literatura instigante e criativa, que se transforma em uma maneira lúdica e pouco convencional de entender melhor a influência das culturas na formação dos povos. O portfólio da editora é composto por títulos de FICÇÃO que oferecem aos leitores a possibilidade de viver emoções que não fazem parte do enredo cotidiano. No selo BIZ, o destaque recai para obras relevantes para a gestão de negócios e que oferecem aos leitores a possibilidade de inovar, repensar e alavancar resultados corporativos. O selo EDU – uma alusão à palavra inglesa education, associada à educação continuada – investe na publicação de obras de não ficção que oferecem aos leitores possibilidades de reflexão, aprendizado e aplicação de conceitos. Com o selo PSI, a Primavera Editorial lança obras técnicas que oferecem aos leitores das áreas de psicologia e psicanálise a possibilidade de crescimento, reflexão e aprendizado continuado.